O Que É O Amor?

Li uma história que me fez ficar pensando o que é o amor. O que seria o amor? Qual a diferença entre amor e paixão? A paixão se compromete? Se compromete até que ponto? Até aonde a paixão “aguenta”, por quanto tempo se sustenta? A paixão consegue não visar apenas seus próprios interesses? Essas perguntas são questões que perduram ao longo dos tempos… Me arrisco a tentar descobrir respostas e viver o que de útil for aprendendo… 

Paciente morre 8 dias após se casar em hospital de Ribeirão Preto  –  ANA SOUSA de RIBEIRÃO PRETO

A paciente Rosycler Iadoccico Neves, 61, que se casou com seu companheiro de mais de 20 anos no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (313 km de SP) no último dia 30, morreu no domingo (7) vítima de uma parada respiratória.

Portadora de doença degenerativa neurológica, ela vivia numa cama do hospital desde fevereiro e respirava com o auxílio de aparelhos. Como não conseguia falar, Rosy se comunicava apontando letras numa placa.

O casamento, realizado no último sábado de julho, teve bênção de um pastor e enfermeiros e médicos como convidados.

Rosycler Iadoccico Neves, Luis Antonio Nogueira, Marcia Ribeiro - 30.jul.11/Folhapress

A tetraplegica Rosicler Neves Coutinho, 61, quando se casou com Luis Antonio Nogueira, 42, no hospital

Rosy e o marido, o auxiliar administrativo Luis Antonio Nogueira, 42, se aproximaram no Carnaval de 1988 e foram morar juntos seis meses depois.

Há quatro anos, Rosy sentiu fraqueza nas pernas — uma consequência da doença– e passou a usar cadeira de rodas. Em fevereiro, ela perdeu o movimento das mãos e a voz enfraqueceu. Desde então, vivia no hospital aos cuidados do marido, da cunhada e da filha mais velha.

RELACIONAMENTO

Foi Luis, então um jovem de 18 anos, que se aproximou de Rosy, quase 20 anos mais velha, no Carnaval de 1988. “Eu a vi tirando as medidas para as fantasias e me encantei.” Seis meses depois, eles já moravam na mesma casa, com dois dos três filhos de Rosy, que estava divorciada.

O casal viveu do jeito faz-tudo: ele como servente de pedreiro e motoboy; ela como cabeleireira e manicure.

Luis diz que, quando jovem, a havia pedido em casamento, mas ela se recusou por ele ser “moleque”. Anos depois, foi ele quem não quis dar o braço a torcer.

A internação foi a deixa para a oficialização. No casamento, Luis disse que não fazia planos, mas que queria viver mais 30 anos ao lado de Rosy. “É amor. Não me vejo sem ela, mesmo nessa situação.”

Anúncios

Comente...

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s