Jornada Da Fênix – Dia 1: Quem é Você?

Quem você vê quando se olha no espelho?

Você vê a si mesma ou vê a imagem que disseram que você teria de ser?

Você consegue aceitar o próprio corpo tal qual ele é?

Ou você quer se esforçar para modelar as partes todas e ser de um outro jeito mais aceitável?

Se você quiser mudar o seu corpo: Por quais motivos deseja fazer isso?

Há problemas de saúde que exijam uma mudança no tipo de corpo que você tem?

À propósito: Sua saúde está ok?

Como você tem cuidado da alimentação do seu corpo, da manutenção dele?

E de sua alma, como você tem cuidado?

Sua mente e suas emoções estão em equilíbrio?

Você consegue ter uma boa conversa consigo mesma, lidar de boa com a pessoa que existe dentro de si, ou o mal estar e os xingamentos são uma constante?

Você está de bem ou de mal consigo mesma?

Consegue perceber que a cada dia que passa você faz algo de bom pra você mesma e consegue realizar um pedacinho do grande sonho que existe no seu coração?

Ou você está empurrando o sonho a ser realizado para o fundo da gaveta e está fazendo pelos outros o que não ousa fazer pra si mesma?

Quem você é quando olha a si mesma no espelho?

Quem você quer ser quando olha pra dentro de si e percebe que algumas coisas precisam de mudança?

Acompanhe a Jornada da Fênix, clique aqui.

Anúncios

Cada Semente Tem Seu Fruto

Cada semente tem o seu devido fruto. Ainda que pro fruto possamos entender “resultado”, ainda que seja apenas uma planta em si, com sua folhagem, com ou sem flores tão visíveis e vistosas… enfim. Cada semente guarda dentro de si o projeto de algo por vir, se for devidamente plantada e cultivada. Algumas ideias podem ser plantadas no pensamento, cultivadas na mente ao longo de um tempo e podem dar frutos nas emoções e vontades, de modo que as nossas atitudes venham acabar espelhando por fora o que está sendo produzido dentro de quem somos. Já parou pra pensar em quais tipos de sementes andam sendo plantadas dentro de ti? Foram sementes que você mesma escolheu ou lhe deram sem perguntar por sua vontade? Quais tipos de frutos você quer estar colhendo e desfrutando? Quais frutos não quer nem mais provar o sabor e até mesmo não vê-los mais em seu interior?

 

Qual Sonho Vamos Realizar Hoje?

Dormiu e acordou? Perfeito… Qual sonho vai realizar hoje?
A maioria de nós, por motivos culturais, não tem o hábito, nem aprendizagem de PLANEJAMENTO. Coisa que até mesmo uma semente por menor que seja, já sabe, nós humanos muitas vezes precisamos aprender como se faz. Precisamos decidir o que a gente quer da vida e ir lá e calcular os custos, prever as atividades que terão de ser feitas por quanto tempo até que apareçam os resultados desejados, os quais, somados, resultem no desejo realizado. Felicidade, é algo que pode acontecer mas também pode ser feita de propósito. Podemos ser felizes de propósito, com um propósito. Podemos planejar quando vamos ser felizes no futuro e inclusive hoje. Podemos ser felizes hoje, decidindo fazer algo que nos faça bem, que faça bem a quem amamos… Enfim. Realizar um sonho não é tão difícil como alguns fazem parecer.

“Acredite em seus sonhos”

O que Fazer Diante do Leite Derramado?

“A Menina do Leite”

fábula de La Fontaine

 

A menina caminhava cheia de contentamento, pois era a primeira vez que iria à cidade, para vender o leite de sua vaquinha.

Colocou sua melhor roupa e partiu pela estrada equilibrando a lata de leite na cabeça.

Enquanto caminhava, a menina começou a fazer planos entusiasmados para ganhar dinheiro:

Vou vender o leite e comprar ovos, uma dúzia. Depois, ponho a galinha a chocar os ovos e ganho uma dúzia de pintinhos, que logo eles crescerão e terei bonitos galos e belas galinhas. Venderei os galos e fico com as galinhas, porque são ótimas para pôr ovos. Outra vez ponho os ovos para chocar e terei mais galos e galinhas. Venderei tudo e compro uma cabrita e algumas porcas. Se cada porca me der três leitõezinhos, vendo dois, fico com um e …

A menina estava tão distraída com seus pensamentos, que tropeçou numa pedra, perdeu o equilíbrio e levou um tombo inevitável. Todo o leite foi derramado no chão, para desolação da sonhadora.

E os ovos, os pintinhos, os galos, as galinhas, os cabritos, as porcas e os leitõezinhos foram pelos ares…

Moral da história: Não se deve contar com uma coisa antes de conseguí-la.

Ok. Quem é que define a moral de uma história? Não sei. Só sei que na maioria das vezes não gosto muito da definição fechada que me apresentam. Uma história que traga alguma lição não tem apenas uma moral, uma interpretação possível, uma lição. Uma história pode conter milhares de pontos de vista, milhares de interpretações. Sendo assim, quero tirar algumas lições úteis sobre O que fazer Diante do Leite Derramado.

Uma delas:

A Importância do Planejamento

A menina estava contando que daquela porção de leite inicial, ela conseguiria uma certa quantia de dinheiro e com o mesmo investiria na compra de uma galinha que depois daria continuidade a uma série de outros investimentos com os quais ela poderia satisfazer suas vontades.

E daí que o leite caiu e foi derramado? O leite em si não era o mais importante. O importante era o planejamento que a menina tinha do que fazer mais adiante. Na maioria das vezes, as pessoas vivem e poucos planos fazem em relação ao futuro. A menina, ainda que tenha perdido o leite já tinha consigo algo a seu favor: Uma noção de futuro. Ela sabia onde queria chegar. Eis uma vitória!

Em breve compartilho as demais lições.

A Dor como Hábito

Sentir dor é ruim – eu poderia dizer isso categoricamente e todos poderíamos ser unânimes em concordar. Certo? Errado! Mas como assim? Podem acabar me perguntando. Ai eu lembro que no mundo há pessoas que gostam de sentir dor. “50 tons de Cinza” e cia mostram no sucesso de bilheteria e vendas de livros que os temas que giram em torno do BDSM tornaram o assunto da dor associada ao prazer como sendo algo não tão fora do comum assim e até aceitável e compreensível como sendo uma de nossas facetas humanas. Ok, podemos entender que a porcentagem das pessoas que gostam de experimentar dor é uma parcela pequena da população mundial. Mas existe e não pode ser desprezada se quisermos saber da realidade. Nem vou perder tempo pesquisando sobre isso agora. Existem os masoquistas, sim. Existem os sadistas. Existem as relações sadomasoquistas, onde um gosta de fazer sofrer e o outro gosta de sofrer a dor. E estou falando ainda das dores físicas, as que podem ser sentidas no corpo com consentimento entre as partes. Mas e quando a dor é infligida na alma, sem o consentimento de quem sofre?

Estou lembrando de situações de bullying. Antigamente nem tinha esse nome, era só zueira mesmo, brincadeiras de mal gosto pra quem sofria e só uma brincadeira mesmo pra quem fazia. Escárnio, zombaria. Há um salmo na Bíblia que diz:“Bem aventurado o que não se assentar na roda dos escarnecedores”. É engraçado que eu, quando era adolescente ainda, li esse trecho e reconheci a rodinha de colegas na escola que se juntavam pra zuar com a cara daqueles que por algum motivo era diferentes, não estavam na moda, ou tinha o nariz grande, eram magros demais ou altos ou baixo ou gordos e gordas. Antes mesmo de ter lido o conselho bíblico eu já tinha decidido que não me juntaria com aqueles que falavam mau dos outros, só porque estavam em maioria na hora de fazer um acordo do que julgavam aceitável ou não. Decidi isso porque tive a sorte de me notar bem diferente do que os colegas da escola eram, eu mesmo podia ser considerado um alvo fácil deles, mas por alguns motivos passava meio que despercebido. Haviam outros alvos mais fáceis pra sofrer bullying. Por outro lado, eu sendo negro, pobre, brasileiro (o Brasil é um puto de um país hipócrita que ainda tem muito racismo e preconceito entranhado na carne que nem cor branca ou negra tem de fato. Somos quase todos mestiços por aqui, quase ninguém conseguiu se manter dentro de uma linhagem pura pra poder apontar pra o outro e se dizer melhor do que o outro por motivos… étnicos? Sério mesmo que a cor da pele, tipo de cabelos ou tipo de corpo deveria mesmo ser um motivo pra nos diferenciarmos como melhores ou piores? To me dando conta do tanto que esse tipo de pré-conceito ou conceituação é tão absurdo e ridículo!). Enfim, por vários motivos tive como sentir na pele a dor do bullying, do racismo, do preconceito dos outros e de mim pra comigo mesmo. Graças a Deus não durou tanto o quanto que me fizesse ficar anestesiado e cego.

Sim, a dor prolongada, emocionalmente pode nos cegar de certa forma. A gente acaba por se acostumar com a dor que nos é inflingida por um tempo considerável. Ficamos condicionados a viver com a dor, deixamos de viver certas coisas por causa dela. Passamos a pensar e agir modelados dela dor. Como a história do elefante que tinha um espinho no pata e por causa disso não pisava no chão com todo peso que tinha e por conta disso andava muito diferente dos outros. Tem muita gente no mundo que anda torto porque tem um espinho na pata emocional.

Falta de amor pode nos causar dor emocional. Solidão, sentimento de menos valia… auto estima inexistente ou muito baixa. Não ter recebido amor de quem deveria nos dar quando nascemos, nossos pais, pode nos causar prejuízos no longo prazo. E pra quem quiser concordar comigo e quiser uma solução rápida eu logo adianto que culpar os nossos pais não resolve o problema. A maioria das vezes que eu já vi esse tipo de coisas acontecendo é porque os nossos pais também não receberam amor dos pais deles de maneira adequada. Entre achar culpados pelas dores que sentimos hoje e buscar tratar com elas agora pra que vivamos bem de hoje em diante, eu prefiro a segunda opção.

Estou me prolongando nesse texto, em tempos nos quais as pessoas não têm muita paciência pra ler ou mesmo acham que têm pouco tempo pra viverem suas vidas tão longas e tão cheias de compromissos altamente significantes, altamente recompensadores e produtivos em termos de alegria. Desculpe, meu querido leitor ou querida leitora, se você chegou até aqui e não achou o que queria. O que você queria de fato? Posso dizer o que eu quero. Quero que a sua dor de anos a fim seja extinta. Se for o caso de você ter dentro de seu coração uma dorzinha de estimação, que você vem alimentando e cuidando dela fazem anos, é hora de acabar com isso. Se enquanto você foi fazendo a leitura acabou por perceber alguma dor ai dentro de você, uma dor antiga que ainda incomoda, é hora de retirarmos esse espinho. Ter percebido é o primeiro passo. Querer se livrar disso é o segundo. O tratamento já começou se assim for. Vou terminar o texto por aqui, mas voltarei nesse assunto. Pois é muito importante.

Forte abraço aos que considero vencedores por ainda estarem na luta!

Recomeços

Uma ideia recorrente pra mim é a de que “Viver é bom por mais dolorido que seja”. Me considero otimista. Mas não o tipo de otimismo burro que nega a realidade e exclui todo tipo de dor que possa existir. Sou otimista e realista ao mesmo tempo. Busco caminhar de um jeito que o caminho sendo bom ou ruim possa me trazer os benefícios de uma vida que possa ser feliz. Quem de nós não quer ser feliz? A maioria quer. A minoria se decepcionou com as expectativas frustradas ou dores repetidas, enfim, muitos outros motivos. Pra não fugir do que quero dizer, recomeçar é necessário… Muitas vezes acontecem na vida situações totalmente fora de nosso controle e que são extremamente dolorosas. Nosso coração parece que se quebra em mil pedaços. Parece que estamos destruídos por dentro. Mas se estamos vivos, podemos nos reconstruir, sempre. Por mais que pareca impossível. É possível, sim. Temos como. Às vezes só precisamos aprender como nos refazer, reestruturar, reconstruir, recomeçar.

(Re)Começos

Qual seu sonho? Muita gente deixa de realizar os próprios sonhos por medo de tentar e fracassar. Medo do que vão dizer se der errado, medo de dar de frente com as próprias limitações e perceber que não consegue. O medo é uma merdinha que deve ser limpa de nossa mente e coração, como fazemos com as fraldas sujas nos bebês.

Voltando à pergunta inicial: Qual é o seu sonho? Estou aqui pra te incentivar a buscar a realização de teu sonho. Pelo simples fato de que ele pode ser mais possível do que você pensa. Se ainda não sabe disso é porque ainda não ter conseguido ver como se faz para realizar um sonho. Uns dizem que “o impossível só é impossível enquanto alguém não vai lá e faz“. Hoje em dia temos muitas invenções que servem como exemplo do quanto essa frase é verdadeira. Agora, se o medo ainda estiver dentro do coração e da mente, então os sonhos ainda ficarão prejudicados em seu estado de semente pronta pra germinar, mas guardada no escondido.

Quer saber? Você só tem uma vida, se você não quiser realizar o seu sonho, ninguém vai. Se você não realizar o seu sonho, corre o risco de chegar no fim da vida, ver que várias outras pessoas realizaram os seus e ficar se perguntando como teria sido contigo se tivesse tentado. Portanto, TENTE! Experimente tentar. Comece! Procure saber quem já realizou um sonho parecido e veja quais caminhos a pessoa percorreu. Aprenda, esteja com disposição pra aprender coisas novas que você ainda nem sabe que existem! Mas comece. Dê o primeiro passo. Se falhar ou errar, entenda que faz parte do processo. (Re)Comece quantas vezes for necessário. Mas comece Hoje mesmo, AGORA!

Faça sua vida valer à pena! Repito: Se você não buscar realizar o seu sonho, outra pessoa não o fará por ti!

 

 

(Im)Perfeição

Somos (im)perfeitos. Algo óbvio, mas que passa desapercebido, ou será que não? Passa sim, pra muita gente passa. Demorei anos de minha vida pra aprender a colocar os sinais de parênteses onde deveriam estar de fato. Releia: “somos (im)perfeitos”. Compreendeu? Todo e qualquer ser humano que seja, por mais que trabalhe a respeito vai dar de frente com a sua própria (im)perfeição. Acontece que na maior parte do tempo as pessoas focam mais na imperfeição do que na perfeição. Perdem tempo olhando pra o que tem dentro de si mesmas que está errado, ou nem isso, olham por fora as coisas que fazem de errado e não conseguem descobrir por quais motivos agem como estão agindo, ou melhor… reagindo na maior parte do tempo. Sabe, a diferença entre a ação e a reação é que agindo a gente sabe por qual motivo está fazendo algo e na reação a gente só faz porque está sentindo um forte impulso pra fazer, sem pensar nas consequências, sem refletir, sem se dar conta do quanto pode ser dolorido o que acontecerá logo após… O que fazer então? Eu me dei muito bem comigo mesmo quando parei de ter raiva de mim, por exemplo. Quando percebi que muito da minha vida não estava dando certo porque EU estava agindo de modo inadequado, pois ao invés de ficar com raiva das atitudes erradas que eu estava tomando, fiquei com raiva de mim mesmo. O que parece muito natural, quando vejo por ai a maioria das pessoas fazendo o mesmo. É estranho quando a gente percebe que algo ruim parece natural, quando na verdade não deveria ser. É ruim quando a gente se dá conta de que as coisas erradas parecem acontecer em muito maior frequência do que as coisas certas. O bom da história é que dá pra mudar. Muito do que parece repetitivo na vida, do que parece que sempre foi assim e sempre será, pode sofrer uma mudança drástica e essa mudança pode ser pra melhor. A parte chata da história é que nem sempre é fácil perceber o quanto que podemos mudar e como fazemos isso. Estou me lembrando de uma vez no qual diante de uma situação de dor muito forte, foi dito: “Deve haver uma vida melhor do que essa”. E havia. Tive de aprender a ter paciência comigo mesmo pois uma parte de mim queria muito fazer as coisas darem certo na vida, mas a outra parte ainda vacilava muito e precisava aprender muitas coisas. Precisei aceitar os dois lados de mim mesmo, quem eu queria ser e quem eu estava conseguindo ser. Aceitar quem somos incondicionalmente, nos erros e acertos é parte do que chamam de amor próprio. Faz um bem sem medidas, todo mundo deveria aprender como se faz.

 

Página de Diário: 8 de março – Dia Internacional da Mulher

Eu sei que já dei muitos parabéns para as mulheres nessa data de hoje, mas de uns tempos pra cá esse dia me parece mais motivo de tristeza do que de felicidade. Mas ainda assim, é melhor que haja um dia no qual se lembrem das mulheres do que nenhum dia, né? Ontem mesmo ouvi uma notícia dizendo que em muitos trabalhos feitos por homens e mulheres, os salários das mulheres é menor. Em consultorias, por exemplo, a diferença chega a ser de 60%. Dá vontade de jogar uma bomba em algum lugar pra explodir alguma coisa e ver se a raiva passa. Nesse momento entendo os que fazem terrorismo, como se a violência fosse a única forma de resolução de problemas que aparentemente de modo pacifista não dão conta. Mas sei que não resolveria explodir coisa nenhuma, pelo menos não nesse caso. Einstein disse que “É mais fácil dividir um átomo do que um preconceito”, e olha que existe muito preconceito contra as mulheres. Acompanho os movimentos de empoderamento feminino, é tema que me interessa e muito! Digo dos empoderamentos reais e não aqueles que só querem jogar maquiagem na cara das meninas, dizer que elas estão lindamente aceitáveis para os padrões definidos não se sabe por quem, e as jogam no mundo desse jeito e só. Sou a favor do empoderamento de verdade, aquele que faz a mulher pensar de modo livre e consciente de que ela é de fato poderosa pra fazer o que quiser da vida – embora isso signifique que ela poderá ter um mundo contra ela e poucos a favor, o pensamento machista ainda está impregnado em muito do que temos na sociedade. Muito do que eu sei de mais importante na vida eu aprendi foi com as mulheres e não com os homens. Desde a minha mãe, passando pelas professoras, amigas, escritoras, artistas e pensadoras, umas que sequer souberam de minha existência tendo em vista que já morreram… algumas morreram mesmo antes de eu nascer, não souberam nem sabem, as que ainda vivem, do legado de construção que deixaram dentro de mim. Clarice Lispector me salvou da morte, quando no auge de uma depressão, cheio de pensamentos suicidas eu combinei que só morreria depois de ler toda obra dela… Não li pra não gastar tudo e ficar de vez órfão dessa escritora que tão bem sabe como retratar a alma humana e principalmente feminina. Deu tempo de fazer terapia com os textos dela e outros, redescobrindo a vida e o mundo e achando novos motivos pra viver. Noutro dia lendo um livro da Regina Navarro, fiquei sabendo que na História da Humanidade, homens e mulheres já viveram em condição de igualdade na sociedade de então. Não havia guerra dos sexos, pra um provar ser mais forte do que o outro, mais sensível do que o outro, mais importante do que o outro. As diferenças se complementavam e a sociedade conseguia fluir mas dentro do que entendemos ser justo. Daí em algum momento o homem se achou mais importante do que a mulher pelo fato de ter ele a “semente” com a qual multiplicar a população e por conta disso toda uma série de ações foram tomadas no sentido de colocar a mulher na condição de objeto a ser usado para procriação – foi assim que entendi, olhando o contexto de todos os fatos históricos. O homem passou a exercer controle sobre a mulher por causa da natalidade e entendeu que o domínio sobre a mesma significava o domínio sobre a força de trabalho que da mulher viesse por meio de seus filhos. Nesse ponto da reflexão muita gente talvez já tenha abandonado esse textão aqui, pois no dia de hoje por qual motivo a gente pensaria na mulher em si, de verdade? Ainda há muito o que conquistar para que a mulher tenha de fato a liberdade da qual é digna. Liberdade sobre seus ganhos, seu corpo, seus pensamentos, sua forma de sentir o mundo e a si mesma. A legislação brasileira (e a de outras partes do mundo, tendo em vista alguns casos jurídicos de que tive notícia), não privilegia a mulher como sendo um ser humano em iguais condições de existência com um homem para responder judicialmente. As leis brasileiras referentes ao casamento e o divórcio, não são igualitárias; se o texto for lido com o mínimo de bom senso vai se notar nele que a mulher é tratada como um tipo de propriedade que pertence ao homem com o qual vai se casar. A Justiça não é justa no todo para com as mulheres! E o irônico é que as leis não surgem do nada, são feitas por nós, humanos…. homens e mulheres. Me diz, vou comemorar o que no dia de hoje? Hoje é um dia memorial pra relembrar todas as mulheres que venceram onde já deveriam manifestar a sua excelência sem precisar de luta. É bom relembrar hoje as mulheres que se sacrificaram para que outras tivessem direitos que deveriam ser naturais, mas todo um sistema criados a séculos não legitima, a não ser que hajam movimentos a favor ou contra o que tem de ser. Entendo as mulheres que são homoafetivas por declarado motivo de terem se decepcionado com homens que não as souberam tratar como deveriam, eu não as julgo como já fiz ignorantemente um dia. Entendo as mulheres que sofreram o abuso de seus corpos estuprados e diante da truculência do Estado num atendimento hóstil para com a vítima, fazem com que a mulher se sinta a culpada quando na verdade é vítima. A tal cultura do estupro ainda infecta muitas mentalidades. Dá ou não dá vontade de jogar uma bomba em alguns lugares? Entendo muito bem quem faz terrorismo, mas não concordo com seus métodos. Há formas muito mais violentas de fazer protesto de modo a trazer resultados reais. A raiva, o ódio, a indignação, a revolta, podem ser usadas como energias convertidas em forma de consciência, conhecimento, sabedoria e ação prática, na direção de mudanças para que haja liberdade, em todos os sentidos – não apenas financeira (que é o que muitas mulheres precisam pra entender que não há cabimento em estar submetidas a um casamento falido onde o homem se coloca como o provedor do lar, sustentador dos filhos e opressor da mulher que muitas vezes se sente uma puta, por ter de se deitar com um homem que não ama, mas a coibe de tomar uma posição onde se sinta digna e possa ser de fato feliz. Muitas mulheres se sentem obrigadas a ter uma vida medíocre por não terem consciência do quanto podem gerir suas próprias posses ou mesmo adquiri-las por si mesmas). Quem quer que eu fique feliz e comemore o dia das Mulheres? Vou comemorar a vitória anônima que comigo for compartilhada das mulheres que todos os dias se esforçam pra mudar suas próprias vidas e caminham no sentido da liberdade desejada. Vou continuar fomentando e instigando a força interior que move a vida das mulheres que quiserem ser felizes na conquista de seus ideias reais e não apenas ilusórios. Ainda é preciso que muitas mulheres tomem nas mãos a responsabilidade de mudar os seus destinos e decidam dar um rumo em direção à felicidade, ao invés de se conformarem com uma vida medíocre, muito abaixo do que poderiam viver em termos de qualidade. É preciso que as mães entendam que não é muito útil criarem suas filhas para que sejam apenas princesinhas prontas para se encontrar com um príncipe encantado e cuidar de um reino. As mulheres podem ser conquistadoras dos reinos que quiserem e para isso não precisam estar submetidas ao domínio de um príncipe ou rei que seja. Cada qual pode escolher o destino que quiser e se esforçar para a concretude do mesmo, para que não viva apenas uma vida de sonhos aparentemente impossíveis de realizar. Muitas mulheres hoje em dia sofrem opressão em suas mentes e corações, por terem sido entulhadas, soterradas, com ideias falsas sobre como deveriam ser em seus corpos e mentes para que fossem aceitáveis e amáveis, desejáveis e queridas. Vou continuar lutando com palavras e ideias, não precisarei explodir bomba em canto nenhum a não ser dentro das mulheres que precisam demolir as velhas estruturas de pensamento que só as fazem se sentir e ser como se fossem prisioneiras de um sistema injusto que não privilegia sua felicidade. Parabenizo não apenas hoje, mas em todos os dias que eu ver manifestação de vitória, a cada mulher em quem admiro o esforço pela mudança. Que haja mais liberdade e mais possibilidade para ser feliz na vida, em cada mulher que existe no mundo! Esse é meu desejo hoje, amanhã e depois. — Leonardo Almeida

Saladas Pra Que Vos Quero!

Que tal substituir a refeição que se faz normalmente por uma salada?

De acordo com a nutricionista Vivian Goldberger, para susbstituir adequadamente refeições, a salada deve conter fontes de proteínas (carne vermelha, frango, peixe, ovos, soja ou frutos do mar), carboidratos (macarrão ou tubérculos, como batata, mandioquinha, inhame, cará, milho) e leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico ou ervilha).

“Na hora de temperar, outra dica gostosa e saudável: azeite batido com ervas, que só deve ser acrescentado na hora de servir. A salada deve conter muitas folhas verdes, legumes crus e quanto mais coloridos melhor. Se possível, adicionar sementes como a de girassol, gergelim e linhaça. Também é interessante polvilhar castanhas como a de caju e do Pará”, ensina.

salada

 Seguem algumas receitas de saladas que podem ser muito bem degustadas!

© Jacek Chabraszewski - Fotolia.com

© Jacek Chabraszewski – Fotolia.com

SALADA MEXICANA

“Com atum e maionese light, oferece proteína magra e gordura boa e serve como recheio de tomates crus sem sementes. Se quiser complementar a refeição, acrescente uma porção de arroz ou massa integral”.

Ingredientes:
4 tomates grandes, firmes e bem lavados
1 lata de atum light
1/4 de cebola em cubos
1/4 de pimentão verde em cubos
1/4 de pimentão vermelho em cubos
1 lata de milho
4 colheres (sopa) de maionese light
Folhas de coentro (ou salsa)

Modo de preparo:
Corte uma tampa na parte superior dos tomates. Retire a polpa com cuidado e deixe os tomates virados para baixo sobre um papel-toalha para escorrer o excesso de água. Em uma tigela, coloque o atum, a cebola, os pimentões e o milho e misture a maionese. Recheie os tomates e decore com coentro ou salsa. Sirva em seguida.

© sugar0607 - Fotolia.com

© sugar0607 – Fotolia.com

SALADA TROPICAL

Ingredientes:
Mix de alfaces (lisa, crespa, escura e romana)
Rúcula
1 tomate fatiado
1/4 de xícara de manga em cubinhos
5 unidades de kani kama cortados em cubinhos
1/4 de xícara de abacaxi em cubos
1/4 de xícara de azeitonas pretas fatiadas
4 ovos de codorna
Cenoura ralada

Molho:
1 colher de sopa de azeite extra-virgem
1 colher de sopa de vinagre balsâmico
Sal light a gosto

Modo de preparo:
Forre o prato com as folhas e, por cima, arrume os demais ingredientes. Em um recipiente, bata vigorosamente os ingredientes do molho e despeje sobre a salada. Bom apetite!

A healthy red quninoa salad

© MSPhotographic – Fotolia.com

SALADA ORIENTAL

“A quinoa e o shitaque garantem fibras e proteína de boa qualidade, ao lado de cenoura ralada e folhas de rúcula. Por isso, é uma salada que faz às vezes de um jantar levinho. Quer mais substância? Sirva-a com um filet bovino magro grelhado”, ensina a nutricionista Vivian Goldberger.

Ingredientes:
1 dente de alho picado
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
8 cogumelos shitake cortados em tiras
Sal a gosto
1 xícara (café) de vinho branco seco
1 cebola roxa pequena em fatias finas
1 e ½ xícaras (chá) de quinoa cozida
2 xícaras (chá) de vagens cozidas e picadas.

Molho:
3 colheres (sopa) de molho de soja (shoyu)
2 colheres (sopa) de água
1 pitada de açúcar
Gengibre ralado a gosto
Pimenta dedo-de-moça sem sementes em tiras a gosto

Modo de preparo:
Doure o alho no azeite, acrescente o shitake e tempere com sal. Quando secar a água que o cogumelo soltar, junte o vinho e refogue por 3 minutos. Retire do fogo, disponha em uma travessa e misture com a cebola, a quinoa e a vagem. Regue com os ingredientes do molho misturados e sirva.

Diante dessas receitinhas maravilindas, não resta muito o que dizer. Bom Apetite!

Parte das receitas, via GuiaDaSemana

Flavio Gikovate – o Dr. Que Cuidava dos Corações Partidos e Afins

Fiquei um pouco triste ao saber na noite passada que o Dr.Gikovate faleceu. Ele deixou uma obra muito boa no seu trabalho incansável de tratar com as emoções e sentimentos das pessoas, principalmente no que diz respeito as relações amorosas e as relações da pessoa consigo mesma. Era muito bacana ouvir como ele com seu jeito calmo e acertivo, ia lidando com as dúvidas e angústia dos ouvintes de seu programa na rádio CBN, quando ele ao vivo apresentava “No Divã Do Gikovate“. Vai me deixar muitas saudades.

flávio gikovate

Dr. Flávio Gikovate

“Médico psiquiatra, psicoterapeuta, conferencista e escritor, Flávio Gikovate morreu nesta quinta-feira, 13, às 18h30, depois de uma curta batalha contra um câncer de pâncreas descoberto em abril. Ele estava internado no hospital Albert Einstein desde o início da semana passada. Autor de inúmeros livros que se tornaram best-sellers, ele apresentava o programa No Divã Do Gikovate, na rádio CBN, e participava periodicamente de encontros, sempre lotados, com o público na Livraria Cultura. Foi num desses encontros, em 13 de setembro, que ele apresentou seu último livro: Para Ser Feliz no Amor (Summus). Na obra, o autor analisa os aspectos que prejudicam os relacionamentos – para ele, a baixa autoestima, o ciúme, o medo de perder o ser amado, a vontade de mudar o outro. E, claro, aponta o caminho para que o casal encontre a felicidade. Confiante no tratamento, Gikovate andava cheio de planos. Dois dias depois do lançamento, no entanto, descobriu uma metástase.

Pioneiro nos estudos sobre o sexo, amor e vida conjugal no Brasil, ele publicou mais de 30 livros que já venderam, juntos, cerca de 1 milhão de exemplares. Gikovate falava sobre temas complicados de relacionamento de um jeito que todos entendiam. Daí seu sucesso.

Sua estréia na literatura foi em 1975. De lá para cá, publicou obras como O Mal Bem e Mais Além, Uma História do Amor… Com Final Feliz, A Arte de Educar, Uma Nova Visão do Amor, Ensaios sobre Amor e Solidão, Deixar de Ser Gordo, Além do Divã – Autobiografia e muitos outros. Nascido em 11 de janeiro de 1943, Flávio Gikovate se formou em medicina em 1966, na USP. Ele contava que sua grande fonte de inspiração eram seus pacientes – foram mais de 10 mil nesses 50 anos. “Escrevo o que vivo na prática. E não há melhor material de observação do que o comportamento das pessoas. Não invento fórmulas. Meu objetivo é levar conhecimento. Se isso é autoajuda, então escrevo livros de autoajuda. Não tenho medo de rótulos. O meu respaldo não é acadêmico. Ele vem do público, que compra os meus livros e gosta do que lê“, escreveu em seu site” (via Estadão)

Pra quem ainda não o conhece, segue abaixo um dos programas que ele apresentou, na íntegra:

Deboísmo – Estilo de Vida

Deboismo

Achei bacana o artigo que segue:

Só para ficar um pouco mais claro gente:

Deboísmo é um estilo de vida. Ser de boa não significa ser inerte ao mundo, significa ser ponderado. É o “não se esquecer” que quem debate com você do outro lado da tela é uma pessoa, digna de respeito, assim como você.

Ser de boa não significa não debater, não significa se calar perante as injustiças. Significa não ofender as pessoas, argumentar de maneira lógica e sensata, sempre respeitando os direitos humanos.

Ser de boa significa deixar uma discussão acabar mesmo sem convencer o inimigo, principalmente se ele partir pra ofensas. Pois uma mente que está tomada pela raiva provavelmente não estará aberta a uma nova ideia.
Significa também, não se incomodar e se estressar com os pequenos problemas que a vida nos traz. Quando lidamos com um monte de problemas pequenos, fica mais fácil lidar com os grandes problemas.

O deboísta faz a sua parte para parar o que lhe aflige, ele muda o que pode para fazer a sociedade um lugar melhor, virtualmente ou não. Procura contribuir de todas as formas cabíveis, e não sofre pelo incabível.

Quem acha que ser de boa é aceitar injustiças acontecendo, o mal sendo feito, claramente não entendeu o recado.
Significa, em suma, ser de boas.

Via Deboísmo

 

Dar a Volta por Cima

Amei esse texto da Gordivah, por isso o compartilho aqui:

GordivahEu vou contar um segredinho sobre mim: eu nem sempre me amei. Eu já me odiei, já tive fases de fugir de espelhos, de ficar chorando em cima de uma cama com depressão, já tive vergonha até mesmo de jogar o lixo fora na lixeira do corredor do prédio onde moro por medo de dar de cara com algum vizinho e escutar que eu tinha engordado mais…já ouvi do cara que eu namorava que eu estava engordando e devia fechar a boca, já ouvi do cara por quem eu era apaixonada “se você emagrecer eu fico com você”, já fui chamada, aos berros, de baleia em pleno carnaval, já fiquei entalada em roleta no ônibus, já sofri perseguição em família, gordofobia no trabalho, esporro de “amigos”, já ouvi e passei tanta coisa por ser assim como sou, tanto ódio e intolerância que eu costumo dizer que infelizmente eu recebi uma amostra grátis do Destino de tudo de ruim que a humanidade pode oferecer.
E com propriedade eu posso te contar um segredo pra ser feliz e se libertar do peso da opinião alheia: IGNORE a opinião dos outros sobre você, entenda que o que pensam sobre você não te define! Você não é uma imagem criada por mentes preconceituosas, fúteis, narcisistas e pequenas! Você é uma pessoa única, incrível, impossível de ser copiada, clonada em sua perfeição. A sua maneira de olhar, sorrir, o modo como você ajeita seu cabelo, a cara que você faz quando fica brava, seu jeito de sorrir, tudo isso é impossível de replicar e copiar com perfeição.

Ninguém pode fazer melhor que você mesma o papel de ser você, porque sua essência, sua alma é que são a cereja do bolo. Você é tão linda e perfeita, como pétalas de flores que são únicas, embora de existência tão passageira.
Você não precisa da validação de ninguém pra saber que é bela, pra elevar sua autoestima. Você será linda, estonteante quando decidir ser assim, quando decidir enterrar o preconceito e ódio que até então nutria por si mesma!

Liberte-se dos grilhões dos padrões! Olhe menos paras as capas photoshopadas nas revistas e mais para si mesma, aprecie sua imagem no espelho, mime seu corpo com óleos perfumados, cremes, loções, esfoliantes, qualquer coisa que demonstre cuidado e carinho. Cuide do seu corpo por inteiro como cuida
de seus cabelos. Você não é uma peruca pra só cuidar de fios de cabelo, mas sim uma mulher por inteiro!
Pare de de só cuidar dos cabelos e só tirar fotos de rosto! Assuma-se! Revele-se para o mundo! Seja você mesma! E só aí você será plenamente feliz e não apenas em partes” por Claudia Rocha GorDivah

se sentindo totalmente apaixonada por mim mesma.

Miss Todd – Pioneira da Aviação

É sempre bom notar e saber da história de mulheres que tomaram a frente em áreas onde no geral os homens são quem dizem ser os dominantes. Achei muito bacana a história que li no Catraca Livre e segue abaixo:

Animação ‘Miss Todd’ conta história da pioneira da aviação

527128_orig-1024x680

Quando o assunto é história da aviação, sempre ouvimos falar dos irmãos Wright e do brasileiro Santos-Dumont, responsáveis pelo primeiro vôo controlado com uma máquina e pelo primeiro vôo oficialmente documentado em um avião, respectivamente. No entanto, pouco se fala sobre E. Lilian Todd, a primeira mulher a projetar um avião.

Neta de um mecânico, a americana foi uma inventora autodidata que não teve seu talento reconhecido pelo meio acadêmico. Foi recusada no curso de aeronáutica em diferentes universidades, conseguindo construir seu primeiro avião graças ao patrocínio de uma chamada Olivia Sage.

Ainda enfrentando os desafios impostos às mulheres no início do século XX, Todd teve a licença para pilotar negada e não pôde pilotar sua própria máquina voadora em 1909. Essa história de pioneirismo, talento e luta é recontada de forma lúdica e surpreendente pelo curta de animação premiado “Miss Todd”, lançado em 2013 e disponibilizado recentemente na web. Assista a seguir:

Veja o making of da produção (em inglês) a seguir:

A Beleza é tudo Isso

“Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.

Não temos a menor ideia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra… está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros – é uma questão de proporções, não de medidas.

As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas… . Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los.

Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras.

A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor.

As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas… Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão.

É essa a lei da natureza… que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde.

Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês. porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda.

As jovens são lindas… mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado. O corpo muda… cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo.

Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (sem sabotagem e sem sofrer); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.

Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos ‘em formol’ nem em spa… viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.
Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se!”
A beleza é tudo isto.

Paulo Coelho

gordinha-g

“Pronta para Mudar?”

   

image

“Pronta para Mudar?”
Por Valquíria

Esse foi o questionamento feito a mim hoje enquanto fazia uma breve retrospectiva de minhas experiências amorosas.

Quem me fizera tal questionamento? Eu mesma, depois de perceber-me descontente com os resultados obtidos, mas tão difícil de entender e ouvir aquela voz que brotava do mais íntimo do meu eu, era admitir que esta sem dúvidas tornara-se a proposta mais coerente que eu me teria feito, após muitos anos de insistência e aceitações sem quaisquer perspectiva.

Sim. Era chegada a hora e agora?

Mudar não é um ato tão simples, que precise apenas de um ok para tornar-se real e o mais complicado ainda estava por vir. Mudar o que?

Foram frações de instantes até entender o que estava acontecendo, mas uma vez o telefone não tocou.

É. Afinal o que esperar das minhas indecisões e da falta de atitude?

Aquela sem dúvidas era uma manhã nada peculiar, meu coração como um cronômetro descompassado lembrava-me que o tempo não espera e que o instante a ser aproveitado é o agora.

Nunca havia ouvido tão alto e forte a vida em mim, pulsar e ordenar-me que tomasse uma nova atitude, deixando de sufocá-la em meio a tantas desculpas e porquês.

Agora já não havia como voltar atrás, a opção estava posta: era recomeçar ou recomeçar.

Fácil? Não. Mas necessário. Era o que meu eu dizia em alto e bom tom encorajando-me a sair de minha zona de conforto e aventurar-me nesta nova aventura que é escrever uma nova página de nossas vidas, deixando pra trás os vícios e mesmices que nos aprisionam e nos levam a cometer os mesmos erros e a sofrer os mesmos males.  

Chega! Essa era eu mesma, respondendo sim, na convicção que o passado suas mazelas, desacertos e desenganos não farão mais parte de minha vida, pois acima de tudo proponho-me a ser feliz, e por mais doloroso que seja eu decido: Estou pronta para mudar; meu eu, meu destino, minha vida.

image

Não se Odeie, Se Modifique

gordinha-apette

Quem não faz alguma merdinha na vida e com isso acaba se prejudicando? Quando em geral isso acontece é normal a gente ficar se odiando e se ofendendo mentalmente. Não se odeie, SE MODIFIQUE. Ficar dizendo pra si mesma o quanto foi boba estúpida, idiota e etc e tal não vai resolver o problema. Reconheça o que fez de errado e procure um novo modo de fazer a coisa dar certo. Há quem junte ao se ofender a si mesma com o se entupir de comida, buscando ter no prazer de comer uma compensação por causa da frustração. Há quem use a comida como arma contra si mesma, se vingando, quando o comer em excesso acaba sendo uma forma de prejudicar a própria saúde. Portanto, cuidado contigo mesma por dentro no que suas emoções influenciam seus pensamentos e vice versa. Se modifique aos poucos, tenha paciência com quem você está sendo. Na maior parte do tempo na vida estamos em constante mudança, não permanecemos a vida inteira fazendo besteiras – e menos ainda quando NÃO QUEREMOS mais cometer os mesmos erros tolos de sempre.

Simplicidade como caminho

Simplicidade como caminho: Jorge Mello

Monge ordenado no Zen Budismo com o nome de Koho.

Brasileiro nascido nos pampas de Itaqui (RS), considera-se cidadão planetário e irmão de todos os seres. Há tempos trilha os caminhos do Viver Simples. Participou em 2003 de treinamento específico sobre “Simplicidade e Transformação Social” no Schumacher College na Inglaterra.

Shiatsuterapeuta, praticante e instrutor de Aikido e Yoga, formação em Terapia de Família e de Casais pelo INFAPA — Porto Alegre(RS). Treinamento em “Conflict Facilitation” em Findhorn (Escócia) e “Climate Ambassador” na Krogerup Hojskole (Dinamarca).

http://www.TEDxPelourinho.com.br

Sobre dividir a sua vida com alguém

Embora eu tenha passado por vários “casinhos” cheios de experiências ruins que me fizeram aprender muito, tenho notado a cada dia o quanto é difícil dividir a sua vida com uma outra pessoa e isso não vale apenas para relacionamentos de casal, mas para amigos e para a família também. Sou uma pessoa de personalidade muito forte, geniosa, teimosa, que fala o que pensa sem dó e nem piedade e impulsiva; também sei que diversas vezes faço drama e, tenho notado, que às vezes praticamente faço birra igual criança. Quantos defeitos, não?

É duro sentar e simplesmente enumerar todas as coisas que você precisa melhorar, mas isso precisa ser feito para que você não coloque coisas boas a perder. Sabe o tal do copo? Todo mundo tem um e as gotas vão pingando. Se começar a pingar muito, com muita frequência, esse copo vai transbordar e você pode dar xeque-mate na sua felicidade, ou um fatality (saudades, Mortal Kombat) seguido de um horrível “game over”.

A verdade é que e difícil ser menos você e mais alguma coisa que você não é no dia a dia. É difícil reconhecer que às vezes um simples “respirar fundo” pode não ocasionar uma discussão banal, uma chateação com seus pais, uma desavença com um amigo ou a inimizade do chefe. Não é ser submissa a tudo e nem engolir todos os sapos, mas a gente às vezes faz picuinha com coisas tão pequenas que depois o arrependimento é infinitamente maior, fora o desgaste emocional de ter causado uma situação que gerou um sentimento ruim.

dividir a vida com alguém

“Nós não vemos as coisas como elas são, nós vemos as coisas como nós somos.”

Falando em relacionamento de casal, e aí tem a ver com lances de segurança e autoestima, aprendi a agir de determinadas formas no passado que, se eu não mudar agora, colocarei tudo a perder. Porque a gente às vezes quer atenção demais, cuidado demais e quer que o outro mostre pra gente que temos valor, que somos amadas e isso é tão sutil e está tão enraizado no nosso inconsciente que a gente acaba cobrando do outro uma postura que ele não tem que, obrigatoriamente, ter. Pessoas demonstram amorcuidado de variadas formas. Se você tem um padrão determinado na sua mente do que é o “certo” e o seu parceiro(a) não faz isso e você é desagradada, foi-se o dedinho no botão de “start” para começar um desentendimento. Isso não é bom, isso desgasta e ninguém aguenta.

Para sermos mais felizes, é importante fazer essas reflexões, sim. Aprendi com uma de minhas psicólogas a ter consciência dos meus defeitos e comportamentos mais nocivos. Ela dizia que, ao ter consciência daquilo, eu precisava começar a perceber quando aquela postura se desencadeava para conseguir frear antes de “bater”. E eu melhorei em muita coisa, mas ainda tenho muito chão pela frente, especialmente agora por estar em um relacionamento em que tudo é muito novo pra mim, a inexperiência é grande e a personalidade sobra.

Te convido a sentar depois de ler este editorial e fazer uma lista com seus piores defeitos e comportamentos para, em seguida, analisar o que é que desencadeia isso em você e o que você pode fazer para freá-los antes mesmo do trem querer partir da estação. Isso vai melhorar a sua vida como um todo e vai fazer de nós mulheres mais seguras, mais sábias, mais confiantes e com uma melhor autoestima!

Texto de Paula Bastos

via GrandesMulheres

Grandes Mudanças

Lembrando que, o que faz do milho virar pipoca

é um calor extremo.

Gandes Mudanças