Mais que Mel – Documentário Conscientizador

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“Mais Que Mel” é um documentário e como tal se propõe a investigar uma história interessante. Nesse caso a história não é só interessante, como também é assustadora, do ponto de vista da sobrevivência humana. Há quem não goste do inseto “abelha” pois o modo como algumas abelhas se defendem quando se sentem ameaçadas é por meio de uma ferroada dolorosa. Mas além da picada (que pode ser muito perigosa pra pessoas alérgicas) e além do mel, a abelha é responsável por nossa sobrevivência em outros aspectos.

Segue abaixo o trailer do filme e uma sinopse. Pense bem antes de matar um inseto desses, de preferência deixe que ele vá embora, mas não diminua mais com o que de certa forma já estamos dizimando.

Mais que Mel

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Sinopse: Em menos de quinze anos, 50% a 90% das abelhas desapareceram do globo terrestre. Os agrotóxicos e eventuais predadores contribuem certamente para o fenômeno, mas nada justifica uma queda tão brusca no número destes insetos. O documentário investiga a responsabilidade dos homens no desaparecimento das abelhas, lembrando que sem a polinização feita por elas, até 80% das frutas e legumes podem sumir da face da Terra. Mesmo Einstein já tinha dito que sem esses animais, o ser humano sobreviveria no máximo quatro anos. Fonte: Adoro Cinema

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Via OMelhorDaTelona

Das Relações Virtuais e Seus Percalços

Quão doce e amarga pode ser a distância que o mundo virtual proporciona...

Quão doce e amarga pode ser a distância que o mundo virtual proporciona…

Talvez os relacionamentos virtuais, à distância, funcionem melhor quando as pessoas já se conhecem pessoalmente, quando as pontes já foram feitas na vida real, antes de entrar na vida virtual. Nota: Quando digo “vida real” trato da vida na qual vivemos sem dispositivos eletrônicos e sem internet; a vida virtual é aquela filtrada pelos dispositivos e pela disponibilidade de algum tipo de internet pra fazer a conexão.

Viver a vida real é bem melhor apesar de todas as costumeiras limitações. Não estou falando mal dos relacionamentos virtuais com intuito de desestimular as pessoas a respeito disso. Eu respeito a vida virtual tanto quanto a vida real – não querendo dizer que a virtual não seja real. Mas a realidade da vida virtual, e mais especificamente dos relacionamentos virtuais, pode ser muito difícil – talvez um tanto mais do que os relacionamentos reais. Sei que alguns me dirão: a dificuldade está nos relacionamentos em si, virtuais ou não. É verdade, temos sido muito complicadinhos, nós seres humanos. Os meios virtuais só intensificam isso.

O ver fotos, e ler estados emocionais ou fatos cotidianos na vida de quem nos toca por dentro de alguma forma, suscita uma multidão de emoções que de vez em quando se cristalizam em algo mais palpável mesmo sem ser, os tais sentimentos. Um sentimento é como se fosse a emoção cristalizada; é como se um sentimento fosse um diamante, o diamante formado de uma emoção lágrima derramada. Será que estou conseguindo ser claro nas minhas comparações? Por mais efêmera e frágil que a vida virtual seja, ela é tão real quanto a outra.

A intensidade com a qual algumas emoções podem surgir é ao mesmo tempo algo que pode ser agradabilíssimo e ao mesmo tempo muito desgastante. Ansiedade, saudade, ciúme, afeto, carinho, tesão, preocupação, amor, paixão e tudo isso que rola em relacionamentos pode acontecer em proporções surreais – #SQN (Só que não) é surreal, é tudo muito real. A (des)vantagem da vida virtual é que a dor está relativamente fácil de ser eliminada quando pensamos na possibilidade de deletar o que nos cause mal, bloquear ou excluir o que venha se tornar um problema. Fica valendo o dito: “Longe dos olhos, longe do coração”. Ai a gente corre o risco de banalizar as emoções e sentimentos e consequentemente um aspecto da vida muito importante. Porque parte de nós é emocional e não apenas conceitos e ideias racionais e lógicas.

É difícil manter contato o tempo todo com quem gostamos procurando transmitir tudo o que sentimos quando a vida meio que impõe certas obrigações. Eu odeio, por exemplo, uma frase que tem suas variações mas diz mais ou menos assim: “…quem realmente se importa dá um jeito, se esforça e tal pra dizer o quanto você é importante”. É fato que nem todos se expressam na mesma velocidade e ritmo que a vida virtual insiste em nos impor como se fosse esse o ritmo natural da vida. Hoje em dia não é tão fácil acharmos pessoas com as emoções amadurecidas, em termos de saber lidar com ansiedades e reconhecendo a diferença entre o que realmente é fugaz do que pode durar. Vive-se o “que seja eterno enquanto dure”, o “se permita”, o “se joga” e veja o que acontece. Assim como as conexões ultra rápidas, quer-se um amor (ou melhor uma relação seja de qual tipo for) que aconteça expressamente. Quer-se que após uma conversa de poucas horas toda a vida seja desvendada a tal ponto de dar condições ao outro de decidir ser o homem ou mulher da sua vida, vindo satisfazer todas as suas vontades e anseios. Os meios virtuais nos passam a ilusão de que tudo o que precisamos para vida está disponível e ao nosso alcance, só cabendo a nós agir de maneira tal a conseguir. Alguns de nós, estão se coisificando na tentativa de ter o outro como sua coisa, sua propriedade particular e íntima, sua satisfação.

Estou meio que desabafando, sim. Tenho meus percalços virtuais, profundos ou não, em termos de vida emocional, sejam nas amizades ou em algo mais sério. Quem não tiver tido problemas com uma palavra mal interpretada, uma ausência por motivo de trabalho, estudos, doença ou falha na conexão ou ausência dela por situação geográfica ou financeira… que atire a primeira pedra. Hoje em dia, em meio as atividades que temos de fazer pra conseguir o tal $ que nos garanta o pão de cada dia, em algumas situações, alguns relacionamentos nossos ficam prejudicados (tanto os virtuais, os distantes, como os próximos). A vida tem ficado aparentemente muito corrida, a mudança das coisas têm nos empurrado pra fora de uma linha mais suave de vida. É por isso que eu gosto de refletir sobre as coisas, pensar nelas como se fossem objetos os quais você pode pegar e olhar, mudar de lugar, ver onde melhor se encaixam, pra fazer a vida valer a pena. Mas nem sempre o tempo de resposta é adequado – nem sempre dá tempo de corresponder a tudo o que a vida aparentemente requer de nós… e as pessoas também… Não dá pra agradar a todos o tempo inteiro, não dá pra se agradar a si mesmo o tempo inteiro. No caminhar da vida, no se relacionar consigo mesmo e com os outros, (seja virtualmente ou não), há percalços. Deixo então um aviso aos caminhantes…

Cuidado com os “Efeitos Especiais”

Muito do que na vida nos acontece de ruim pode ser mero ponto de vista. Eu sei que a dor que experimentamos é REAL. Só quem sente sabe onde e como dói, seja físicamente e principalmente emocionalmente. Às vezes a sensação que nos dá é a de que estamos numa guerra onde bombas explodem para tudo quanto é lado, tiroteios imprevistos e temos de nos ver procurando refúgio ou tendo de atacar algum inimigo. Pensando nisso eu parei pra refletir no quanto nós podemos ser “enganados” pelas circunstâncias exteriores ou suposições e impressões interiores, diante de alguns problemas da vida, diante de algumas dores. É bom refletir sobre as coisas que a gente vê, ouve, lê por ai. Estive lendo a matéria abaixo e refletindo sobre o assunto de nossas guerras interiores. Espero que possa trazer alguma luz aos que ainda hoje conseguem refletir.

A tropa de artistas que enganou Hitler na Segunda Guerra Mundial

A história dos soldados norte-americanos que usavam tanques infláveis e efeitos sonoros para espantar os inimigos
Rick Beyer/Hatcher Graduate Library

O tanque inflável usado pelo exército dos EUA para enganar Hitler durante a Segunda Guera Mundial

Mais uma daquelas histórias impressionantes da Segunda Guerra Mundial que virou documentário: era junho de 1944 quando dois franceses desavisados entraram no perímetro de segurança da Vigésima Terceira Tropa de Forças Especiais dos EUA e viram, incrédulos, quatro soldados norte-americanos carregando um grande tanque de guerra. Um dos soldados, diante da cara dos franceses, apenas respondeu: “Os americanos são muito fortes.”

No entanto, não se tratava da força dos soldados, mas da leveza do tanque que era, na verdade, feito de borracha inflável. Este episódio foi documentado numa pintura (logo abaixo) por um dos soldados da tropa, que era mais conhecida como The Ghost Army (o Exército Fantasma). O grupo, que desembarcou na França no verão de 1944, foi recrutado em faculdades de arte e em agências de publicidade e tinha como principal arma a criatividade. Sua missão? Enganar as tropas de Hitler.

Arthur Shilstone

Pintura do soldado Arthur Shilstone retrata o episódio dos franceses pasmos com a força dos americanos

John Jarvie

Pinturas feitas no tempo livre documentavam a rotina dos soldados

Além dos retratos da guerra que faziam esporadicamente nos tempos livres, o exército fake tinha vários recursos para espantar os soldados alemães: artilharia de borracha, efeitos sonoros e falsas transmissões de rádio faziam a tropa de artistas parecer um grande exército pronto para o ataque. Foram mais de 20 missões — algumas bastante perigosas — na França, Bélgica, Luxemburgo e Alemanha em que a capacidade de atuação dos soldados era o que lhes garantia a vida. Dentre os cerca de 1.100 jovens do grupo estavam o designer de moda Bill Blass, o fotógrafo Art Kane e os pintores Ellsworth Kelly e Arthur Singer.

A “arte da guerra” feita pelos soldados fantasmas exigia muito mais do que apenas carregar os aparatos de borracha e incluía um verdadeiro trabalho cênico para despachar homens em caminhões e ficar dando voltas, aparentando a chegada de uma grande tropa; frequentar cafés franceses para espalhar fofoca entre os espiões que poderiam estar no lugar e visitar cidades vestidos de generais. Estima-se que o Exército Fantasma tenha salvado muitas vidas e sua atuação foi importante para a vitória dos Aliados no ano seguinte.

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Alto-falantes imitavam o barulhos de grandes unidades de infantaria

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National Archives

O diretor de cinema Rick Beyer contou que soube da história acidentalmente, em um café, ficou maravilhado e tratou de procurar e entrevistar os dezenove veteranos da tropa que ainda estavam vivos. O resultado está no documentário The Ghost Army, que foi lançado nessa semana na rede de televisão estadunidense PBS. Dá pra ver o trailer abaixo:

o artigo foi retirado de OperaMundi

Como perder amigos na vida real: Compartilhando muitas fotos no Facebook!

Facebook Prejudica Relacionamentos - EuGordinha

Todos sabem que receber uma enxurrada de fotos de um amigo na timeline o tempo inteiro é extremamente chato, mas agora um estudo comprovou que isso pode afetar relacionamentos na vida real. Pesquisadores descobriram que aqueles que costumam postar muitas fotos de si mesmos no Facebook correm o risco de prejudicar suas relações com seus amigos, parentes e colegas no mundo real.

Uma equipe da Universidade de Birmingham, na Inglaterra, contou com informações fornecidas por 508 usuários do Facebook para chegar ao resultado da pesquisa, que sugere que o excesso de compartilhamento de fotografias na rede de Mark Zuckerberg pode levar a uma diminuição na intimidade entre as pessoas.

Por exemplo, postar muitas fotos de amigos pode afetar negativamente a intimidade de um casal, de acordo com o estudo. “Nossa pesquisa mostra que esse excesso de fotos pode danificar os relacionamentos na vida real. É que as pessoas, com exceção dos amigos muito próximos e parentes, não parecem se relacionar bem com quem compartilha constantemente fotos de si”, explica David Houghton, um dos autores da pesquisa. É claro que os amigos mais próximos tendem a compreender melhor as atitudes do outro, até porque eles têm mais liberdade para xingá-lo quando achar que sua timeline está sendo entupida por fotos desnecessárias.

E se você faz parte do grupo de pessoas que adora compartilhar com o mundo todas as fotos do seu último passeio ao parque, de todos os cafezinhos que toma durante o dia, e assim por diante, é bom tomar cuidado para não acabar sem amigos (também) na vida real.

Via http://canaltech.com.br/

Como adicionar uma senha no seu pendrive para deixá-lo mais seguro

Aprenda a proteger seus arquivos pessoais utilizando um aplicativo simples e gratuito.

Por Ramon de Souza

PenDrive com Senha - EuGordinha

Imagem (Fonte da imagem: Reprodução/Hytek)

Segurança digital é uma coisa séria. Embora muitos ignorem o fato de que suas informações pessoais e seus documentos confidenciais estão correndo risco constante de serem roubados por pessoas mal-intencionadas, é de suma importância utilizar todos os meios disponíveis para proteger seus dados mais importantes – independente do local em que eles estão armazenados.

Mesmo com o advento dos serviços de armazenamento na nuvem, os bons e velhos pendrives continuam sendo líderes do mercado quando é assunto é armazenamento portátil. Todavia, esses pequenos dispositivos são extremamente frágeis no quesito segurança. Se você perdê-lo, a pessoa que eventualmente encontrá-lo terá suas fotos, seus vídeos e seus documentos na palma da mão, totalmente desprotegidos.

No tutorial a seguir, você aprenderá como adicionar uma senha no seu pendrive através de um software gratuito conhecido como USB Safeguard. Assim, evita-se que suas informações acabem caindo nas mãos de pessoas desconhecidas, permitindo que você fique mais tranquilo caso algo aconteça com seu dispositivo de armazenamento.

Primeiros passos

Antes de tudo, será necessário baixar o USB Safeguard e salvá-lo diretamente no pendrive que será protegido. Clique no botão abaixo para visitar a página de download do software.

Baixar USB Safeguard PortableAtenção: a versão gratuita do USB Safeguard suporta apenas pendrives com até 2 GB de armazenamento. Para usufruir do aplicativo em gadgets com maior capacidade, é preciso adquirir a versão Premium, que atualmente custa US$ 32 (cerca de R$ 65).

Execute o arquivo baixado para iniciar o processo de proteção. Importante: o USB Safeguard irá formatar seu pendrive a fim de protegê-lo com a senha. Por isso, faça um backup antes de prosseguir. Quando estiver tudo pronto, marque as duas opções da janela de termos de uso (como na imagem abaixo) e clique em “Continue”.

 

Como adicionar uma senha no seu pendrive para deixá-lo mais seguro

Registrando sua senha

Assim que a formatação for concluída, o USB Safeguard abrirá automaticamente sua interface principal, na qual é necessário inserir duas vezes a senha desejada. Em seguida, clique em “Lock”.

Como adicionar uma senha no seu pendrive para deixá-lo mais seguro

O programa irá perguntar se você deseja criar uma chave de recuperação, um arquivo que pode ser salvo em seu computador e que permite que você acesse o pendrive caso acabe esquecendo a senha utilizada para trancá-lo. Trata-se de um recurso totalmente opcional.Como adicionar uma senha no seu pendrive para deixá-lo mais seguro

Retire e insira o pendrive para confirmar que ele já está protegido. Se tudo deu certo, todos os arquivos guardados no equipamento devem estar invisíveis – menos o executável do USB Safeguard. Da mesma forma, não será possível adicionar novos documentos no pendrive.

Para desbloquear o acessório, basta executar o aplicativo e inserir a senha registrada. Todo o conteúdo armazenado será revelado e você poderá usar o gadget normalmente. Apenas lembre-se de trancar o pendrive novamente cada vez que for guardá-lo, também através do arquivo executável do USB Safeguard.

Via Tecmundo

Quem Ama não exclui, Bloqueia!

Polemizando… Porque excluir aquele amigo chato do facebook quando se pode bloquear as publicações dele que, sim, são chatas? Não quero nem saber das reclamações que podem advir após essa postagem. Sei que a dica serve pra muita gente, então lá vai.

Bloqueando Amigos Chatos no Facebook - EuGordinha

Você ama seu amigo, mas não gosta das postagens dele, ou enche o saco kkk mas não quer perder a amizade, não sabe o que fazer? Não apague as postagens dele, porque você pode perdê-lo para sempre. O facebook pode achar que é denuncia. Mas você pode escolher o que receber dele ou ficar apenas com o bate papo sem denuncia-lo e sem bloquear, passa o mouse no nome da pessoa ai aparece isso ai na foto, vai em configurações e aparece a segunda parte onde tem as setinhas ali você clica no que não quer receber deles. OBS.: Seu amigo não fica sabendo que vc fez isso.  Você pode optar por não receber nada como só fotos ou oque preferi. Fica minha dica, pra ver se pára de bloquear o face do povo.
beijinhos danubia

Via Amigos e Fãs DeGordinhas

Importância Não Tem Tamanho

Você = Importante Sem Tamanho

Você que lê essa postagem é um ser “multicomplexo” nas suas funcionalidades. Muito mais do que uma bactéria, ou vírus, ou célula ou partículas microscópicas. Digo isso porque de vez em quando as pessoas querem que nos sintamos muito pequenos e eu li uma frase que me lembrou o contrário

 “Mesmo a menor das criaturas pode mudar o curso do futuro.” ( Galadriel em A sociedade do anel)

 

Me lembrou que temos um valor implícito. Nem todos viemos com etiqueta marcando o nosso valor pra que todos possam nos comprar de algum modo. Nosso valor excede ao de compra como tudo hoje em dia quer nos fazer pensar que seja tão natural.

Leonardo L.

Segue um artigo interessante sobre o poder dos seres micro.

Bactérias nos quadros

Pegue uma obra de arte famosa, daquelas guardadas em museus ou igrejas há séculos, e infeste-a de bactérias.O que à primeira vez mais se parece com uma receita de vandalismo, está-se mostrando altamente eficaz para limpar pinturas famosas. Os testes estão sendo conduzidos em pinturas da Igreja de São João, em Valência, na Espanha, e nos murais do Campo Santo, de Pisa, na Itália, por um grupo de cientistas de três instituições espanholas.A aplicação das bactérias começou em meados do ano passado, em afrescos do pintor Antonio Palomino, do século 17. As primeiras avaliações mostram que o tipo adequado de microrganismo é capaz de limpar as obras de arte muito rapidamente e sem causar qualquer dano à pintura – e nem ao meio ambiente ou às pessoas.
Eflorescências salinas
 O projeto surgiu quando os pesquisadores foram encarregados de restaurar os murais da Igreja de São João, que foram praticamente destruídos em um incêndio em 1936, e indevidamente restaurados na década de 1960. Pesquisadores italianos já haviam testado o uso de bactérias para remover cola endurecida nas obras de arte. A equipe espanhola aperfeiçoou a técnica e identificou a cepa da bactéria Pseudomonas mais adequada para literalmente comer as eflorescências salinas que se desenvolveram sobre os afrescos. “Pela ação da gravidade e da evaporação, os sais de matéria orgânica em decomposição migram para as pinturas e geram uma crosta branca, escondendo a arte,” explica Pilar Bosch, coordenadora da equipe.
Bactérias faxineiras
 Como os produtos químicos tradicionalmente utilizados na restauração de obras de arte têm seus próprios efeitos colaterais, o jeito é chamar as bactérias. As bactérias são incorporadas em um gel, que é aplicado sobre a pintura. Isso evita que a umidade penetre na pintura, causando novos problemas. “Depois de uma hora e meia, nós removemos o gel com as bactérias. A superfície é então limpa e seca,” diz a pesquisadora. Sem o ambiente adequado do gel, as bactérias restantes morrem. E o quadro fica limpo. “Com os bons resultados dos testes, nós vamos continuar com os estudos e melhorar a técnica, com o objetivo de passá-la para outras superfícies. Como na natureza nós encontramos bactérias que comem praticamente tudo, estamos certos que poderemos eliminar outras substâncias, de diferentes tipos de materiais,” conclui a pesquisadora.
Agradecimento: Bióloga Carliane Ribeiro

FALHA de SEGURANÇA no Internet Explorer… AFFF

Falha no Internet Explorer 

O alerta veio da empresa de segurança Rapid7: o navegador da Microsoft possui uma falha de segurança que deixa os computadores vulneráveis à invasão de hackers. No comunicado, eles afirmam que o bug afeta as versões do Internet Explorer 7, 8 e 9, no Windows XP, Vista e 7.

IE9

A Rapid7 diz que ao visitar um site malicioso, o computador infectado dá ao hacker os mesmos privilégios do usuário ativo. Tod Beardsley, um gerente de engenharia da empresa, disse que os hackers descobriram uma forma de infectar computadores ao explorar previamente as desconhecidas vulnerabilidades do Internet Explorer.

Segundo dados da StatCounter, a vulnerabilidade coloca em risco cerca de 41% dos usuários da Internet na América do Norte e 32% em todo o mundo.

A Microsoft disse por meio de um comunicado: “Estamos investigando ativamente essas informações e tomaremos os passos necessários para ajudar a proteger os consumidores”. Enquanto isso, especialistas dizem que os usuários de PCs devem evitar o Internet Explorer.

Via Canaltech.com