Doodle do Dia dos Namorados

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Dança do ventre como tratamento a baixa autoestima e depressão

Dança do ventre como tratamento a baixa autoestima e depressão
Enviado por Katricia Rockenbach

Dança do ventre e autoestimaSempre que ouvimos falar de “Dança do Ventre”, pensamos em mulheres lindas, magras, perfeitas, com belas roupas e uma autoestima impecável.
Isso é verdade?

Parte sim. Muitas mulheres hoje procuram a dança do ventre para recuperar algo que perderam.

A autoestima, o amor próprio, o tempo, o relacionamento, cada uma com a sua particularidade.

Em meus anos como professora já ministrei aula para mulheres de todos os tipos, raças, culturas e idades. Cada uma vinha a minha com seu “problema”, algumas vinham por achar a dança bonita, outras porque querem se apresentar para os maridos ou namorados, algumas vinham pelos benefícios a saúde, tem também aquelas que querem apenas ocupar seu tempo e esquecer um pouco do trabalho, e então temos as alunas que passaram por alguma decepção, perca, ou qualquer outra situação que as constrangeram, fizeram ter vergonha de si e do seu corpo quem vem atrás da dança para se reencontrarem.

Mulheres que muitas vezes precisam de um abraço, um ombro amigo, uma frase que as ajudem a levantar.

Pesquisando e estudando sobre esse assunto, comecei a entender que muitas pessoas não estão prontas para passar por algo traumático, e que não só a dança, mais também a musica pode acalmar e trazer o prazer de volta a vida de muitas pessoas. A dança por ser algo não somente com intuito de lazer mais também de exercício, libera no corpo humano o hormônio da endorfina (hormônio da alegria), causando prazer as pessoas que há praticam.

Nesse ano que já esta chegando ao fim, passei por três experiências de medo, depressão e baixa autoestima.

A primeira experiência foi com uma aluna que passava por um caso de depressão e baixa autoestima bem visível. Quando começou a aula era tímida, tinha vergonha do seu corpo, e não se relacionava muito bem com as outras alunas. Com o passar do tempo e ao perceber que sua professora (eu) era gordinha e isso não há impedia de fazer nada, essa aluna começou a mudar suas atitudes, começou a participar mais, conversar mais, e principalmente a não termais vergonha de mostrar seu “ventre”, seu relacionamento com as colegas de classe mudou ao ponto que a mesma se abrisse com toda a turma e contasse o que lhe afligia. No decorrer das aulas e ate hoje essa aluna tem se libertado dessas amarras chamada depressão que a prendia, hoje ela já sorri, conversa, faz aulas, apresentações, sem nem ao menos se preocupar com o que antes tanto lhe afligia.

A segunda experiência foi com uma colega de trabalho, que após uma cirurgia de apêndice começou a ter vergonha de seus corpo, principalmente de sua cicatriz, não se sentia bem ao dançar, pois sua mente sempre a dizia que a cirurgia iria abrir, era algo tão forte que lhe dava sensação de dor. Com o tempo, conversando sobre o que acontecia e já tendo passado por uma experiência cirúrgica comecei a mostrar que esses medos são normais, mais que após o período de resguardo tudo esta normal. Na sua primeira apresentação de volta aos palcos, o nervoso, e o pânico quase tomou de conta de seu corpo, ela tremia e chorava se forma angustiante. Foi então que todo o grupo resolveu lembra-la que sua dança sempre foi linda, que não importa como seu corpo esta hoje, o que importa é o quão bela é sua dança.
Hoje ela esta feliz por não permitirmos que ela parece, “se aposenta-se” da dança.

A terceira e mais dolorida experiência aconteceu quando estava estudando para escrever essa matéria. Por três anos tentei engravidar e sempre ouvia dos médicos que só conseguiria se fizesse um tratamento. Mesmo assim eu insisti e tentei, não quis me deixar derrotar. Quando completou três anos de tentativas, eu cansei, decidi desistir e deixar a vida fazer seu papel, mal sabia eu que no dia em que desisti eu já estava grávida.

Continuei minha rotina normal de aulas e ensaio quando descobri que estava grávida, mais que estava com descolamento de placenta e que se não parasse com todos os exercícios ia perder o bem com o qual sempre sonhei.

Nas semana que se seguiram parei de dar aulas, deixei tudo o que mais amava de lado pelo meu filho. Porem nada adiantou, a vontade de Deus de ter meu filho ao seu lado foi maior que o meu e eu perdi o bem mais precioso que já tive.

Na hora eu comecei a me odiar, a não querer mais dançar, a desistir de tudo. Foi quando minhas alunas começaram a me mostrar onde a dança as ajudou, e começaram a me lembrar de tudo que fiz por todas elas e automaticamente começaram a fazer por mim. Sempre que me viam chorando, elas me faziam sorrir, sempre que queria parar de dançar elas me diziam que não fizesse isso.

Hoje um mês depois do ocorrido, posso dizer que a Dança do Ventre não é um milagre, não é um medico, mais é a melhor coisa que já foi inventada no mundo. Pois assim como ela me ajudou, ajudou minha companheira de trabalho e ajudou minha aluna, ela pode ajudar você.

Você que se acha alta de mais, gorda de mais, magra, velha, nova, baixa, você que perdeu a alegria de viver, que esta cansada da rotina, ela pode lhe ajudar.
É apenas uma dança, mais é a melhor das danças.

Via PortaldoEgito.com.br

#PraNamorarComigoTemQue

PraNamorarComigo

Está no trends (assuntos do momento) no twitter hoje cedo e tem muita gente pondo lá o que tem que ter pra ser aceitável num namoro. Dá pra ter uma visão meio que geral, não sei até que ponto verdadeira, sobre o que as pessoas esperam umas das outras num relacionamento. Algo muito repetido por lá, é a questão do humor: Saber brincar, rir, aproveitar as cosias engraçadas juntos – parece ser um ponto em comum. Para os pesquisadores sociais é um prato cheiro, embora eu creio que nem toda resposta alí seja a mais sincera possível. No geral a gente pode dizer uma coisa e outra, mas o verdadeiro desejo mesmo a gente guarda por dentro, fica lá no fundo e a gente só revela em caso de extrema necessidade. Tem uma hora que a gente não precisa dizer pra o outro o que a gente quer ou mesmo o que a gente precisa. O outro se dispõe a querer saber. Há raras ocasiões nas quais mesmo sem dizer o outro faz o que é preciso e a coisa acontece. Mas como a gente não vive só de raridade, o bom mesmo é dizer pra que esteja ao alcance e seja merecedor da nossa intimidade o que é que a gente quer… não necessariamente como propõe o trend, que seja o que tem que ter pra ser namorado ou namorada, mas o que tem pra hoje. Viver o hoje já está bom demais. Dentro das nossas disponibilidades.

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Feederismo – Será que vira Moda?

Que delícia, cara! Mulher faz sucesso na internet se lambuzando de comida

Por

Dentro da psicologia, o fetiche é definido como a forma de encontrar prazer em certas atividades, objetos ou partes específicas do corpo. Por exemplo, quem tem fetiche por pés é chamado de podólatra.

Agora, na internet, se propaga um novo tipo de fetiche: o feederismo. Do inglês, feederism, ou a compulsão em “alimentar o seu amor”: de maneira literal! Tem homens apaixonados por gordinhas e que querem que elas fiquem cada vez maiores.

Sarah Reign é adepta do feederismo

Webcam fat girl

De olho nesse novo nicho erótico, Sarah Reign, de 26 anos, se lançou na internet como uma webcam girl. Ela se exibe para os homens comendo enormes quantidades de comidas, além de constantemente se masturbar e se lambuzar com elas. “Eu realmente gosto de comer e ninguém no meu trabalho sabia o meu segredo”, revela Sarah, que faz serviços de segurança durante o dia.

Pesando 165 kg, Sarah diz que se sentiu estranha na primeira vez que comeu em frente às câmeras. “Mas eu como muito de qualquer maneira, então achei que seria divertido fazer isso na webcam”, revela. Sarah chega a lucrar US$ 1 mil com o trabalho extra, o que a fez lançar seu próprio canal na rede.

Sarah ganhou apenas 35 kg desde que começou a prática do feederismo Apesar de aparentemente abusar da comida, ela diz que tem limites. “Alguns homens querem que eu coma até explodir, mas eu tenho vontade de continuar com minha vida ativa durante o dia”, explica. Desde que começou a carreira paralela, ela ganhou cerca de 35 kg.

Pedidos estranhos

Se você achou a história normal até aqui, está na hora de repensar. Segundo Sarah, ela atende pedidos inusitados, como, por exemplo, se comportar como uma porquinha. Ela até comprou um nariz e um par de orelhas para imitar o animal. “Eu como de forma bem bagunçada, sujando todo o meu rosto de comida”, revela.

Além disso, Sarah está começando a praticar o squashing: alguns homens querem apenas que ela se sente sobre eles. “Foi estranho no começo sentar no rosto de alguém ou sufocá-lo com minha barriga”, conta. Entretanto, a webcam girl diz que esse tipo de trabalho ela não faz nua. Ah… outra coisa que seus fãs adoram assistir é ela dando punzinhos na câmera.

Confira outras fotos da modelo fofinha:

Via EmResumo

O Amor é Cego – Pitacos do Filme

ShallowhalmovieposterEngraçado que no original o título do filme seria algo como “Superficial Hal”, ou “Raso Hal”, um título realmente não muito interessante, mas bem esclarecedor. Tendo em vista que conta a história de Hal, um carinha que após ter sido hipnotizado acaba por enxergar as pessoas segundo o seu lado interior e não mais só pelo que o corpo físico mostrava. Há muitas pessoas rasas pelo mundo afora. Muito em nós pode ser uma visão rasa sobre as coisas.

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— Gwyneth Paltrow levava 4 horas para virar a Rosemary de ‘O Amor é Cego’. Da primeira vez em que se caracterizou, a atriz adotou o visual por um dia. Para viver a musa do superficial Hal (Jack Black) em versão obesa, a magérrima Gwyneth decidiu, ao se caracterizar pela primeira vez, manter o visual da personagem o resto do dia e andar por lugares públicos só para sentir como as pessoas olhavam para uma mulher acima do peso, e assim entender melhor a personagem. E por incrível que pareça, ninguém a reconheceu nas ruas! (fonte da net) —

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O filme é cheio de clichês, como não seria diferente sendo uma produção americana. Mas nos põe pra pensar até que ponto os padrões norteiam as nossas escolhas de como podemos ser ou não felizes. Até que ponto a gente é quem escolhe ser feliz ou triste, baseado no que nos dizem que temos de ser, fazer, viver e etc?

O-Amor-e-Cego-6

Numa das cenas mais engraçadas, o Hal nem perde muito tempo pensando que não fazia sentido uma lingerie tão grande pra uma mulher que não fazia jus a mesma… (Na verdade poucos homens fazem caso da lingerie que as mulheres usam…)

NOTA: Essa postagem é parte da postagem de um álbum na fanpage da EuGordinha, por isso saiu um texto picado e resumido.

Dos Padrões

Dos Padrões - EuGordinha

O título “Dos Padrões” fui eu quem pus na ausência de um, para o poema que segue abaixo.

Todos esses padrões
sobrevivem roubando opiniões,
impondo interpretações
Sequestram cada imaginação,
aprisionam o coração
corrompendo tuas concepções.

-Violette

 

por Larissa Paula Fernandes Carvalho

Como a Mídia Afeta as Mulheres

Como a mídia afeta as mulheres (matando-nos aos poucos)

As vezes as pessoas me falam: “você tem falado sobre isso há 40 anos. As coisas melhoraram?” E infelizmente tenho a dizer é que as coisas pioraram.

Anúncios vendem mais que produtos: eles vendem valores, imagens… vendem conceito de amor e sexualidade, de sucesso e, talvez o mais importante, conceitos de “normalidade”. Consequentemente, eles nos dizem quem somos e quem devemos ser.

Bom, e o que os anúncios nos dizem sobre as mulheres? Eles dizem, como sempre disseram, que o mais importante é como somos vistos. A primeira coisa que os anunciantes fazem é nos cercar com uma imagem da beleza feminina ideal.

As mulheres aprendem desde pequenas que devem gastar uma quantidade enorme de tempo, energia, e acima de tudo dinheiro, esforçando-se para alcançar esta imagem e sentem vergonha e culpa quando falham. E a falha é inevitável, pois o ideal é baseado na absoluta impecabilidade. Ela nunca teve linhas faciais ou rugas, certamente não há cicatrizes ou manchas. De fato, ela não tem poros. E o aspecto mais importante é que esta impecabilidade é impossível de se alcançar. Ninguém é assim, inclusive ela. E esta é a verdade, ninguém é assim.

Cindy Crawford sem e com maquiagem

Cindy Crawford sem e com maquiagem

A supermodelo Cindy Crawford disse uma vez: “eu gostaria de parecer a Cindy Crawford”. Ela não é nem poderia ser, pois esta é uma imagem criada durante anos de maquiagens e cosméticos, que hoje são facilmente feitos por retoque digital. Keira Knightley recebe um busto maior. Jessica Alba feita menor. Kelly Clarkson… bem, esta é interessante, pois diz “emagreça do seu jeito” mas ela de fato emagreceu via Photoshop.

Kelly Clarkson sem e com Photoshop

Kelly Clarkson sem e com Photoshop

Você praticamente nunca viu a foto de uma mulher considerada bonita que não tenha sido retocada digitalmente. Todos nós crescemos em uma cultura onde o corpo das mulheres são constantemente transformados em objetos. Aqui ela se torna uma garrafa de cerveja, aqui se torna parte de um videogame e está em todo lugar, em todo tipo de anúncios, o corpo da mulher é transformado em coisas, em objetos. Agora, é claro que isso afeta a autoestima feminina. Isso também faz algo mais insidioso: cria um clima em que se difunde a violência contra a mulher.

Não estou dizendo que um anúncio como este causa diretamente a violência, não é tão simples. Mas tornar um ser humano em um objeto é quase sempre o primeiro passo que se dá para justificar a violência contra ele. Vemos isto com racismo, vemos isto na homofobia, vemos isso com o terrorismo. É sempre o mesmo processo, a pessoa é desumanizada e então a violência se torna inevitável. E este passo já foi e é constantemente dado com a mulher. O corpo da mulher é desmembrado em anúncios, cortado em pedaços, apenas uma parte do corpo é focada, que obviamente é a coisa mais desumanizante que se pode fazer a alguém.

Em todos os lugares, vemos o corpo da mulher transformado em coisas, e muitas vezes, apenas parte de alguma coisa. E as garotas hoje estão captando esta mensagem tão jovens… que elas precisam ser impossivelmente lindas, quentes, sexy e extremamente magras, e também captam a mensagem que vão falhar, que não há meios para se atingir isso. As garotas costumam se sentir bem aos oito, nove, dez anos, mas quando chegam a adolescência, é como se atingissem uma parede. E certamente, parte desta parede se dá por essa ênfase à perfeição física.

Agora veja, nós temos epidêmicas disfunções alimentares em nosso país e também ao redor do mundo. Eu venho falando sobre isso há algum tempo e penso que as modelos não podem ficar mais magras, mas elas ficam cada vez mais e mais magras. Ana Carolina Reston morreu há um ano de anorexia pesando cerca de 40 quilos. E na época ela ainda desfilava. Então, as modelos realmente não podem ficar mais magras. E aí o Photoshop veio ao resgate.

Entretanto, existem exceções. Kate Winslet fez uma declaração sobre a recusa em permitir que Hollywood ditasse o seu peso. Quando a revista GQ publicou uma fotografia de Winslet, que foi retocada para fazê-la parecer drasticamente mais magra, ela afirmou que a alteração foi feita sem o seu consentimento. E ela disse: Eu não sou assim e, mais importante, eu não quero parecer assim. Posso dizer que eles reduziram o tamanho de minhas pernas por 1/3.

Então, o que podemos fazer sobre tudo isso? Bem, o primeiro passo é ficarmos em alerta e prestarmos atenção e reconhecer que isso afeta a todos nós. Estamos falando de problemas na saúde pública. A obsessão por magreza é um problema de saúde pública. A tirania de uma imagem ideal de beleza, a violência contra a mulher, são todos problemas de saúde pública que afetam a todos nós. E estes problemas apenas podem ser resolvidos transformando o ambiente.

– Jean Kilbourne

Nota: O texto transcrito do vídeo eu peguei no site VidaMinimalista

Conselho do Gandalf – Quarto 21

 

(ilustração com Gandalf e Bilbo, cena do filme "O Hobbit")

(ilustração com Gandalf e Bilbo, cena do filme “O Hobbit”)

“O mundo não está nos seus livros e mapas. Está lá fora.” (Gandalf)

Quarto21 – Viver é a verdadeira viagem…

 

Amor Cultivável

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Um dos casais mais belos do mundo esteve próximo de se separar. E nesse texto lindo de Brad Pitt sobre Angelina Jolie, fica claro que quem ama muito merece ser muito amado (a).

“Um Segredo de Amor

Minha esposa ficou doente. Constantemente ela estava nervosa por causa de problemas no trabalho, na vida pessoal, seus erros e problemas com os filhos. Ela perdeu 13 quilos e pesava cerca de 40 quilos aos 35 anos.

Ela ficou muito magra e estava constantemente chorando. Não era uma mulher feliz. Ela sofria de contínuas dores de cabeça, dor no coração e tensão muscular nas costas. Ela não dormia bem, conseguia pegar no sono apenas na parte da manhã e ficava cansada rapidamente durante o dia.

Nosso relacionamento estava a ponto de acabar. A beleza dela estava deixando-a. Ela tinha bolsas sob os olhos, cabelos desgrenhados. Ela parou de cuidar de si mesma. Se recusou a fazer filmes e rejeitou cada papel. Perdi a esperança e pensei que iríamos nos divorciar em breve… Foi então que eu decidi agir. Afinal, eu tenho a mulher mais bonita do planeta. Ela é a mulher ideal para mais da metade dos homens e mulheres da Terra, e eu o único que tinha permissão para dormir ao seu lado e abraçá-la. Comecei a mimá-la com flores, beijos e muitos elogios. Surpreendia-a e tentava agradá-la em todos os momentos. Enchi-a de presentes e comecei a viver apenas para ela. Só falava em público a seu respeito e relacionava todos os assuntos a ela, de alguma forma. Elogiei-a a sós e em frente a todos os nossos amigos.

Vocês podem não acreditar, mas ela começou a renascer, a florescer… Tornou-se ainda melhor do que era antes. Ganhou peso, parou de ficar nervosa e me ama ainda mais do que antes. Eu nem sabia que ela podia amar tão intensamente.

E então eu percebi uma coisa: ‘A mulher é o reflexo de seu homem’ Brad Pitt.

Um Sorriso Entre nós Dois

“Um Sorriso Entre nós Dois”
Vanessa da Mata
Compositor: Vanessa da Mata, Liminha & Kassin

Não pense em segurar a vida têm assas
Ela dançando enfeita a minha casa
Ela dança pra todos, vai dançar, dançar, dançar
Até o dia raiar paquerando um cara

Ei, pensa que ela parou
Louco individuo, louco doutor
Pensa que ela parou
Foi mostrar seu corpo no ar
Pensa que ela parou
Nos olhos do fofo, no doutor
Pensa que ela parou
E o coração enlouqueceu

Não adianta cantar
Que ela só quer dançar, dançar
Não queira começar, pegar, tomar, tentar, beijar
Todos em torno dela, todas as cores e raças
Achando todos que ela era a sedutora

Pensa que ela parou
Nos olhos, no cara, no doutor
Pensa que ela parou
De se exibir para aquele moço
Pensa que ela parou
Todos em torno dela

E o coração do moço, moço
No coração da moça
No coração

Vamos dançar pra amanhã
Não esquecer no depois
E seguir um sorriso entre nós dois

 

Fabiana Karla

Não é a primeira vez que eu falo dessa atriz que consegue tirar de mim muitas risadas quando decide encarar personagens cômicos. Ultimamente na novela “Amor à Vida”, ela não deixando o lado cômico de lado também tem investido no dramático – o que não é novidade para quem pode assistir à peça “Gorda” quando a mesma esteve em cartaz.

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Paixão Emagrece & Amor Engorda

Dica de leitura:

livro sonia hirsch

Trecho do livro “Paixão Emagrece, Amor Engorda” de Sonia Hirsch

“No início, a paixão emagrece. Ainda que o exercício seja só desfolhar o malmequer, ou apertar o celular com força, o coração dispara tanto que qualquer coisinha vale por 10 aeróbicas. E a verdade é que paixão recém-nascida é melhor que qualquer comida.

Seu apetite só pode ser saciado por coisas que não engordam: pele roçando na pele, mão esbarrando na mão, olhares que dizem tudo, beijos suspensos nos lábios. Muitas dúvidas – será que é paixão correspondida? Estará mesmo livre aquele coração?

O sono diminui, a adrenalina corre proporcionando reflexos rápidos, os olhos brilham. Dançar, cantar, dar risada, tudo o que é bom fica fácil. E o corpinho? Afina. Cada suspiro consome 100 calorias.

Até que, de repente, o desejo se realiza. Bem-me-quer, bem-me-quer! As bocas recheadas de beijos, a vida uma roda-gigante, comer para quê se o bom é amar, amar, amar? Noites movimentadas e dias à espera das noites: desnecessário também dormir. O sonho já virou vida e a vida virou estar junto. O resto se ajeita entre um encontro e outro, um telefonema e outro. Se não me engano foi Freud quem disse: paixão são dois náufragos agarrados na mesma tábua. Magros.

Aí, passado algum tempo, a paixão começa a se transformar em amor. Nossos náufragos chegam à segurança da ilha e resolvem cuidar juntos da vida, construir uma cabana e arranjar coisas para… comer. Afinal, eles merecem! Conquistaram o coração um do outro, isso não acontece todo dia, e tome celebração. É café na cama aqui, almoço ali, ceia acolá, uma viagem de férias cheia de comidas típicas, bebidas deliciosas, sobremesas fartas, e o prazer da intimidade matinal se prolonga até mais tarde, abrindo o apetite para novidades. Que a novidade já não é o outro, mas tudo o que se faz junto, tudo o que se gosta, tudo o que se adora. E pode haver algo mais adorável, excitante e gratificante do que descobrir que se gosta da mesma comida?

O amor come, o amor cozinha. O amor chama o amor de minha doçura e dá chocolates caros de presente. Compra vinhos, queijos e outras delícias. Comemora na mesa os sucessos da cama e o passar dos dias, dos meses, do ano – já um ano? Então, festa! Alegria, alegria! E assim o amor engorda.

O amor que engorda põe um olho no espelho e outro no outro, pra ver se engordaram os dois. Bingo. Bochechinhas, pneuzinhos, a cintura apertada pedindo discretamente para desabotoar o jeans… E aí, de duas, uma: ou vão ambos malhar na academia ou começam a chegar com umas roupinhas novas, larguinhas, mais confortáveis para ficar em casa, grudadinhos, vendo filmes e comendo pipoca.

Os da academia renovam a vida, se animam para um spa, resolvem caminhar de manhã e pedalar aos domingos; conhecem pessoas novas e de repente até se apaixonam de novo um pelo outro. Ou por outros.

Os das roupinhas largas, cada vez mais largas, em breve vão precisar de afrodisíacos. Ostras, lagostas, caviar, fígado, rins, testículos e miolos têm reputação de dar muita energia sexual. Temperos como pimenta, canela, noz-moscada, cravo, açafrão, baunilha e gengibre estimulam a circulação, portanto podem auxiliar o sangue a chegar mais abundantemente às zonas prazerosas. Champanhe tem fama de liberar a libido mais do que qualquer outro vinho, e alguns alimentos são tidos como realmente excitantes: aspargo, aipo e alho-poró por causa da forma, faisão e pombo pelo arroubo amoroso.

Um menu afrodisíaco citado pelo Larousse Gastronomique, a quem interessar possa: sopa de tartaruga com âmbar gris, linguado à moda normanda, filé de rena com creme de leite, pombo jovem assado, aspargos ao molho holandês, salada de agrião, pudim de tutano, vinhos do Porto e bordeaux, e finalmente café.

Se funciona, não se sabe; mas que engorda, engorda.”

Das Relações Virtuais e Seus Percalços

Quão doce e amarga pode ser a distância que o mundo virtual proporciona...

Quão doce e amarga pode ser a distância que o mundo virtual proporciona…

Talvez os relacionamentos virtuais, à distância, funcionem melhor quando as pessoas já se conhecem pessoalmente, quando as pontes já foram feitas na vida real, antes de entrar na vida virtual. Nota: Quando digo “vida real” trato da vida na qual vivemos sem dispositivos eletrônicos e sem internet; a vida virtual é aquela filtrada pelos dispositivos e pela disponibilidade de algum tipo de internet pra fazer a conexão.

Viver a vida real é bem melhor apesar de todas as costumeiras limitações. Não estou falando mal dos relacionamentos virtuais com intuito de desestimular as pessoas a respeito disso. Eu respeito a vida virtual tanto quanto a vida real – não querendo dizer que a virtual não seja real. Mas a realidade da vida virtual, e mais especificamente dos relacionamentos virtuais, pode ser muito difícil – talvez um tanto mais do que os relacionamentos reais. Sei que alguns me dirão: a dificuldade está nos relacionamentos em si, virtuais ou não. É verdade, temos sido muito complicadinhos, nós seres humanos. Os meios virtuais só intensificam isso.

O ver fotos, e ler estados emocionais ou fatos cotidianos na vida de quem nos toca por dentro de alguma forma, suscita uma multidão de emoções que de vez em quando se cristalizam em algo mais palpável mesmo sem ser, os tais sentimentos. Um sentimento é como se fosse a emoção cristalizada; é como se um sentimento fosse um diamante, o diamante formado de uma emoção lágrima derramada. Será que estou conseguindo ser claro nas minhas comparações? Por mais efêmera e frágil que a vida virtual seja, ela é tão real quanto a outra.

A intensidade com a qual algumas emoções podem surgir é ao mesmo tempo algo que pode ser agradabilíssimo e ao mesmo tempo muito desgastante. Ansiedade, saudade, ciúme, afeto, carinho, tesão, preocupação, amor, paixão e tudo isso que rola em relacionamentos pode acontecer em proporções surreais – #SQN (Só que não) é surreal, é tudo muito real. A (des)vantagem da vida virtual é que a dor está relativamente fácil de ser eliminada quando pensamos na possibilidade de deletar o que nos cause mal, bloquear ou excluir o que venha se tornar um problema. Fica valendo o dito: “Longe dos olhos, longe do coração”. Ai a gente corre o risco de banalizar as emoções e sentimentos e consequentemente um aspecto da vida muito importante. Porque parte de nós é emocional e não apenas conceitos e ideias racionais e lógicas.

É difícil manter contato o tempo todo com quem gostamos procurando transmitir tudo o que sentimos quando a vida meio que impõe certas obrigações. Eu odeio, por exemplo, uma frase que tem suas variações mas diz mais ou menos assim: “…quem realmente se importa dá um jeito, se esforça e tal pra dizer o quanto você é importante”. É fato que nem todos se expressam na mesma velocidade e ritmo que a vida virtual insiste em nos impor como se fosse esse o ritmo natural da vida. Hoje em dia não é tão fácil acharmos pessoas com as emoções amadurecidas, em termos de saber lidar com ansiedades e reconhecendo a diferença entre o que realmente é fugaz do que pode durar. Vive-se o “que seja eterno enquanto dure”, o “se permita”, o “se joga” e veja o que acontece. Assim como as conexões ultra rápidas, quer-se um amor (ou melhor uma relação seja de qual tipo for) que aconteça expressamente. Quer-se que após uma conversa de poucas horas toda a vida seja desvendada a tal ponto de dar condições ao outro de decidir ser o homem ou mulher da sua vida, vindo satisfazer todas as suas vontades e anseios. Os meios virtuais nos passam a ilusão de que tudo o que precisamos para vida está disponível e ao nosso alcance, só cabendo a nós agir de maneira tal a conseguir. Alguns de nós, estão se coisificando na tentativa de ter o outro como sua coisa, sua propriedade particular e íntima, sua satisfação.

Estou meio que desabafando, sim. Tenho meus percalços virtuais, profundos ou não, em termos de vida emocional, sejam nas amizades ou em algo mais sério. Quem não tiver tido problemas com uma palavra mal interpretada, uma ausência por motivo de trabalho, estudos, doença ou falha na conexão ou ausência dela por situação geográfica ou financeira… que atire a primeira pedra. Hoje em dia, em meio as atividades que temos de fazer pra conseguir o tal $ que nos garanta o pão de cada dia, em algumas situações, alguns relacionamentos nossos ficam prejudicados (tanto os virtuais, os distantes, como os próximos). A vida tem ficado aparentemente muito corrida, a mudança das coisas têm nos empurrado pra fora de uma linha mais suave de vida. É por isso que eu gosto de refletir sobre as coisas, pensar nelas como se fossem objetos os quais você pode pegar e olhar, mudar de lugar, ver onde melhor se encaixam, pra fazer a vida valer a pena. Mas nem sempre o tempo de resposta é adequado – nem sempre dá tempo de corresponder a tudo o que a vida aparentemente requer de nós… e as pessoas também… Não dá pra agradar a todos o tempo inteiro, não dá pra se agradar a si mesmo o tempo inteiro. No caminhar da vida, no se relacionar consigo mesmo e com os outros, (seja virtualmente ou não), há percalços. Deixo então um aviso aos caminhantes…

Santo Encalhamento

Só pra se ter uma ideia, o negócio que essa chinesa montou motivada pelo seu sofrimento entrou na lista dos 25 mais poderosos negócios da China.

Só pra se ter uma ideia, o negócio que essa chinesa montou motivada pelo seu sofrimento entrou na lista dos 25 mais poderosos negócios da China.

Sempre há uma coisa boa por trás de tudo de ruim que nos acontece, sempre, sempre! Eu digo isso pra todo mundo que quiser ouvir e ler, porque tenho visto isso com uma frequência de 100%. Pode ser que não consigamos enxergar logo de cara, mas a lição de algo bom aparece e com o tempo nos acostumamos a buscar o que tem de bom nas coisas ruins que nos acontecem.

Não foi diferente na vida de Gong Haiyan, a chinesa que já sofreu com o que chamamos de “encalhamento”. Ser ou estar encalhada ou encalhado é ficar como os navios nessa condição, sem um (a)mar onde se navegue a dois, é estar sozinho mas não por escolha própria… por algum motivo qualquer e ainda por cima sofrer com isso. Acho que encalhamento só é encalhamento quando se sofre com isso. Conheço pessoas que vivem o estado de solteirice com muito gosto e não se importam com as pressões sociais, familiares e culturais lhes dizendo que é preciso ter alguém pra ser feliz. Ei!! Somos nós quem temos de decidir estar com alguém ou não.

Fato é que Gong Haiyan, conseguiu virar a seu favor algo que tinha sido motivo de sofrimento. Compartilho a história dela por achar que serve de exemplo pra muitas meninas que ficam sofrendo com as circunstâncias da vida. Sou tremendamente a favor de que não precisamos ser vítimas do que nos faça sofrer. Sempre podemos mudar a nossa história para algo que queremos de bom e viver o melhor da vida com isso.

 Gong Hayan chegou a se cadastrar em um site, mas descobriu que a empresa havia roubado perfis dos concorrentes AFP

Gong Hayan chegou a se cadastrar em um site, mas descobriu que a empresa havia roubado perfis dos concorrentes AFP

Criado por ‘encalhada’, site de namoro na China já tem 100 milhões de usuários

Governo estima que haverá  24 milhões de homens “deixados de lado” até o fim desta década

Embora a figura do “casamenteiro” exista há mais de 2.000 anos na China, Gong Haiyan, a “cupido número um” do país transformou a atividade em um negócio surpreendente.

Quando tinha 25 anos, por se achar “encalhada”, Haiyan decidiu criar um site de namoro. Uma década depois, a página tem 100 milhões de usuários e já é listada na bolsa de valores eletrônica de Nova York.

— Eu já tinha mais de 25 anos e pelos padrões chineses eu era uma mulher “encalhada”. Minha mãe e meu pai ficavam insistindo para que eu me casasse.

Pressionada, ela decidiu pagar 500 RMB (cerca de R$ 182) para se inscrever em um site de namoros. Mas não recebeu resposta alguma e pouco depois descobriu que a empresa havia roubado perfis de sites concorrentes.

— Eu pedi meu dinheiro de volta. Mas quando pedi para ser reembolsada eles riram da minha cara.

Funcionários do site de namoro disseram a Gong que ela “não tinha nenhum charme ou beleza” e que “homens bem sucedidos não se interessariam por ela”.

Revoltada, a chinesa resolveu transformar a humilhação em uma grande ideia. E mal sabia que, anos depois, além de arranjar um marido, ficaria famosa no país inteiro e ganharia muito dinheiro com seu novo negócio.

Raiva e superação

— Fiquei com muita raiva, e perguntei a uma amiga minha quanto custaria para criar uma página na internet e abrir meu próprio site de relacionamentos.

Assim como o Facebook, o site de Gong foi criado no quarto de sua residência universitária e a primeira pessoa a criar um perfil foi sua melhor amiga, uma colega de faculdade, ainda em 2003. Quatro dias depois, ela convenceu a segunda pessoa a se inscrever.

Dez anos depois, o site Jiayuan.com, que em tradução livre significa “Lindo Destino”, tornou-se uma empresa de grande sucesso, com escritórios em diversas cidades chinesas e mais de 100 milhões de usuários inscritos.

Para se ter uma ideia do bom desempenho, em maio de 2011 a companhia passou a ter suas ações negociadas na Nasdaq, a bolsa de valores eletrônica de Nova York, tornando-se o primeiro site de namoro chinês a ser listado no mercado financeiro fora do país.

Marido

Mas além de fama e riqueza, o site trouxe a Gong o que seus pais tanto queriam.

Ela diz que não se importava com riqueza material.

— Eu estava procurando por alguém inteligente, de bom coração e saudável.

Seis meses após sua criação, o Jiayuan.com colocou a jovem em contato com um cientista que estuda moscas de frutas.

— Eu pedi que ele fizesse um teste de QI, e ele obteve cinco pontos a mais do que eu.

Ela acabou se casando com Guo Jian Zeng três meses depois e hoje em dia eles têm uma filha de quatro anos.

O chinês chamou a atenção por seu calor humano e vontade de ajudar os outros, desde parentes até estranhos na rua, mas foi a foto em seu perfil que saltou aos olhos de Gong.

— Ele estava usando uma camiseta e era possível ver que ele era bem musculoso, e até tinha ganhado uma competição de iron man em sua academia.

Tradição milenar

Apesar de estar se utilizando de novas ferramentas, Gong não inventou nada novo em seu país, onde a tradição do “casamenteiro” existe há mais de 2.000 anos, desde a dinastia Zhou.

Antigamente, cada vilarejo contava com uma “Mãe Vermelha”, uma mulher nativa encarregada pelas famílias de achar os parceiros ideais para seus filhos e filhas. Mais tarde, políticos locais e chefes de grandes fábricas desempenharam a função.

Mas os tempos mudaram.

— Para imigrantes que vieram do interior, como eu, é quase impossível contar apenas com as antigas redes de contatos para encontrar um marido. Quando eu cheguei em Xangai não tinha parentes nem amigos na cidade.

Ela também explica que a diferença entre homens e mulheres é um motivo de crescente preocupação no país, onde a política do filho único, implementada desde os anos 1980, fez com que as famílias preferissem ter mais filhos homens do que mulheres.

O cenário levou o país a ter atualmente uma das proporções de gênero mais desequilibradas do mundo, com 118 homens para cada 100 mulheres — e há chances de que venham a haver cada vez mais “encalhados” do que ‘encalhadas’ na China.

Projeções e desequilíbrio

De acordo com projeções do governo, até o final desta década haverá 24 milhões de homens “deixados de lado”, ainda em idade de se casar. E há acadêmicos que apontam que entre 2020 e 2050 cerca de 15% dos homens chineses simplesmente não terão conseguido encontrar uma mulher.

— Na minha cidade na província de Hunan já estamos vendo este problema. Muitos homens de 40 e 50 anos foram solteiros durante toda a vida e desistiram de encontrar alguém para se casar.

Para ela, a ascensão econômica do país também gera expectativas mais altas, e com isso maiores decepções.

— Há um desequilíbrio de informação — a pessoa que você está procurando existe, mas você não sabe onde encontrá-la. Por outro lado, por estar buscando um parceiro tão ideal, a pessoa que de fato possui as qualidades que você procura pode não retribuir seu amor.

Via R7

Cuidado com os “Efeitos Especiais”

Muito do que na vida nos acontece de ruim pode ser mero ponto de vista. Eu sei que a dor que experimentamos é REAL. Só quem sente sabe onde e como dói, seja físicamente e principalmente emocionalmente. Às vezes a sensação que nos dá é a de que estamos numa guerra onde bombas explodem para tudo quanto é lado, tiroteios imprevistos e temos de nos ver procurando refúgio ou tendo de atacar algum inimigo. Pensando nisso eu parei pra refletir no quanto nós podemos ser “enganados” pelas circunstâncias exteriores ou suposições e impressões interiores, diante de alguns problemas da vida, diante de algumas dores. É bom refletir sobre as coisas que a gente vê, ouve, lê por ai. Estive lendo a matéria abaixo e refletindo sobre o assunto de nossas guerras interiores. Espero que possa trazer alguma luz aos que ainda hoje conseguem refletir.

A tropa de artistas que enganou Hitler na Segunda Guerra Mundial

A história dos soldados norte-americanos que usavam tanques infláveis e efeitos sonoros para espantar os inimigos
Rick Beyer/Hatcher Graduate Library

O tanque inflável usado pelo exército dos EUA para enganar Hitler durante a Segunda Guera Mundial

Mais uma daquelas histórias impressionantes da Segunda Guerra Mundial que virou documentário: era junho de 1944 quando dois franceses desavisados entraram no perímetro de segurança da Vigésima Terceira Tropa de Forças Especiais dos EUA e viram, incrédulos, quatro soldados norte-americanos carregando um grande tanque de guerra. Um dos soldados, diante da cara dos franceses, apenas respondeu: “Os americanos são muito fortes.”

No entanto, não se tratava da força dos soldados, mas da leveza do tanque que era, na verdade, feito de borracha inflável. Este episódio foi documentado numa pintura (logo abaixo) por um dos soldados da tropa, que era mais conhecida como The Ghost Army (o Exército Fantasma). O grupo, que desembarcou na França no verão de 1944, foi recrutado em faculdades de arte e em agências de publicidade e tinha como principal arma a criatividade. Sua missão? Enganar as tropas de Hitler.

Arthur Shilstone

Pintura do soldado Arthur Shilstone retrata o episódio dos franceses pasmos com a força dos americanos

John Jarvie

Pinturas feitas no tempo livre documentavam a rotina dos soldados

Além dos retratos da guerra que faziam esporadicamente nos tempos livres, o exército fake tinha vários recursos para espantar os soldados alemães: artilharia de borracha, efeitos sonoros e falsas transmissões de rádio faziam a tropa de artistas parecer um grande exército pronto para o ataque. Foram mais de 20 missões — algumas bastante perigosas — na França, Bélgica, Luxemburgo e Alemanha em que a capacidade de atuação dos soldados era o que lhes garantia a vida. Dentre os cerca de 1.100 jovens do grupo estavam o designer de moda Bill Blass, o fotógrafo Art Kane e os pintores Ellsworth Kelly e Arthur Singer.

A “arte da guerra” feita pelos soldados fantasmas exigia muito mais do que apenas carregar os aparatos de borracha e incluía um verdadeiro trabalho cênico para despachar homens em caminhões e ficar dando voltas, aparentando a chegada de uma grande tropa; frequentar cafés franceses para espalhar fofoca entre os espiões que poderiam estar no lugar e visitar cidades vestidos de generais. Estima-se que o Exército Fantasma tenha salvado muitas vidas e sua atuação foi importante para a vitória dos Aliados no ano seguinte.

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Alto-falantes imitavam o barulhos de grandes unidades de infantaria

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National Archives

O diretor de cinema Rick Beyer contou que soube da história acidentalmente, em um café, ficou maravilhado e tratou de procurar e entrevistar os dezenove veteranos da tropa que ainda estavam vivos. O resultado está no documentário The Ghost Army, que foi lançado nessa semana na rede de televisão estadunidense PBS. Dá pra ver o trailer abaixo:

o artigo foi retirado de OperaMundi

Como perder amigos na vida real: Compartilhando muitas fotos no Facebook!

Facebook Prejudica Relacionamentos - EuGordinha

Todos sabem que receber uma enxurrada de fotos de um amigo na timeline o tempo inteiro é extremamente chato, mas agora um estudo comprovou que isso pode afetar relacionamentos na vida real. Pesquisadores descobriram que aqueles que costumam postar muitas fotos de si mesmos no Facebook correm o risco de prejudicar suas relações com seus amigos, parentes e colegas no mundo real.

Uma equipe da Universidade de Birmingham, na Inglaterra, contou com informações fornecidas por 508 usuários do Facebook para chegar ao resultado da pesquisa, que sugere que o excesso de compartilhamento de fotografias na rede de Mark Zuckerberg pode levar a uma diminuição na intimidade entre as pessoas.

Por exemplo, postar muitas fotos de amigos pode afetar negativamente a intimidade de um casal, de acordo com o estudo. “Nossa pesquisa mostra que esse excesso de fotos pode danificar os relacionamentos na vida real. É que as pessoas, com exceção dos amigos muito próximos e parentes, não parecem se relacionar bem com quem compartilha constantemente fotos de si”, explica David Houghton, um dos autores da pesquisa. É claro que os amigos mais próximos tendem a compreender melhor as atitudes do outro, até porque eles têm mais liberdade para xingá-lo quando achar que sua timeline está sendo entupida por fotos desnecessárias.

E se você faz parte do grupo de pessoas que adora compartilhar com o mundo todas as fotos do seu último passeio ao parque, de todos os cafezinhos que toma durante o dia, e assim por diante, é bom tomar cuidado para não acabar sem amigos (também) na vida real.

Via http://canaltech.com.br/

Coisas Que Ninguém Diz Para Meninas Gordas

Reblogando um texto bom…

A Lígia encontrou um post em inglês, recomendado por uma amiga, e perguntou se eu queria que ela o traduzisse. Claro, né? O texto é ótimo, e quem sabe inglês pode lê-lo aqui no original. As belíssimas fotos foram tiradas do Body Image. Super obrigada, Lígia, pela dica e pela tradução!

Há coisas que nunca são ditas para garotas gordas. Então eu vou dizer:

Todo mundo tem dobrinhas quando se curva. Todo mundo. Vamos deixar isso claro logo de cara. Nos últimos meses, mais de trinta mulheres, das mais magricelas até as mais gordinhas, se deitaram nuas na minha cama. Eu geralmente pedia que elas abraçassem seus joelhos, e vocês não vão acreditar: todas tinham dobrinhas na barriga.

Nenhuma saiu ilesa. Até uma modelo, medindo 1,80 de altura, tinha dobrinhas na barriga. As fotos que mostravam a barriga das fotografadas se tornaram minhas preferidas de todo o projeto… Então pare de achar que as dobrinhas na barriga são uma coisa ruim, e tente aceitar (ou até mesmo amar) as suas.

Quando as pessoas disserem “você é linda”, acredite. Eu costumo não acreditar, e isso é uma vergonha. Quando as pessoas te fazem um elogio genuíno, é porque é isso que elas veem. Tente não achar que elas estão erradas. Elas veem você como um todo; nós vemos nossos defeitos. Acredite nelas.

“Braços que balançam são uma vergonha”. Não são, não, vá se f*der. Não, não você. As pessoas que nos dizem isso. “Você não é deslumbrante apesar do seu corpo. Você é deslumbrante por causa do seu corpo”. Há uma grande diferença aí. Eu cresci numa cultura que classifica mulheres pouco atraentes como “espíritos especiais”. Essa é uma categorização degradante, que implica que a única coisa de valor é o interior das mulheres. Claro que nós todas somos muito mais que nossos corpos, mas nossos corpos também são uma parte bonita do que nós somos. A beleza vem de dentro e de fora. Eu acredito firmemente na ideia de que toda e qualquer pessoa é bonita e, portanto, o interior é a parte mais reveladora quando se trata da verdadeira “beleza”.

Você não precisa malhar todos os dias para se sentir bem consigo mesma. Muita gente acredita que pessoas gordas precisam se exercitar o máximo possível para provar que estão decididas a se tornar menos gordas. Como se aceitar nosso corpo como ele é fosse um pecado mortal. Claro que o exercício físico tem diversos benefícios para o corpo e para a mente, mas você não precisa se esforçar para mudar seu corpo a menos que essa seja a sua vontade. Você não precisa mudar o seu corpo para se sentir bem. E ponto final.

Você pode se apaixonar por si mesma. Essa vai ser a coisa mais assustadora que você irá fazer, mas tudo bem. Porque essa também será a mais fantástica experiência que você terá na vida (mesmo que gradual). Isso não é ser narcisista ou convencida. É simplesmente libertador. Tudo bem também se você não se amar todos os dias. Nós passamos nossa vida inteira internalizando mensagens de que ser gorda não é legal.

Sofremos a vida inteira uma lavagem cerebral que nos faz odiar ser quem somos. Demora pra gente conseguir pensar de outra maneira; não vai acontecer de um dia para o outro. Se dê o direito de chorar, soluçar, gritar, atirar coisas. Mas então se levante e siga em frente, porque você é uma guerreira.

 Todo mundo tem um peito maior que o outro. Se você tiver um peito grande, eles serão ainda mais diferentes entre si. Não se preocupe, isso é completamente normal.

Há pessoas que preferem mulheres gordas. Antes eu achava que o melhor que eu podia fazer seria encontrar alguém que aceitasse o fato de eu ser gorda. Mas então descobri que não somente existem pessoas que adoram mulheres gordas, mas que existem MUITAS pessoas que preferem as gordas. Não se conforme com um parceira que meramente aceite seu corpo. Você tem o direito (e milhares de oportunidades) de achar alguém que se apaixone pelo seu corpo. Você merece ser idolatrada, moça!

Mulheres gordas transam com caras gostosos o tempo todo. Eu sei que “gostoso” é um termo relativo, mas vamos falar aqui daquele tipo universal de homem gostoso. Sabe, aquele que “as gordas não merecem?” Infelizmente vocês sabem do que eu estou falando. O fato de mulheres gordas transarem com caras gostosos foi uma das maiores descobertas que eu já fiz. Antigamente eu achava que o número de pessoas que me achariam atraente seria muito pequeno, então eu me contentaria com qualquer um que me achasse atraente. Afinal, por que um cara convencionalmente bonito iria gostar de uma garota gorda?

 Acontece que por meio da internet, de festas e eventos, eu acabei descobrindo centenas de homens que brigariam para transar comigo. De repente, eu é quem estava escolhendo com que eu queria transar. A ideia de que pessoas com corpos “atípicos” não podem se juntar com aquelas “tipicamente atraentes” é falsa. As pessoas precisam saber que todos os tipos de corpos podem ficar juntos. Ficar por cima na hora do sexo não vai machucar o cara. Confie em mim, esse medo é totalmente falso.

Vestir o que você quiser é um ato político. Participe da revolução. Jogue todas as regras de estilo pela janela. Use roupas justas, listras horizontais, calças skinny, leggings, blusas transparentes, biquínis… use aquilo que te faz feliz. Você é linda! Eu sei que você não se sente a criatura mais bonita desse mundo.Eu sei que isso é difícil. Eu sei que essa é uma batalha diária. Mas que se f*da o padrão fascista que foi estabelecido.

 Assim que você parar de olhar para as modelos absurdamente magras e passar a olhar para VOCÊ, você passará a gostar de si mesma como você é. Pare de procurar defeitos em você. Você é perfeita. Você é mais do que suficiente. Você é a melhor coisa que já te aconteceu. Você é linda.

Fonte: Escreva Lola Escreva

Via Geledés Intituto da Mulher Negra

De Onde Vem a Sua Força?

Formiguinha Forte

Conta-se que dois meninos patinavam num lago congelado. Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas. De repente, o gelo se quebrou e um dos meninos caiu, ficando preso na fenda que se formou. O outro, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças conseguindo por fim quebrá-lo e  libertar o amigo.
Alguém que estava distante do local e impossibilitado de ajudar, viu o ocorrido e chamou os bombeiros. Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, admirados perguntaram ao menino: “Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis”!
Nesse instante, um ancião que passava pelo local, disse: – Eu sei como ele conseguiu. Todos perguntaram: – Pode nos dizer como? – Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz.

Moral da História: Uma pessoa só não consegue fazer algo quando ela mesma ou outra pessoa põe em sua cabeça que ela não consegue fazer certa coisa.

(Ilustração de domínio público)

Edull

Edull - EuGordinhaEdull é um artista despojado em sua Arte gráfica, ousado na medida que se propõe a desenhas o mundo Plus com graça e desenvoltura. Tão bom quando vemos Arte e beleza no que os padrões normalmente dizem o contrário. Outro dia eu vi um desenho bonito e não demorou muito pra que eu descobrisse a page desse nordestino que está mandando ver nas suas Artes.

1 – Recentemente me deparei com umas imagens de gordinhas em caricaturas e invenções muito gostosas pela internet e finalmente em sua page no facebook. De onde surgiu a inspiração?

Todo artista é um observador, e através da arte apresenta a sua visão de mundo. A beleza feminina sempre foi uma fonte de inspiração, desde a pré-história. Então eu apresento essa beleza para que conheçam a minha visão.

Kill Bill - EuGordinha

2 – Quais são os teus artistas gráficos favoritos?

Les Toil é o mestre. Um ótimo ilustrador que representa as gordinhas perfeitamente. Assim como Ruben Esq.

Michonne TWD e Gordinha - EuGordinha

Michonne versão fat

3 – Quando você está desenhando as meninas plus, o que te passa pela cabeça? Pensa por exemplo, nos efeitos que a sua Arte pode ter na vida delas?

Sim, o meu objetivo é passar a mensagem que de ser gordinha não a impede de ser bela. Você, gordinha, se acha meu desenho bonito, quer dizer que você também é. Use isso a seu favor.

Figuras Vitruvianas - EuGordinha

4 – Como a gente faz se quiser alguma de suas obras originais?

É só entrar em contato comigo pelo facebook, para encomendar a sua ilustração exclusiva, ou até uma que eu já tenha postado e você gostou.
O preço depende da complexidade e do objetivo. Aí a gente negocia

Também tem a loja virtual com alguns produtos:
http://www.zazzle.com.br/edullsantos

Edull Mulher Maravilha - EuGordinha

Os 10 Piores Alimentos

alimentos não-saudáveis - EuGordinha

Fique alerta com o que você anda comendo. A nutricionista Michelle Schoffro Cook listou para o R7 os dez piores alimentos de todos os tempos, que não só engordam como causam diversas doenças ao ser humano.

Segue o Top 10:

1 – Refrigerante Diet
2 – Refrigerante
3 – Donuts (rosquinhas)
4 – Cachorro-quente
5 – Bacon
6 – Salgadinhos de batata
7 – Batatas fritas
8 – Pizza
9 – Salgadinhos de milho
10 – Sorvete

via: lista10