Amanheceu…

emlio santiago - EuGordinha

No amanhecer de hoje Emílio Santiago veio a falecer. Deixa a sua obra fechada na Música Popular Brasileira. Segue uma amostra…

“Saigon”
Emílio Santiago

Tantas palavras
Meias palavras
Nosso apartamento
Um pedaço de Saigon
Me disse adeus
No espelho com batom

Vai minha estrela
Iluminando
Toda esta cidade
Como um céu
De luz neon

Seu brilho silencia
Todo som
Às vezes
Você anda por aí
Brinca de se entregar
Sonha pra não dormir

E quase sempre
Eu penso em te deixar
E é só você chegar
Pr’eu esquecer de mim

Anoiteceu!
Olho pro céu
E vejo como é bom
Ver as estrelas
Na escuridão
Espero você voltar
Pra Saigon

Tantas palavras
Meias palavras
Nosso apartamento
Um pedaço de Saigon
Me disse adeus
No espelho com batom

Vai minha estrela
Iluminando
Toda esta cidade
Como um céu
De luz neon

Seu brilho silencia
Todo som
Às vezes
Você anda por aí
Brinca de se entregar
Sonha pra não dormir

E quase sempre
Eu penso em te deixar
E é só você chegar
Pra eu esquecer de mim

Anoiteceu!
Olho pro céu
E vejo como é bom
Ver as estrelas
Na escuridão
Espero você voltar
Pra Saigon

Composição: Claudio Cartier/Paulo Feital/Carlão

Outono

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Outono

Gosto do outono, oportunidade de mudar muitas coisas na vida de maneira equilibrada. Sentir que as forças para certas situações diminuem na mesma proporção em que descobrimos que não vale a pena lutar por elas. No outono a natureza troca de forma, revigora as suas essências, se prepara para o inverno onde aparenta morte, mas na verdade é só mais um pouco do ciclo fluindo. Temos muito o que aprender com a natureza das coisas.

Outono Lindo

Hoje de manhã começou o outono. Seu Lindo, seja Bem Vindo! Outono - EuGordinha

Mais um texto delicioso que toda mulher deveria ler. Parabéns pela sensibilidade em expor assuntos tão delicados e necessários, Ida. Xero!

Blog da Ida Lenir

É isso que sou, uma mulher só. Não há uma gota de pesar nesta afirmação. Apenas quero dizer que tomei as rédeas da minha vida e gostei da arte de  me conduzir pelos caminhos, às vezes tortuosos, que revolvem meus medos; às vezes de uma simplicidade translúcida, que alimenta certezas.

Descobri, para minha surpresa, que conviver comigo mesma me traz paz, aumenta minha autoestima, torna meus dias mais ensolarados e me deixa mais ousada e condescendente com meus erros e enganos. Olho-me no espelho com olhos despidos do olhar do outro e me acho bonita, com os dotes herdados da genética e sobre quais o tempo trabalhou e o uso desgastou. Ainda assim, há tanto encanto no que me tornei agora! Encanto com o qual só eu me encanto estando só.

Reconheço minhas fragilidades, meu dark side, o sombrio pessimismo mascarado de realismo racionalizado que teima em anuviar alguns momentos…

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