Importância Não Tem Tamanho

Você = Importante Sem Tamanho

Você que lê essa postagem é um ser “multicomplexo” nas suas funcionalidades. Muito mais do que uma bactéria, ou vírus, ou célula ou partículas microscópicas. Digo isso porque de vez em quando as pessoas querem que nos sintamos muito pequenos e eu li uma frase que me lembrou o contrário

 “Mesmo a menor das criaturas pode mudar o curso do futuro.” ( Galadriel em A sociedade do anel)

 

Me lembrou que temos um valor implícito. Nem todos viemos com etiqueta marcando o nosso valor pra que todos possam nos comprar de algum modo. Nosso valor excede ao de compra como tudo hoje em dia quer nos fazer pensar que seja tão natural.

Leonardo L.

Segue um artigo interessante sobre o poder dos seres micro.

Bactérias nos quadros

Pegue uma obra de arte famosa, daquelas guardadas em museus ou igrejas há séculos, e infeste-a de bactérias.O que à primeira vez mais se parece com uma receita de vandalismo, está-se mostrando altamente eficaz para limpar pinturas famosas. Os testes estão sendo conduzidos em pinturas da Igreja de São João, em Valência, na Espanha, e nos murais do Campo Santo, de Pisa, na Itália, por um grupo de cientistas de três instituições espanholas.A aplicação das bactérias começou em meados do ano passado, em afrescos do pintor Antonio Palomino, do século 17. As primeiras avaliações mostram que o tipo adequado de microrganismo é capaz de limpar as obras de arte muito rapidamente e sem causar qualquer dano à pintura – e nem ao meio ambiente ou às pessoas.
Eflorescências salinas
 O projeto surgiu quando os pesquisadores foram encarregados de restaurar os murais da Igreja de São João, que foram praticamente destruídos em um incêndio em 1936, e indevidamente restaurados na década de 1960. Pesquisadores italianos já haviam testado o uso de bactérias para remover cola endurecida nas obras de arte. A equipe espanhola aperfeiçoou a técnica e identificou a cepa da bactéria Pseudomonas mais adequada para literalmente comer as eflorescências salinas que se desenvolveram sobre os afrescos. “Pela ação da gravidade e da evaporação, os sais de matéria orgânica em decomposição migram para as pinturas e geram uma crosta branca, escondendo a arte,” explica Pilar Bosch, coordenadora da equipe.
Bactérias faxineiras
 Como os produtos químicos tradicionalmente utilizados na restauração de obras de arte têm seus próprios efeitos colaterais, o jeito é chamar as bactérias. As bactérias são incorporadas em um gel, que é aplicado sobre a pintura. Isso evita que a umidade penetre na pintura, causando novos problemas. “Depois de uma hora e meia, nós removemos o gel com as bactérias. A superfície é então limpa e seca,” diz a pesquisadora. Sem o ambiente adequado do gel, as bactérias restantes morrem. E o quadro fica limpo. “Com os bons resultados dos testes, nós vamos continuar com os estudos e melhorar a técnica, com o objetivo de passá-la para outras superfícies. Como na natureza nós encontramos bactérias que comem praticamente tudo, estamos certos que poderemos eliminar outras substâncias, de diferentes tipos de materiais,” conclui a pesquisadora.
Agradecimento: Bióloga Carliane Ribeiro
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