Eu não sou o OUTRO

Seja Feliz...

Seja Feliz…

Entenda uma coisa: VOCÊ NÃO É TODO MUNDO! Não é porque todo mundo faz algo, não é porque tudo mundo consegue uma determinada coisa, que com você vai ser igual. Os destinos não são feitos em produção de massa. O sucesso dos outros não tem de ser como o nosso e vice-versa. Cada qual tem suas preferências pessoais, seus medos e sonhos distintos. A vida é mais do que uma repetição de coisas que aparentemente dão certo na vida dos outros. Nem sempre o que parece bom para os outros vai ser agradável pra ti. Aprenda a viver uma vida EXCLUSIVA, particularmente sua. E também, ninguém tem nada a ver com isso. Não se sinta obrigado a prestar contas para pessoas que não se importam contigo. Lembra que se ninguém parece se importar de verdade, você não está viva à toa e há um motivo excelente pra você estar por aqui na Terra. Seja a primeira pessoa a se importar contigo de verdade. Os que realmente nos amam aparecem quando realmente precisamos – isso é diferente do que a gente quer. Às vezes queremos ser amados num tempo e não acontece isso. É quando eu entendo que é tempo de nos amarmos um pouco mais a nós mesmos. Mas até dos momentos solitários podemos tirar lições tremendas – muitas boas lições, inclusive ótimas! Precisamos passar a ver a vida com outros olhos porque esse modo geral de todo mundo ver a vida não me parece estar fazendo muito as pessoas felizes como deveriam ser. Definitivamente, estou cansado de um modo repetitivo e padrão de pensar nas coisas. Procurando outras alternativas! 🙂

Viver dói

Viver dói, mas vale a pena! ; )

Blog da Ida Lenir

Tem períodos da vida que viver é sinônimo de leveza e alegria. Enxergo tudo e todos com os olhos do otimismo e da benevolência. Transpiro energia e bom humor. Plena vitalidade. Riso.

Outras vezes, arrasto-me dias e dias meio vazia, meio sonâmbula. Por detrás da cortina dos acontecimentos do cotidiano, espio a vida que passa e peço aos  meus botões para ficar em silêncio, sozinha. Não sofro, apenas quero não ser. Entrego-me ao sono.

Entre esses dois estados de espírito, a vida flui, no vendaval das contingências que me atropela e sobre o qual insisto ter controle para dar algum sentido ao viver. Sigo, simplesmente, como um autômato.

Sou daquelas pessoas que planeja a existência, que precisa ter o que realizar, o que alcançar, um “para quê” e “quando” programados. Sem isto, fico perdida, solta no mundo, com a vida em suspenso. Caindo no abismo da incerteza. Quase pânico.

Já…

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