Leandro Hassum – Reeducação Alimentar

Estou feliz pelas vitórias alcançadas pelo Leandro Hassum. O gordinho gostoso de engraçado está emagrecendo e muito feliz por isso. Pra quem pensa que por admirar o fato das pessoas serem gordinhas, faço apologia à gordura: Não, não! Faço apologia ao bem estar como somos. Naturalmente nascemos gordos ou magros por capricho da natureza dada via DNA. Se o fato de sermos gordinhos estiver nos prejudicando a saúde, então partamos pras dietas bem orientadas por Nutricionistas e a tal da Reeducação alimentar, que é ótima de se vivida.

O humorista Leandro Hassum (38) está seguindo uma dieta rígida para poder perder peso. O artista revela que já eliminou 18 quilos nos últimos dois meses e que ainda quer perder mais 15 quilos. “Estou pegando firme e conto com a ajuda de um personal para fazer exercícios todos os dias. Além disso, estou comendo direitinho de três em três horas e fazendo uma reeducação alimentar”, afirmou ele ao site oficial do programa Encontro com Fátima Bernardes.

A vontade de emagrecer de Hassum tem relação com o seu futuro mais saudável. “Estou fazendo de tudo para ter uma velhice saudável. Ando de bicicleta e faço stand up pedal diariamente na praia de Charitas, em Niterói”, contou o artista, que já sente as mudanças em seu dia a dia. “Me sinto muito melhor, muito mais disposto, já criei muito mais resistência física. Estou muito feliz”, finalizou.

Leandro Hassum interpreta o Jorginho no seriado Os Caras de Pau ao lado do amigo e humorista Marcius Melhem.

Via Caras

Nova Flor no Jardim da Vida: Alice caymmi

Posso estar exagerando um pouco mais me senti lendo uma das cartas ao jovem poeta de Rilke, quando estava me dando conta do texto de Alice Caymmi. É muito delicada na expressão de mostrar como funciona o processo criativo de um artista. No meu ver ela mostra as raízes de uma plantinha e ensaia o futuro dos frutos, diante dos meus olhos. Amei ler, saber, sentir, prever. Amanhã ela estará fazendo o lançamento de seu Adriana Calcanhoto.

Se quiser conhecer do delicioso texto dessa menina, clique aqui, e pra conhecê-la cantando, segue o video.

Jen Davis – Fotógrafa da Intimidade

É muito bom quando encontramos na arte um eco do que estava dentro de nós e nem desconfiávamos. Tive essa grata surpresa ao descobrir Jen Davis, uma fotógrafa americana que além de ser gordinha tem um olhar maravihoso pra captar a vida em toda sua força… ou seria suavidade? A vida tem seu lado forte e suave e isso é facilmente perceptível nas fotos de Jen.

Segue uma amostra do seu trabalho, e pra quem curte fotografia é só clicar aqui e ver um pouco mais das suas fotografias.

Você Não é Ninguém Ainda – Alice Caymmi

Ser um jovem artista hoje é ser múltiplo. Não necessariamente fazer muitas coisas, mas saber um pouco de tudo (e ainda se virar para descolar uma grana para pagar o estúdio de vez em quando). Mas ser um artista novo que faz parte de uma família tradicional tem outras nuances.

Como dar continuidade àquilo que você mesma não construiu? À primeira vista, você é um farsante ou um gênio de nascença. Nenhuma das duas opções é, digamos assim, agradável aos ouvidos de um jovem artista. Meu pai acaba de brincar aqui pelas minhas costas, dizendo:

— Você tem 35 dias após o lançamento do seu show para fazer sucesso! Mas voltando ao lento processo da tradição. A primeira reação, adolescente, é: “Vou contrariar tudo o que a minha família já fez!” Precipitado. Na primeira chance, a própria estrutura do seu corpo vai dizer o contrário. Se as suas mãos, o seu pescoço, os seus olhos são semelhantes aos dos seus familiares, por que sua arte não pode ser? Negar não é legal, até porque a genética é cruel nesse ponto. Mas imitar todo mundo não está com nada. Às vezes, quando você tem alguém em sua família em quem você se espelha, acaba imitando essa pessoa em momentos críticos. O jovem artista tem que ter muito cuidado.

Quando estamos acuados, recorremos às nossas referência afetivas. Mas, pense bem, seus pais, seus tios, seus avós são todos muito mais velhos do que você. Então, para que parecer um jovem idoso? Chato. E, além do mais, ninguém pediu para ser preservado.

Assim que o seu pai, ou algum outro familiar seu que seja um artista ilustre, começar a te incorporar no trabalho dele para te ensinar a trabalhar, apostando no seu talento, vão surgir perguntas. “Como é fazer parte desta família?” Não podemos ter medo desta pergunta. Não podemos achar também que sejamos tão maravilhosos assim a ponto de as pessoas perguntarem sobre a gente antes de citar alguém da família. Dá raiva, eu sei, mas você não é a Maria Bethânia.

Egotrip? Proibido! “Sabe com quem você está falando?” Sorry, querido, você não é ninguém ainda, você praticamente nasceu ontem. O que eu quero dizer com isso é: “Construa sua arte. Faça o seu trabalho.” Entende?

Acho que o nosso ego e o nosso eventual sucesso ou insucesso vêm para vingar a quantidade estratosférica de atentados e de bullying que sofremos na infância. Sem drama, mas criança odeia amiguinho ilustre. Ainda me lembro de alguns professores que faziam questão de citar meu avô nas aulas. Na hora, era lindo. No recreio, não.

Nostalgia pura não leva a nada. Tenho certeza de que se meu vô Dorival ainda estivesse neste plano astral, ficaria de saco cheio se eu ficasse cantando apenas (ó, pasmem) Dorival Caymmi. Se alguém antes de você desbravou caminhos na arte de forma a ser considerado um gênio, para que resguardar a obra de outro em vez de desbravar sozinho os horizontes atuais? Não que você seja tão grande quanto o seu parente. Aliás, você não tem que ser tão grande quanto ele. Relaxa.

Na verdade, tudo isso é balela, porque, quando eu deito minha cabeça no travesseiro à noite, só sinto uma coisa: medo. Mas desistir não é uma opção.

Alice Caymmi é cantora e compositora

Reportagem no Jornal o Globo de 23 de setembro de 2012

Acorda Princesa!

Se trata mal a mãe, também te tratará mal;
Se odeia alguém que já amou; você pode ser a próxima;
Se maltrata os animais, também é capaz de maltratar um ser humano, inclusive você;
Se é desonesto com os outros, com você também será;
Se não respeita as autoridades, também não de respeitará;

Se não trata todas as mulheres como damas, com você não será diferente, ou será até o momento que te ganhar;Porque “Um abismo chama outro abismo”(Salmo42:7)

…Se não mudar agora, não é no casamento que ele vai mudar!
Acorda né princesa?!

Via Camila Pires

Jô Soares – Entrevistado

Ontem de noite eu caindo de sono ainda consegui ouvir e ser acordado por instantes pra conhecer um pouco mais dessa figura tão interessante, cômica, inteligente que é um dos gordinhos mais admirados do Brasil: Jô Soares.
Ontem ele foi o entrevistado e falou um pouco de sua vida, sensibilidade, ideias. Gostei de conhecer um pouco mais desse que é um exemplo em muitos aspectos a ser admirado.

Entrevista ao quadro “O que vi da vida” com “Jo Soares” no Fantástico de 23/09/2012

Segue um artigo da Revista Caras

O apresentador Jô Soares (74) foi o entrevistado deste domingo, 23, no quadro O Que Vi da Vida, do Fantástico, e abriu o seu coração sobre diferentes temas de sua vida.Quando o assunto foi a morte, ele foi categórico. “Medo da morte é um sentimento inútil, tenho medo de não ser produtivo. Citando o meu amigo Chico Anysio, perguntaram para ele: ‘Você tem medo de morrer?’, e ele disse: ‘Não, eu tenho pena’. Já estou firmando compromisso para daqui uns 30 anos”, afirmou ele.

Realizado com o seu programa nas noites da Globo, ele relembra o início de seu talk show, no SBT. “Quando eu tive a proposta de mudar de canal, foi a possibilidade de fazer o talk show. Fazer um programa diário foi ideia do Silvio: ‘Ou é diário ou não é. Se for só uma vez por semana não emplaca’. Intuição de tigre”.

O apresentador ainda diz que não é de sentir saudades do que passou. “Não sou saudosista nem um pouco, estou fazendo o que gosto e o que quero fazer. Nunca tive nada esquemático, era fazer, mais que pensar”. Mas, revela que é de chorar. “Sou um chorão de marca maior com coisas comoventes, com tristeza não”.

Com mais de 200 personagens em sua carreira, Jô diz que não se vê voltando a interpretar suas criações. “Não me vejo fazendo os mesmos personagens com a cara de hoje, não é mais a minha. Descobri também, sem querer, a grande vocação da minha vida, que é o programa que faço hoje, o que me dá mais alegria em fazer, me sinto vivo ali, o talk show. Ter uma pessoa que conversa bem com você é um dos prazeres mais gratificantes que existem”, comentou, completando com a criação do Capitão Gay, um de seus maiores sucessos. “Tive a ideia acordando no meio da noite, porque não tem um herói de gibi viado? Levantei da cama para escrever o quadro. Tem uma característica curiosa, poucos dos personagens tinham nome, eram mais conhecidos pelo bordão ou pelo quadro”.

Falando de sua carreira, Jô Soares diz que é vaidoso: “Eu sou muito vaidoso, claro, nunca escondi isso, qual artista não é vaidoso? Você já nasce querendo seduzir o mundo”, contou ele, que ainda falou de sua forma física. “Eu já era gordo. Gordinho é quase que preconceituoso, gordinho já deixa de ser gordo. Filho único, quando nasci, minha mãe já tinha 40 anos e tudo o que fazia já era aprovado. Pelo fato de ser gordo, já era muito exibido”.

O comunicador ainda relembra de sua infância. “As minhas lembranças da infância são a época do colégio interno, onde eu chorava muito, era uma coisa excessiva, sensibilidade quase gay. Se você não tivesse uma média de notas superiores a cinco, você ficava preso no final de semana, e eu tinha medo de passar o final de semana no colégio, eu chorava muito”, disse ele, que comentou sobre os seus estudos na Suíça. “Fui estudar na Suíça com 12 anos e voltei com 17 porque os negócios do meu pai foram por água a baixo. Lembro do meu pai chegando em casa e dizendo que amanhã já temos comida, depois de amanhã eu saio para batalhar”.

Ele também comenta o início da vida artística. “Acho que começou por acaso, como tudo. Fazer as imitações acabou me levando a lugares. Com 18 anos já tinha cargo importante e com 20 comecei nos programas da TV Rio”. Jô também falou do sucesso do programa A Família Trapo“Foi o primeiro sucesso da televisão nacional, foi de 1966 até 1970. Saí um ano antes e assinei com a Globo”.

Ídolo para muitos, Soares lista os artistas que foram marcantes em sua vida. “Tem atores como o Oscarito, que eu achava um comediante fantástico. Peter Sellers, comediante e ator fantástico, um dos cinco maiores do mundo, como o Chico Anysio também. Chaplin influenciou a vida de todo mundo, sempre me fazia rir e chorar”.

Via Caras

Amor – baseado em animação de Mauricio Bartok

O nome da animação é PERFEITO, de Mauricio Bartok. É um curta metragem bem legalzinho, que me levou a algumas reflexões imperfeitas, que servem no mínimo pra termos alguma visão sobre as coisas da vida. Segue o vídeo e logo abaixo o texto escrito sob inspiração da animação:

O que chamam de amor, é quase uma utopia – mas a gente nem sabe direito o que é uma utopia, só quando descobre que é uma coisa meio impossível é que nos damos conta de que o amor é meio assim.O amor é uma tentativa de fazermos do outro a nossa imagem e semelhança – o amor não é isso, mas queremos que seja. Queremos que o outro se conforme às nossas expectativas e anseios, sonhos e desejos mais profundos, nossas exigências egoístas, mas que parecem muito justas porque dizem respeito ao NOSSO DESEJO. Enquanto estamos nos relacionando com o desejo secreto de fazer do outro o que precisamos, muitas vezes todo o mundo ao nosso redor se desfaz, até que só nos reste mesmo o outro como possibilidade de escolha – isto é, se o outro suportar estar com a gente. Se o aceitarmos como ele realmente é… pode ser amor.

Leonardo Ladislau

Quem curte animação e gostou do trabalho de Mauricio Bartok, pode conferir clicando aqui, por mais das obras dele.