Você Mudar o Mundo? Você também PODE!!!

Indicação de leitura da melhor qualidade, daquele tipo que te faz repensar a vida, dar um tapa na preguiça e começar a ver o que te incomoda no mundo com outros olhos. Afinal de contas, você já percebeu que tem uma porção de coisas quais você não precisa apenas reclamar sobre elas mas pode ir lá e mudar a situação?

Segue abaixo o texto da editora aqui no Brasil:

“A história de John é uma fascinante narrativa da transformação de um executivo predador em um empreendedor responsável por oferecer o incrível dom de ler e escrever a milhões de crianças de todo o mundo.” – Marc Andreessen, co-fundador da Netscape

Insatisfeito com o trabalho de alto executivo na Microsoft, o americano John Wood decidiu fazer um trekking pelo Nepal na esperança de que, ao subir bem alto no Himalaia, deixaria de ouvir o chefe gritando em seu ouvido.

Deu certo. A viagem não apenas funcionou como um antídoto contra a exaustiva rotina de trabalho, como o fez descobrir a paixão e o objetivo maior de sua vida: ajudar crianças carentes a aprender a ler e escrever.

Saí da Microsoft para mudar o mundo é ao mesmo tempo uma história de transformação pessoal e o relato de um empreendedor social que colocou sua experiência corporativa a serviço de uma causa nobre – mudar o mundo pela força da educação –, criando a Room to Read, uma ONG com a “eficiência da GE e a compaixão de Madre Teresa”.

Wood não esconde que sua inspiração veio de Bill Gates e de Steve Ballmer, a dupla que comanda a Microsoft. Princípios como foco nos resultados, profundo conhecimento dos números, respeito às idéias dos outros, relação de lealdade com a equipe e, acima de tudo, paixão pelo negócio foram tirados do dia-a-dia competitivo da grande corporação e aplicados no combate ao analfabetismo e na promoção da inclusão social.

Com base nesses princípios, em apenas sete anos a Room to Read construiu 287 escolas, 3.600 bibliotecas e 110 oficinas de informática, distribuindo mais de 2,8 milhões de livros e oferecendo 2.336 bolsas de estudo para meninas carentes. No total, mais de 1,2 milhão de crianças de sete países (Nepal, Vietnã, Camboja, Índia, Sri Lanka, Laos e África do Sul) foram beneficiadas. Esses números demonstram a capacidade de Wood de transformar sonhos em realidade.

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“Não há nada que assuste tanto um homem quanto ser capaz de descobrir a enormidade do que ele pode fazer e se tornar.” – Soren Kierkegaard

Saí da Microsoft para mudar o mundo é uma crônica de viagem com pitadas de saga de negócios e de drama humano. Nela o autor conta sua trajetória, seus desafios pessoais e profissionais – primeiro como executivo de tecnologia e, depois, como empreendedor que aposta na educação para melhorar o mundo.

John Wood estava em ascensão na Microsoft quando um trekking pelo Himalaia o levou a descobrir que o objetivo de sua vida era “devolver” ao mundo o tanto que havia recebido.

Dividido entre o sucesso profissional e financeiro e o desejo de ajudar os outros, o autor ficou sensibilizado com a visita que fez a uma escola no Nepal cuja biblioteca tinha apenas alguns exemplares deixados para trás por mochileiros como ele.

Ao se oferecer para fazer algumas doações, sua idéia foi recebida com ceticismo pelos professores locais. Afinal de contas, por que um alto executivo da maior empresa de tecnologia do mundo perderia tempo juntando livros usados para equipar uma escola em um país do Terceiro Mundo? Mas John cumpriu sua promessa e voltou com uma tropa de iaques carregados de livros.

Foi naquele momento, ao perceber a importância daquele pequeno gesto de solidariedade, que ele tomou a decisão de abandonar a Microsoft e criar a Room to Read, uma ONG que tem por objetivo construir escolas, bibliotecas e centros de informática e fornecer bolsas de estudo de longo prazo a meninas carentes.

Fonte:Editora Sextante

Ciúmes

É dolorido pensar que podemos perder alguém ou algo que temos – serve tanto pra pessoas como pra coisas, assim é o ciúme. O ciúme é o resultado de nossas fragilidades, medos, temores antigos. por tanto já ter perdido uma porção de coisas e pessoas. O ciúme faz parte do nosso sentimento de POSSE, que querer ser dono de alguma coisa – antes precisamos aprender a ser donos de nós mesmos, e não depender que nossa alegria venha exclusivamente dos outros… se o outro não me fizer feliz, o que será de mim? Eu sou! Independendo do outro me fazer feliz ou não. Portanto, basta de ciúmes. Eu sei que aquilo que é meu é meu e pronto. Eu sei que quem tiver de me amar, vai me amar e pronto. ão vou correr atrás de ninguém mais, que o verdadeiro amor atraia quem de direito pra estar perto de mim. E se esse alguém for tão bom assim, que vá de quando em quando ser útil na vida de outros, dos quais não terei ciúmes. Eu sei que falar assim, é fácil, difícil é viver isso no dia a dia. Mas não é nada que um bom treinamento emocional dê jeito.