Deboísmo – Estilo de Vida

Deboismo

Achei bacana o artigo que segue:

Só para ficar um pouco mais claro gente:

Deboísmo é um estilo de vida. Ser de boa não significa ser inerte ao mundo, significa ser ponderado. É o “não se esquecer” que quem debate com você do outro lado da tela é uma pessoa, digna de respeito, assim como você.

Ser de boa não significa não debater, não significa se calar perante as injustiças. Significa não ofender as pessoas, argumentar de maneira lógica e sensata, sempre respeitando os direitos humanos.

Ser de boa significa deixar uma discussão acabar mesmo sem convencer o inimigo, principalmente se ele partir pra ofensas. Pois uma mente que está tomada pela raiva provavelmente não estará aberta a uma nova ideia.
Significa também, não se incomodar e se estressar com os pequenos problemas que a vida nos traz. Quando lidamos com um monte de problemas pequenos, fica mais fácil lidar com os grandes problemas.

O deboísta faz a sua parte para parar o que lhe aflige, ele muda o que pode para fazer a sociedade um lugar melhor, virtualmente ou não. Procura contribuir de todas as formas cabíveis, e não sofre pelo incabível.

Quem acha que ser de boa é aceitar injustiças acontecendo, o mal sendo feito, claramente não entendeu o recado.
Significa, em suma, ser de boas.

Via Deboísmo

 

Dar a Volta por Cima

Amei esse texto da Gordivah, por isso o compartilho aqui:

GordivahEu vou contar um segredinho sobre mim: eu nem sempre me amei. Eu já me odiei, já tive fases de fugir de espelhos, de ficar chorando em cima de uma cama com depressão, já tive vergonha até mesmo de jogar o lixo fora na lixeira do corredor do prédio onde moro por medo de dar de cara com algum vizinho e escutar que eu tinha engordado mais…já ouvi do cara que eu namorava que eu estava engordando e devia fechar a boca, já ouvi do cara por quem eu era apaixonada “se você emagrecer eu fico com você”, já fui chamada, aos berros, de baleia em pleno carnaval, já fiquei entalada em roleta no ônibus, já sofri perseguição em família, gordofobia no trabalho, esporro de “amigos”, já ouvi e passei tanta coisa por ser assim como sou, tanto ódio e intolerância que eu costumo dizer que infelizmente eu recebi uma amostra grátis do Destino de tudo de ruim que a humanidade pode oferecer.
E com propriedade eu posso te contar um segredo pra ser feliz e se libertar do peso da opinião alheia: IGNORE a opinião dos outros sobre você, entenda que o que pensam sobre você não te define! Você não é uma imagem criada por mentes preconceituosas, fúteis, narcisistas e pequenas! Você é uma pessoa única, incrível, impossível de ser copiada, clonada em sua perfeição. A sua maneira de olhar, sorrir, o modo como você ajeita seu cabelo, a cara que você faz quando fica brava, seu jeito de sorrir, tudo isso é impossível de replicar e copiar com perfeição.

Ninguém pode fazer melhor que você mesma o papel de ser você, porque sua essência, sua alma é que são a cereja do bolo. Você é tão linda e perfeita, como pétalas de flores que são únicas, embora de existência tão passageira.
Você não precisa da validação de ninguém pra saber que é bela, pra elevar sua autoestima. Você será linda, estonteante quando decidir ser assim, quando decidir enterrar o preconceito e ódio que até então nutria por si mesma!

Liberte-se dos grilhões dos padrões! Olhe menos paras as capas photoshopadas nas revistas e mais para si mesma, aprecie sua imagem no espelho, mime seu corpo com óleos perfumados, cremes, loções, esfoliantes, qualquer coisa que demonstre cuidado e carinho. Cuide do seu corpo por inteiro como cuida
de seus cabelos. Você não é uma peruca pra só cuidar de fios de cabelo, mas sim uma mulher por inteiro!
Pare de de só cuidar dos cabelos e só tirar fotos de rosto! Assuma-se! Revele-se para o mundo! Seja você mesma! E só aí você será plenamente feliz e não apenas em partes” por Claudia Rocha GorDivah

se sentindo totalmente apaixonada por mim mesma.

Miss Todd – Pioneira da Aviação

É sempre bom notar e saber da história de mulheres que tomaram a frente em áreas onde no geral os homens são quem dizem ser os dominantes. Achei muito bacana a história que li no Catraca Livre e segue abaixo:

Animação ‘Miss Todd’ conta história da pioneira da aviação

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Quando o assunto é história da aviação, sempre ouvimos falar dos irmãos Wright e do brasileiro Santos-Dumont, responsáveis pelo primeiro vôo controlado com uma máquina e pelo primeiro vôo oficialmente documentado em um avião, respectivamente. No entanto, pouco se fala sobre E. Lilian Todd, a primeira mulher a projetar um avião.

Neta de um mecânico, a americana foi uma inventora autodidata que não teve seu talento reconhecido pelo meio acadêmico. Foi recusada no curso de aeronáutica em diferentes universidades, conseguindo construir seu primeiro avião graças ao patrocínio de uma chamada Olivia Sage.

Ainda enfrentando os desafios impostos às mulheres no início do século XX, Todd teve a licença para pilotar negada e não pôde pilotar sua própria máquina voadora em 1909. Essa história de pioneirismo, talento e luta é recontada de forma lúdica e surpreendente pelo curta de animação premiado “Miss Todd”, lançado em 2013 e disponibilizado recentemente na web. Assista a seguir:

Veja o making of da produção (em inglês) a seguir:

A Beleza é tudo Isso

“Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.

Não temos a menor ideia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra… está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros – é uma questão de proporções, não de medidas.

As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas… . Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los.

Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras.

A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor.

As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas… Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão.

É essa a lei da natureza… que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde.

Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês. porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda.

As jovens são lindas… mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado. O corpo muda… cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo.

Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (sem sabotagem e sem sofrer); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.

Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos ‘em formol’ nem em spa… viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.
Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se!”
A beleza é tudo isto.

Paulo Coelho

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“Pronta para Mudar?”

   

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“Pronta para Mudar?”
Por Valquíria

Esse foi o questionamento feito a mim hoje enquanto fazia uma breve retrospectiva de minhas experiências amorosas.

Quem me fizera tal questionamento? Eu mesma, depois de perceber-me descontente com os resultados obtidos, mas tão difícil de entender e ouvir aquela voz que brotava do mais íntimo do meu eu, era admitir que esta sem dúvidas tornara-se a proposta mais coerente que eu me teria feito, após muitos anos de insistência e aceitações sem quaisquer perspectiva.

Sim. Era chegada a hora e agora?

Mudar não é um ato tão simples, que precise apenas de um ok para tornar-se real e o mais complicado ainda estava por vir. Mudar o que?

Foram frações de instantes até entender o que estava acontecendo, mas uma vez o telefone não tocou.

É. Afinal o que esperar das minhas indecisões e da falta de atitude?

Aquela sem dúvidas era uma manhã nada peculiar, meu coração como um cronômetro descompassado lembrava-me que o tempo não espera e que o instante a ser aproveitado é o agora.

Nunca havia ouvido tão alto e forte a vida em mim, pulsar e ordenar-me que tomasse uma nova atitude, deixando de sufocá-la em meio a tantas desculpas e porquês.

Agora já não havia como voltar atrás, a opção estava posta: era recomeçar ou recomeçar.

Fácil? Não. Mas necessário. Era o que meu eu dizia em alto e bom tom encorajando-me a sair de minha zona de conforto e aventurar-me nesta nova aventura que é escrever uma nova página de nossas vidas, deixando pra trás os vícios e mesmices que nos aprisionam e nos levam a cometer os mesmos erros e a sofrer os mesmos males.  

Chega! Essa era eu mesma, respondendo sim, na convicção que o passado suas mazelas, desacertos e desenganos não farão mais parte de minha vida, pois acima de tudo proponho-me a ser feliz, e por mais doloroso que seja eu decido: Estou pronta para mudar; meu eu, meu destino, minha vida.

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Não se Odeie, Se Modifique

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Quem não faz alguma merdinha na vida e com isso acaba se prejudicando? Quando em geral isso acontece é normal a gente ficar se odiando e se ofendendo mentalmente. Não se odeie, SE MODIFIQUE. Ficar dizendo pra si mesma o quanto foi boba estúpida, idiota e etc e tal não vai resolver o problema. Reconheça o que fez de errado e procure um novo modo de fazer a coisa dar certo. Há quem junte ao se ofender a si mesma com o se entupir de comida, buscando ter no prazer de comer uma compensação por causa da frustração. Há quem use a comida como arma contra si mesma, se vingando, quando o comer em excesso acaba sendo uma forma de prejudicar a própria saúde. Portanto, cuidado contigo mesma por dentro no que suas emoções influenciam seus pensamentos e vice versa. Se modifique aos poucos, tenha paciência com quem você está sendo. Na maior parte do tempo na vida estamos em constante mudança, não permanecemos a vida inteira fazendo besteiras – e menos ainda quando NÃO QUEREMOS mais cometer os mesmos erros tolos de sempre.

Simplicidade como caminho

Simplicidade como caminho: Jorge Mello

Monge ordenado no Zen Budismo com o nome de Koho.

Brasileiro nascido nos pampas de Itaqui (RS), considera-se cidadão planetário e irmão de todos os seres. Há tempos trilha os caminhos do Viver Simples. Participou em 2003 de treinamento específico sobre “Simplicidade e Transformação Social” no Schumacher College na Inglaterra.

Shiatsuterapeuta, praticante e instrutor de Aikido e Yoga, formação em Terapia de Família e de Casais pelo INFAPA — Porto Alegre(RS). Treinamento em “Conflict Facilitation” em Findhorn (Escócia) e “Climate Ambassador” na Krogerup Hojskole (Dinamarca).

http://www.TEDxPelourinho.com.br

Sobre dividir a sua vida com alguém

Embora eu tenha passado por vários “casinhos” cheios de experiências ruins que me fizeram aprender muito, tenho notado a cada dia o quanto é difícil dividir a sua vida com uma outra pessoa e isso não vale apenas para relacionamentos de casal, mas para amigos e para a família também. Sou uma pessoa de personalidade muito forte, geniosa, teimosa, que fala o que pensa sem dó e nem piedade e impulsiva; também sei que diversas vezes faço drama e, tenho notado, que às vezes praticamente faço birra igual criança. Quantos defeitos, não?

É duro sentar e simplesmente enumerar todas as coisas que você precisa melhorar, mas isso precisa ser feito para que você não coloque coisas boas a perder. Sabe o tal do copo? Todo mundo tem um e as gotas vão pingando. Se começar a pingar muito, com muita frequência, esse copo vai transbordar e você pode dar xeque-mate na sua felicidade, ou um fatality (saudades, Mortal Kombat) seguido de um horrível “game over”.

A verdade é que e difícil ser menos você e mais alguma coisa que você não é no dia a dia. É difícil reconhecer que às vezes um simples “respirar fundo” pode não ocasionar uma discussão banal, uma chateação com seus pais, uma desavença com um amigo ou a inimizade do chefe. Não é ser submissa a tudo e nem engolir todos os sapos, mas a gente às vezes faz picuinha com coisas tão pequenas que depois o arrependimento é infinitamente maior, fora o desgaste emocional de ter causado uma situação que gerou um sentimento ruim.

dividir a vida com alguém

“Nós não vemos as coisas como elas são, nós vemos as coisas como nós somos.”

Falando em relacionamento de casal, e aí tem a ver com lances de segurança e autoestima, aprendi a agir de determinadas formas no passado que, se eu não mudar agora, colocarei tudo a perder. Porque a gente às vezes quer atenção demais, cuidado demais e quer que o outro mostre pra gente que temos valor, que somos amadas e isso é tão sutil e está tão enraizado no nosso inconsciente que a gente acaba cobrando do outro uma postura que ele não tem que, obrigatoriamente, ter. Pessoas demonstram amorcuidado de variadas formas. Se você tem um padrão determinado na sua mente do que é o “certo” e o seu parceiro(a) não faz isso e você é desagradada, foi-se o dedinho no botão de “start” para começar um desentendimento. Isso não é bom, isso desgasta e ninguém aguenta.

Para sermos mais felizes, é importante fazer essas reflexões, sim. Aprendi com uma de minhas psicólogas a ter consciência dos meus defeitos e comportamentos mais nocivos. Ela dizia que, ao ter consciência daquilo, eu precisava começar a perceber quando aquela postura se desencadeava para conseguir frear antes de “bater”. E eu melhorei em muita coisa, mas ainda tenho muito chão pela frente, especialmente agora por estar em um relacionamento em que tudo é muito novo pra mim, a inexperiência é grande e a personalidade sobra.

Te convido a sentar depois de ler este editorial e fazer uma lista com seus piores defeitos e comportamentos para, em seguida, analisar o que é que desencadeia isso em você e o que você pode fazer para freá-los antes mesmo do trem querer partir da estação. Isso vai melhorar a sua vida como um todo e vai fazer de nós mulheres mais seguras, mais sábias, mais confiantes e com uma melhor autoestima!

Texto de Paula Bastos

via GrandesMulheres

Gostar de Si

se gostar

Chegar nesse nível ai, de “Não preciso que gostem de mim, eu gosto” é algo bem elevado no meu ponto de vista. Mas é bem possível. Viver numa sociedade onde nos dizem que somos como que obrigados a gostar e estar sendo gostados, pode ser difícil viver quando isso não acontece. É difícil entender que o gostar é espontâneo e não dá pra ser forçado. Nem sempre quem a gente gosta, gosta da gente na mesma proporção. Não dá pra obrigar as pessoas a gostarem da gente. Quando acontece um gostar mútuo, isso é quase como um milagre. Se persistir e durar ao longo dos anos, se virar amor por decisão de ambos, seremos de fato abençoados. Mas antes de que isso aconteça, é essencial nos gostarmos, nos amarmos, nos querermos bem. Uma boa conversa consigo mesmo todos os dias é essencial. Faz bem. Não se ofender a si mesmo, reconhecer suas próprias qualidades e ser tolerante com as suas fraquezas (todos somos mistura de fortalezas e defesas, ninguém é 100% perfeito). Ter paciência com quem somos nos ajuda um monte, na caminhada de viver um dia por vez.

Da Beleza Real

Não se contente em apenas se sentir linda. SEJA LINDA! SER linda é diferente de se sentir linda ou de parecer linda. Pode ser que SER dê um tanto de trabalho, afinal de contas você vai ter de ir contra toda uma cultura (que tem mudado aos poucos, é verdade) e que diz que uma mulher gorda não é assim tão bela quanto pode pensar. Mas quem são os outros pra nos dizer o que podemos ou não pensar?

Entenda que a BELEZA não é o que todos dizem e muito menos o que poucos dizem. A beleza é o que é e está em todo lugar, mas só reconhece a beleza quem quiser. Ela está dentro de quem a vê por fora. Ou seja, o que é belo ou não vem dentro de cada um, nas preferências de cada um ou dentro do que cada um escolheu crer. Os que acreditam que BELEZA é apenas o que a maioria diz, vão ficar escravos das mudanças da moda, conforme a mídia propaga novos interesses e queiram vender novos produtos. Ai de quem se deixa escravizar e acaba tendo o seu corpo como objeto de barganha. É triste ver pessoas deprimidas por não terem um corpo objeto, digno de vitrine. A dignidade da beleza de um corpo está em sua existência saudável. Se o seu corpo está saudável, sem doença que te prejudique a qualidade de vida; se o seu corpo está bem cuidado, não está sujo nem ferido, então o seu corpo é PERFEITO. Mesmo que hajam estrias e celulites e cicatrizes de operações ou acidentes… o corpo quando funciona bem, é um corpo perfeito, pois a vida está bem guardada dentro dele. Essa é a beleza que importa a da vida fazendo o corpo funcionar.

Full Bus (Ônibus Cheio)

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Nota: Não é nada fácil andar logo de manhã cedo dentro de um ônibus cheio. O motorista vai parando em cada ponto, enchendo o espaço que há com mais corpos do que antes se achava ser possível. Em dados momentos a pressão entre os mesmos, em pé no corredor, se esforçando pra se manterem equilibrados, sofrem o que poderia se igualar a uma luta corporal injusta, tendo em vista que ambos perdem mas ainda assim fazem força pra ficar com o mínimo de conforto no pouco espaço disponível. O jogo de empurra empurra não vai dar em nada, ambas sardinhas enlatadas não conseguirão sair de suas posições comprimidas até que se chegue ao seu destino. O que se há de fazer quando dentro de uma situação como essa? No exato momento que o fato acontece, tudo motiva angústia, raiva, indignação, tristeza, toda uma gama de emoções e sentimentos dispostos a estragar o dia. Mas a resiliência ensina que devemos suportar a adversidade e chegar até o cumprimento de nosso objetivo sem sermos derrotados pelo meio do caminho. Uma boa argumentação mental ajuda nesse sentido. A mente passa a buscar na memória com auxílio da razão, palavras de ânimo baseadas na realidade por mais dura que seja. O foco passa a ser um futuro breve, logo ali no fim da viagem, que na pior das hipóteses vai demorar no máximo três horas – estimativa essa calculada pra mais, bem mais do que o que de fato acontece. Não foi à toa que Jesus ensinou: “Se te obrigarem a caminhar uma milha, caminhe duas”. Jesus estava ensinando a resiliência, treinando as mentalidades que quisessem ser mais fortes e vencedoras. A sensação de uma pessoa presa na situação de um ônibus cheio é aquela do tipo que faz parecer que a pessoa é uma derrotada e está em situação de extrema desvantagem na vida. Isso pode ser um fato, inclusive humilhante. Acontece que a aparência das coisas não deve ser a última verdade. Quando passamos a ver mais adiante, a condição da vida fora do ônibus, em liberdade de corpo não tocado pela presença de estranhos, a disposição emocional muda e podemos inclusive rir da situação. A gente passa a ver  que no passado os escravos nos navios negreiros deviam sofrer situação parecida ou pior, mas foram sobreviventes e trouxeram a esse continente chamado humildemente de Brasil, a força com a qual muito do que está de pé foi construído. Os supostos escravos de hoje em dia, diferentes dos outros têm a seu favor a possibilidade de comprar a própria carta de alforria, por meio de uma mudança de vida.  Um dos pensamentos que surgem quando em situação de dificuldade quando não somos vencidos pelo que for negativo, é: O que posso fazer pra mudar isso? Tal questionamento pode ser a semente de uma bela colheita. Pois é do viver uma dificuldade que surge a consciência dela e também pode surgir a proposta de solução para o problema. Reclamar de um problema por si só não o resolve, pode ser perda de tempo e energia de vida. Mas ficar bem disposto e aprender o que possa ser útil na dificuldade, isso faz toda diferença pra melhor.

Dieta x reeducação alimentar

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Você sabe a diferença? Então fique atenta e emagreça definitivamente

Você come, come, come, sem se preocupar com a qualidade dos alimentos. Um dia, nada belo, se dá conta de que está beeem acima do peso. A solução? Alguma dieta do momento, claro! Sua amiga fez aquela famosa “do cristal” e perdeu os infelizes cinco quilos que a incomodavam. Sua vizinha enxugou oito com a do “miojo”. Óbvio que terá uma que vai servir para você. Mas, depois de um tempo em lua-de-mel com a balança, tudo volta a ser o que era antes… Até a próxima dieta. É aí que está seu erro – e o da maioria das pessoas. Emagrecer deve ser uma questão definitiva e só conseguimos resolvê-la de uma forma: reeducando nosso metabolismo. No entanto, para isso, devemos consertar primeiro nossa alimentação.

Para começar, é importante entender o conceito de dieta e de reeducação alimentar. Segundo a nutricionista Bárbara Sanches, a dieta seria um regime prescrito a uma pessoa geralmente com restrição total ou parcial de certos alimentos, e sempre com alguma finalidade terapêutica. Já a reeducação alimentar é o processo de aprendizado, conscientização e mudança de hábito alimentar de forma gradativa. “É o entendimento de erros alimentares e a compreensão do que é necessário ser alterado para prevenção, recuperação e/ou promoção da saúde”, descreve Barbara Sanches.

O objetivo da dieta é atingir algum efeito terapêutico, seja ele a diminuição de taxas elevadas de colesterol, a redução de peso, aumento de massa muscular etc

Pontapé inicial: dieta

Se você quer e precisa perder peso, você realmente pode estar necessitando entrar numa dieta. No entanto, não seria uma dessas milagrosas da moda, porque um regime deve, antes de mais nada, ter coerência e respeito com a saúde. “O objetivo da dieta é atingir algum efeito terapêutico, seja ele a diminuição de taxas elevadas de colesterol, a redução de peso, aumento de massa muscular etc. Mas, para a manutenção dos resultados alcançados, é preciso que esta dieta introduza mudanças saudáveis na alimentação, que deverão se tornar um hábito”, afirma a nutricionista Barbara Sanches, alertando: “Se isso não ocorrer, e a alimentação voltar como era antes, muito provavelmente, a pessoa retornará com as doenças, sinais e sintomas que apresentava anteriormente”.

Outro erro cometido por quem quer emagrecer é entender que dieta é a mesma coisa que fome. E redução calórica radical não é a solução. Isso porque a ausência de calorias pode significar a ausência de nutrientes importantes, provenientes delas. E, dessa forma, nossas necessidades diárias desses substratos – muitos deles fundamentais para a metabolização da gordura corporal – não são atendidas, prejudicando inclusive o próprio emagrecimento. Sem contar, outros processos essenciais à saúde.

Por isso, a nutricionista Barbara Sanches alerta que toda e qualquer dieta deve sempre ser prescrita e acompanhada pelo nutricionista, que é o profissional capacitado para detectar déficits nutricionais, bem como corrigi-los por meio da alimentação.

Qualidade x quantidade

Portanto, o importante é se preocupar com a qualidade da alimentação e não com a quantidade. Barbara Sanches explica que a variedade do cardápio é fundamental para que o organismo não seja privado dos nutrientes essenciais – como proteínas, minerais, vitaminas, fibras, gorduras e carboidratos. “Devemos priorizar frutas, verduras, legumes, alimentos integrais, consumir gorduras de boa qualidade, como as oleaginosas (amêndoas, nozes, castanhas etc.), azeite de oliva extra-virgem e óleo de canola; variar o consumo de peixe, frango, ovo e carne vermelha (em menor quantidade). E não esquecer das fontes protéicas vegetais (feijão, quinua, soja, entre outras)”, orienta a nutricionista, lembrando ainda que a ingestão de líquidos, como água, chás e sucos, também é muito importante.

Força de vontade

OK. Você fez a sua dieta, perdeu seus quilinhos extras, entendeu que precisa se conscientizar sobre seus hábitos alimentares. Mas é importante ter em mente que, num processo de transformação de estilo de vida, o mandamento número um é… força de vontade! “Qualquer mudança de hábitos, independentemente de qual, não é fácil. A pessoa geralmente é obrigada a deixar de realizar atividades que esta acostumada. Quando se trata da alimentação, ainda ocorre outra dificuldade, que é o hábito da família e das pessoas com quem se convive. Com certeza, isso influencia na escolha do cardápio. Por isso, a transição deve ser feita de forma gradativa, exigindo força de vontade e conscientização para que se incorporem hábitos novos”, finaliza Barbara Sanches.

Via BolsaDeMulher

Dança do ventre como tratamento a baixa autoestima e depressão

Dança do ventre como tratamento a baixa autoestima e depressão
Enviado por Katricia Rockenbach

Dança do ventre e autoestimaSempre que ouvimos falar de “Dança do Ventre”, pensamos em mulheres lindas, magras, perfeitas, com belas roupas e uma autoestima impecável.
Isso é verdade?

Parte sim. Muitas mulheres hoje procuram a dança do ventre para recuperar algo que perderam.

A autoestima, o amor próprio, o tempo, o relacionamento, cada uma com a sua particularidade.

Em meus anos como professora já ministrei aula para mulheres de todos os tipos, raças, culturas e idades. Cada uma vinha a minha com seu “problema”, algumas vinham por achar a dança bonita, outras porque querem se apresentar para os maridos ou namorados, algumas vinham pelos benefícios a saúde, tem também aquelas que querem apenas ocupar seu tempo e esquecer um pouco do trabalho, e então temos as alunas que passaram por alguma decepção, perca, ou qualquer outra situação que as constrangeram, fizeram ter vergonha de si e do seu corpo quem vem atrás da dança para se reencontrarem.

Mulheres que muitas vezes precisam de um abraço, um ombro amigo, uma frase que as ajudem a levantar.

Pesquisando e estudando sobre esse assunto, comecei a entender que muitas pessoas não estão prontas para passar por algo traumático, e que não só a dança, mais também a musica pode acalmar e trazer o prazer de volta a vida de muitas pessoas. A dança por ser algo não somente com intuito de lazer mais também de exercício, libera no corpo humano o hormônio da endorfina (hormônio da alegria), causando prazer as pessoas que há praticam.

Nesse ano que já esta chegando ao fim, passei por três experiências de medo, depressão e baixa autoestima.

A primeira experiência foi com uma aluna que passava por um caso de depressão e baixa autoestima bem visível. Quando começou a aula era tímida, tinha vergonha do seu corpo, e não se relacionava muito bem com as outras alunas. Com o passar do tempo e ao perceber que sua professora (eu) era gordinha e isso não há impedia de fazer nada, essa aluna começou a mudar suas atitudes, começou a participar mais, conversar mais, e principalmente a não termais vergonha de mostrar seu “ventre”, seu relacionamento com as colegas de classe mudou ao ponto que a mesma se abrisse com toda a turma e contasse o que lhe afligia. No decorrer das aulas e ate hoje essa aluna tem se libertado dessas amarras chamada depressão que a prendia, hoje ela já sorri, conversa, faz aulas, apresentações, sem nem ao menos se preocupar com o que antes tanto lhe afligia.

A segunda experiência foi com uma colega de trabalho, que após uma cirurgia de apêndice começou a ter vergonha de seus corpo, principalmente de sua cicatriz, não se sentia bem ao dançar, pois sua mente sempre a dizia que a cirurgia iria abrir, era algo tão forte que lhe dava sensação de dor. Com o tempo, conversando sobre o que acontecia e já tendo passado por uma experiência cirúrgica comecei a mostrar que esses medos são normais, mais que após o período de resguardo tudo esta normal. Na sua primeira apresentação de volta aos palcos, o nervoso, e o pânico quase tomou de conta de seu corpo, ela tremia e chorava se forma angustiante. Foi então que todo o grupo resolveu lembra-la que sua dança sempre foi linda, que não importa como seu corpo esta hoje, o que importa é o quão bela é sua dança.
Hoje ela esta feliz por não permitirmos que ela parece, “se aposenta-se” da dança.

A terceira e mais dolorida experiência aconteceu quando estava estudando para escrever essa matéria. Por três anos tentei engravidar e sempre ouvia dos médicos que só conseguiria se fizesse um tratamento. Mesmo assim eu insisti e tentei, não quis me deixar derrotar. Quando completou três anos de tentativas, eu cansei, decidi desistir e deixar a vida fazer seu papel, mal sabia eu que no dia em que desisti eu já estava grávida.

Continuei minha rotina normal de aulas e ensaio quando descobri que estava grávida, mais que estava com descolamento de placenta e que se não parasse com todos os exercícios ia perder o bem com o qual sempre sonhei.

Nas semana que se seguiram parei de dar aulas, deixei tudo o que mais amava de lado pelo meu filho. Porem nada adiantou, a vontade de Deus de ter meu filho ao seu lado foi maior que o meu e eu perdi o bem mais precioso que já tive.

Na hora eu comecei a me odiar, a não querer mais dançar, a desistir de tudo. Foi quando minhas alunas começaram a me mostrar onde a dança as ajudou, e começaram a me lembrar de tudo que fiz por todas elas e automaticamente começaram a fazer por mim. Sempre que me viam chorando, elas me faziam sorrir, sempre que queria parar de dançar elas me diziam que não fizesse isso.

Hoje um mês depois do ocorrido, posso dizer que a Dança do Ventre não é um milagre, não é um medico, mais é a melhor coisa que já foi inventada no mundo. Pois assim como ela me ajudou, ajudou minha companheira de trabalho e ajudou minha aluna, ela pode ajudar você.

Você que se acha alta de mais, gorda de mais, magra, velha, nova, baixa, você que perdeu a alegria de viver, que esta cansada da rotina, ela pode lhe ajudar.
É apenas uma dança, mais é a melhor das danças.

Via PortaldoEgito.com.br

Um simples sorriso faz as mulheres se sentirem melhor com sua aparência

sorriso faz bem

Cientistas da Universidade de Maastricht, na Holanda, descobriram que mulheres infelizes com a sua aparência se sentem melhores depois de serem recebidas com um sorriso. Este aumento na auto-estima faz com que os pesquisadores acreditem que, para muitas mulheres, a confiança na aparência é ligada diretamente à aceitação social.

O estudo foi feito com 57 mulheres com peso normal e com níveis diferentes de satisfação com a aparência. No experimento, 26 mulheres viram fotos de pessoas sorrindo depois de verem a sua própria imagem, e a sua auto-estima aumentou depois disso. As 28 mulheres restantes viram fotos de pessoas com o rosto neutro ou com a expressão mais severa. Para este grupo, a auto-imagem continuou a mesma após o experimento.

“Ao mostrar a essas mulheres fotos delas mesmas seguidas por uma imagem de uma pessoa sorrindo – representando a aprovação social – aumentou muito a satisfação com o próprio corpo e a auto-estima delas”, afirma Carolien Martijn, psicóloga que participou do estudo.

“Este método clássico de condicionamento pode ser um meio útil para aumentar a satisfação de mulheres com o próprio corpo e peso, e pode ser útil também quando feito com pessoas com problemas alimentares”, diz Martijn. [Telegraph]

via hypescience.com

Gargalhadas Gostosas

Risada Gostosa

“Não existe gargalhada melhor do que a de um pobre.” (Ana Ladislau)

Todos nós quando nascemos sabemos rir com perfeição. Uns e outros esquecem disso conforme vão crescendo e “amadurecendo”. Hoje eu ouvi que a gargalhada de um pobre é melhor do que a de um rico pois os ricos ficam muito acanhados dentro de suas regrinhas de boa conduta, bom comportamento, bom tom e etc e tal. Faz sentido.

#PraNamorarComigoTemQue

PraNamorarComigo

Está no trends (assuntos do momento) no twitter hoje cedo e tem muita gente pondo lá o que tem que ter pra ser aceitável num namoro. Dá pra ter uma visão meio que geral, não sei até que ponto verdadeira, sobre o que as pessoas esperam umas das outras num relacionamento. Algo muito repetido por lá, é a questão do humor: Saber brincar, rir, aproveitar as cosias engraçadas juntos – parece ser um ponto em comum. Para os pesquisadores sociais é um prato cheiro, embora eu creio que nem toda resposta alí seja a mais sincera possível. No geral a gente pode dizer uma coisa e outra, mas o verdadeiro desejo mesmo a gente guarda por dentro, fica lá no fundo e a gente só revela em caso de extrema necessidade. Tem uma hora que a gente não precisa dizer pra o outro o que a gente quer ou mesmo o que a gente precisa. O outro se dispõe a querer saber. Há raras ocasiões nas quais mesmo sem dizer o outro faz o que é preciso e a coisa acontece. Mas como a gente não vive só de raridade, o bom mesmo é dizer pra que esteja ao alcance e seja merecedor da nossa intimidade o que é que a gente quer… não necessariamente como propõe o trend, que seja o que tem que ter pra ser namorado ou namorada, mas o que tem pra hoje. Viver o hoje já está bom demais. Dentro das nossas disponibilidades.

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