Paixão com prazo de validade (reportagem)

Paixão EuGordinha

As grandes paixões transformam e fascinam. Tiram o sono, a fome. E são o assunto predileto de poetas, músicos e sonhadores.

Abel Silva Poeta e compositor EuGordinha

“Você dá tudo porque você quer tudo. E esse tudo nunca é suficiente”,

diz o poeta Abel Silva.

Frejat  EuGordinha

Frejat

“A paixão faz você ter atitudes e depois se surpreender – às vezes se arrepende. Em outras fica até orgulhoso”, conta o músico Frejat.

“Um dia, um cara estava tão apaixonado que encomendou 20 dúzias de rosas”, conta a florista Guiomar Teixeira.

“A paixão pega, abre os poros, é igual à droga”, compara a poeta Elisa Lucinda.

Talvez não seja por acaso que a paixão ative no cérebro justamente a região ligada aos vícios: fica bem no meio e é chamada de Sistema de Recompensa.

“Essa ativação do Sistema de Recompensa está associada a uma produção muito grande de feniletilanamina, um tipo de anfetamina que nos deixa eufóricos, excitados, nos sentindo bem. O resultado faz com que a gente queira sempre mais daquela pessoa. É mais ou menos como um vicio. Vários estudos já tentaram medir quanto tempo dura a paixão”, explica a neurocientista Suzana Herculano Houzel, da UFRJ.

O mais recente vem da Universidade de Pávia, na Itália. Pesquisadores analisaram 58 pessoas – algumas solteiras, outras em relacionamentos recentes e mais longos – e descobriram que os recém-apaixonados tinham no sangue uma elevada quantidade da proteína NGF, responsável pelo crescimento dos neurônios, as células nervosas do cérebro.

“Eles mostraram que no começo da paixão, o cérebro provavelmente produz quantidades maiores dessa proteína que faz bem e mantém os neurônios saudáveis”, ressalta a neurocientista.

A proteína NGF também é responsável pela euforia, pelo suor na palma das mãos – sintomas típicos da paixão. Os pesquisadores, então, descobriram que, depois de um ano de namoro, os níveis da tal proteína NGF haviam despencado em 39 das 58 pessoas analisadas. Conclusão dos cientistas: depois de um ano, menos euforia, menos suor, menos paixão.

Elisa Lucinda EuGordinha

Elisa Lucinda

“Isso é ótimo! Quem agüenta viver o tempo inteiro sob o reinado da paixão?”, questiona Elisa Lucinda.

“Acho que para cada ano de sensação inebriada de paixão absoluta, deve haver um período de três anos em que a pessoa não tolera a idéia”, analisa Lulu Santos.

“A paixão dá lugar a um amor, a um sentimento de proximidade”, diz a neurocientista Suzana Herculano.

Com tantas pesquisas, a ciência pode um dia descobrir como a paixão funciona. Mas será possível evitar seus rompantes e estragos?

“Se você não quer se associar a uma pessoa, não quiser se apaixonar, evite o sexo. O sexo ativa o Sistema de Recompensa e faz com que a gente comece a atribuir um valor muito grande à outra pessoa”, alerta Suzana.

“Só vale a pena porque, na realidade, é o que prolonga a sensação de viver”, resume Lulu Santos.

Fonte Reportagem no Fantástico

Panquecas ou Miojo, Eis a Questão?

Lembro de um tempo no qual toda menina tinha de saber cozinhar antes de casar e ir formar sua família. Hoje em dia a gente meio que tercerizou a cozinha e essas questões culinárias mas é sempre bom saber fazer. Conheço um rapaz que teve de aprender na marra tendo em vista que se a sua futura esposa não soubesse cozinhar ele não ficava limitado ao ovo frito e ao miojo todos os dias, kkkkk.

Tendo em vista isso, achei uma foto deliciosa. Estou pra copiar a mesma aqui em casa. Quem fez a delícia foi a Lívia, do blog IrmãsGG.

P.S.: Parabéns por ter conseguido despertar meu apetite por meio de uma foto… isso é raro pra mim.

Protegido: Sam

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O Poder do Potencial

Seguindo a série, “Rir é o Melhor Remédio”, achei essa imagem que ao meu ver representa o poder do potencial humano. Estou sendo bastante irônico se ninguém percebeu ainda. KKKKKKK!

Menino bandeira EuGordinha Humor