Dieta x reeducação alimentar

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Você sabe a diferença? Então fique atenta e emagreça definitivamente

Você come, come, come, sem se preocupar com a qualidade dos alimentos. Um dia, nada belo, se dá conta de que está beeem acima do peso. A solução? Alguma dieta do momento, claro! Sua amiga fez aquela famosa “do cristal” e perdeu os infelizes cinco quilos que a incomodavam. Sua vizinha enxugou oito com a do “miojo”. Óbvio que terá uma que vai servir para você. Mas, depois de um tempo em lua-de-mel com a balança, tudo volta a ser o que era antes… Até a próxima dieta. É aí que está seu erro – e o da maioria das pessoas. Emagrecer deve ser uma questão definitiva e só conseguimos resolvê-la de uma forma: reeducando nosso metabolismo. No entanto, para isso, devemos consertar primeiro nossa alimentação.

Para começar, é importante entender o conceito de dieta e de reeducação alimentar. Segundo a nutricionista Bárbara Sanches, a dieta seria um regime prescrito a uma pessoa geralmente com restrição total ou parcial de certos alimentos, e sempre com alguma finalidade terapêutica. Já a reeducação alimentar é o processo de aprendizado, conscientização e mudança de hábito alimentar de forma gradativa. “É o entendimento de erros alimentares e a compreensão do que é necessário ser alterado para prevenção, recuperação e/ou promoção da saúde”, descreve Barbara Sanches.

O objetivo da dieta é atingir algum efeito terapêutico, seja ele a diminuição de taxas elevadas de colesterol, a redução de peso, aumento de massa muscular etc

Pontapé inicial: dieta

Se você quer e precisa perder peso, você realmente pode estar necessitando entrar numa dieta. No entanto, não seria uma dessas milagrosas da moda, porque um regime deve, antes de mais nada, ter coerência e respeito com a saúde. “O objetivo da dieta é atingir algum efeito terapêutico, seja ele a diminuição de taxas elevadas de colesterol, a redução de peso, aumento de massa muscular etc. Mas, para a manutenção dos resultados alcançados, é preciso que esta dieta introduza mudanças saudáveis na alimentação, que deverão se tornar um hábito”, afirma a nutricionista Barbara Sanches, alertando: “Se isso não ocorrer, e a alimentação voltar como era antes, muito provavelmente, a pessoa retornará com as doenças, sinais e sintomas que apresentava anteriormente”.

Outro erro cometido por quem quer emagrecer é entender que dieta é a mesma coisa que fome. E redução calórica radical não é a solução. Isso porque a ausência de calorias pode significar a ausência de nutrientes importantes, provenientes delas. E, dessa forma, nossas necessidades diárias desses substratos – muitos deles fundamentais para a metabolização da gordura corporal – não são atendidas, prejudicando inclusive o próprio emagrecimento. Sem contar, outros processos essenciais à saúde.

Por isso, a nutricionista Barbara Sanches alerta que toda e qualquer dieta deve sempre ser prescrita e acompanhada pelo nutricionista, que é o profissional capacitado para detectar déficits nutricionais, bem como corrigi-los por meio da alimentação.

Qualidade x quantidade

Portanto, o importante é se preocupar com a qualidade da alimentação e não com a quantidade. Barbara Sanches explica que a variedade do cardápio é fundamental para que o organismo não seja privado dos nutrientes essenciais – como proteínas, minerais, vitaminas, fibras, gorduras e carboidratos. “Devemos priorizar frutas, verduras, legumes, alimentos integrais, consumir gorduras de boa qualidade, como as oleaginosas (amêndoas, nozes, castanhas etc.), azeite de oliva extra-virgem e óleo de canola; variar o consumo de peixe, frango, ovo e carne vermelha (em menor quantidade). E não esquecer das fontes protéicas vegetais (feijão, quinua, soja, entre outras)”, orienta a nutricionista, lembrando ainda que a ingestão de líquidos, como água, chás e sucos, também é muito importante.

Força de vontade

OK. Você fez a sua dieta, perdeu seus quilinhos extras, entendeu que precisa se conscientizar sobre seus hábitos alimentares. Mas é importante ter em mente que, num processo de transformação de estilo de vida, o mandamento número um é… força de vontade! “Qualquer mudança de hábitos, independentemente de qual, não é fácil. A pessoa geralmente é obrigada a deixar de realizar atividades que esta acostumada. Quando se trata da alimentação, ainda ocorre outra dificuldade, que é o hábito da família e das pessoas com quem se convive. Com certeza, isso influencia na escolha do cardápio. Por isso, a transição deve ser feita de forma gradativa, exigindo força de vontade e conscientização para que se incorporem hábitos novos”, finaliza Barbara Sanches.

Via BolsaDeMulher

Doodle do Dia dos Namorados

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Dança do ventre como tratamento a baixa autoestima e depressão

Dança do ventre como tratamento a baixa autoestima e depressão
Enviado por Katricia Rockenbach

Dança do ventre e autoestimaSempre que ouvimos falar de “Dança do Ventre”, pensamos em mulheres lindas, magras, perfeitas, com belas roupas e uma autoestima impecável.
Isso é verdade?

Parte sim. Muitas mulheres hoje procuram a dança do ventre para recuperar algo que perderam.

A autoestima, o amor próprio, o tempo, o relacionamento, cada uma com a sua particularidade.

Em meus anos como professora já ministrei aula para mulheres de todos os tipos, raças, culturas e idades. Cada uma vinha a minha com seu “problema”, algumas vinham por achar a dança bonita, outras porque querem se apresentar para os maridos ou namorados, algumas vinham pelos benefícios a saúde, tem também aquelas que querem apenas ocupar seu tempo e esquecer um pouco do trabalho, e então temos as alunas que passaram por alguma decepção, perca, ou qualquer outra situação que as constrangeram, fizeram ter vergonha de si e do seu corpo quem vem atrás da dança para se reencontrarem.

Mulheres que muitas vezes precisam de um abraço, um ombro amigo, uma frase que as ajudem a levantar.

Pesquisando e estudando sobre esse assunto, comecei a entender que muitas pessoas não estão prontas para passar por algo traumático, e que não só a dança, mais também a musica pode acalmar e trazer o prazer de volta a vida de muitas pessoas. A dança por ser algo não somente com intuito de lazer mais também de exercício, libera no corpo humano o hormônio da endorfina (hormônio da alegria), causando prazer as pessoas que há praticam.

Nesse ano que já esta chegando ao fim, passei por três experiências de medo, depressão e baixa autoestima.

A primeira experiência foi com uma aluna que passava por um caso de depressão e baixa autoestima bem visível. Quando começou a aula era tímida, tinha vergonha do seu corpo, e não se relacionava muito bem com as outras alunas. Com o passar do tempo e ao perceber que sua professora (eu) era gordinha e isso não há impedia de fazer nada, essa aluna começou a mudar suas atitudes, começou a participar mais, conversar mais, e principalmente a não termais vergonha de mostrar seu “ventre”, seu relacionamento com as colegas de classe mudou ao ponto que a mesma se abrisse com toda a turma e contasse o que lhe afligia. No decorrer das aulas e ate hoje essa aluna tem se libertado dessas amarras chamada depressão que a prendia, hoje ela já sorri, conversa, faz aulas, apresentações, sem nem ao menos se preocupar com o que antes tanto lhe afligia.

A segunda experiência foi com uma colega de trabalho, que após uma cirurgia de apêndice começou a ter vergonha de seus corpo, principalmente de sua cicatriz, não se sentia bem ao dançar, pois sua mente sempre a dizia que a cirurgia iria abrir, era algo tão forte que lhe dava sensação de dor. Com o tempo, conversando sobre o que acontecia e já tendo passado por uma experiência cirúrgica comecei a mostrar que esses medos são normais, mais que após o período de resguardo tudo esta normal. Na sua primeira apresentação de volta aos palcos, o nervoso, e o pânico quase tomou de conta de seu corpo, ela tremia e chorava se forma angustiante. Foi então que todo o grupo resolveu lembra-la que sua dança sempre foi linda, que não importa como seu corpo esta hoje, o que importa é o quão bela é sua dança.
Hoje ela esta feliz por não permitirmos que ela parece, “se aposenta-se” da dança.

A terceira e mais dolorida experiência aconteceu quando estava estudando para escrever essa matéria. Por três anos tentei engravidar e sempre ouvia dos médicos que só conseguiria se fizesse um tratamento. Mesmo assim eu insisti e tentei, não quis me deixar derrotar. Quando completou três anos de tentativas, eu cansei, decidi desistir e deixar a vida fazer seu papel, mal sabia eu que no dia em que desisti eu já estava grávida.

Continuei minha rotina normal de aulas e ensaio quando descobri que estava grávida, mais que estava com descolamento de placenta e que se não parasse com todos os exercícios ia perder o bem com o qual sempre sonhei.

Nas semana que se seguiram parei de dar aulas, deixei tudo o que mais amava de lado pelo meu filho. Porem nada adiantou, a vontade de Deus de ter meu filho ao seu lado foi maior que o meu e eu perdi o bem mais precioso que já tive.

Na hora eu comecei a me odiar, a não querer mais dançar, a desistir de tudo. Foi quando minhas alunas começaram a me mostrar onde a dança as ajudou, e começaram a me lembrar de tudo que fiz por todas elas e automaticamente começaram a fazer por mim. Sempre que me viam chorando, elas me faziam sorrir, sempre que queria parar de dançar elas me diziam que não fizesse isso.

Hoje um mês depois do ocorrido, posso dizer que a Dança do Ventre não é um milagre, não é um medico, mais é a melhor coisa que já foi inventada no mundo. Pois assim como ela me ajudou, ajudou minha companheira de trabalho e ajudou minha aluna, ela pode ajudar você.

Você que se acha alta de mais, gorda de mais, magra, velha, nova, baixa, você que perdeu a alegria de viver, que esta cansada da rotina, ela pode lhe ajudar.
É apenas uma dança, mais é a melhor das danças.

Via PortaldoEgito.com.br

Mentir Pra Si Mesma

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Não minta pra você mesma. Mas cuidado com as mentiras que lhe disseram e você tomou como se fossem suas verdades.

“Mentir pra si mesmo é a pior mentira.” (Renato Russo)

Um simples sorriso faz as mulheres se sentirem melhor com sua aparência

sorriso faz bem

Cientistas da Universidade de Maastricht, na Holanda, descobriram que mulheres infelizes com a sua aparência se sentem melhores depois de serem recebidas com um sorriso. Este aumento na auto-estima faz com que os pesquisadores acreditem que, para muitas mulheres, a confiança na aparência é ligada diretamente à aceitação social.

O estudo foi feito com 57 mulheres com peso normal e com níveis diferentes de satisfação com a aparência. No experimento, 26 mulheres viram fotos de pessoas sorrindo depois de verem a sua própria imagem, e a sua auto-estima aumentou depois disso. As 28 mulheres restantes viram fotos de pessoas com o rosto neutro ou com a expressão mais severa. Para este grupo, a auto-imagem continuou a mesma após o experimento.

“Ao mostrar a essas mulheres fotos delas mesmas seguidas por uma imagem de uma pessoa sorrindo – representando a aprovação social – aumentou muito a satisfação com o próprio corpo e a auto-estima delas”, afirma Carolien Martijn, psicóloga que participou do estudo.

“Este método clássico de condicionamento pode ser um meio útil para aumentar a satisfação de mulheres com o próprio corpo e peso, e pode ser útil também quando feito com pessoas com problemas alimentares”, diz Martijn. [Telegraph]

via hypescience.com

Gargalhadas Gostosas

Risada Gostosa

“Não existe gargalhada melhor do que a de um pobre.” (Ana Ladislau)

Todos nós quando nascemos sabemos rir com perfeição. Uns e outros esquecem disso conforme vão crescendo e “amadurecendo”. Hoje eu ouvi que a gargalhada de um pobre é melhor do que a de um rico pois os ricos ficam muito acanhados dentro de suas regrinhas de boa conduta, bom comportamento, bom tom e etc e tal. Faz sentido.

Adaptar-se

Adaptar-se pode nos tornar pessoas mais felizes. O momento da crise pode ser uma oportunidade.

adaptar-se

#PraNamorarComigoTemQue

PraNamorarComigo

Está no trends (assuntos do momento) no twitter hoje cedo e tem muita gente pondo lá o que tem que ter pra ser aceitável num namoro. Dá pra ter uma visão meio que geral, não sei até que ponto verdadeira, sobre o que as pessoas esperam umas das outras num relacionamento. Algo muito repetido por lá, é a questão do humor: Saber brincar, rir, aproveitar as cosias engraçadas juntos – parece ser um ponto em comum. Para os pesquisadores sociais é um prato cheiro, embora eu creio que nem toda resposta alí seja a mais sincera possível. No geral a gente pode dizer uma coisa e outra, mas o verdadeiro desejo mesmo a gente guarda por dentro, fica lá no fundo e a gente só revela em caso de extrema necessidade. Tem uma hora que a gente não precisa dizer pra o outro o que a gente quer ou mesmo o que a gente precisa. O outro se dispõe a querer saber. Há raras ocasiões nas quais mesmo sem dizer o outro faz o que é preciso e a coisa acontece. Mas como a gente não vive só de raridade, o bom mesmo é dizer pra que esteja ao alcance e seja merecedor da nossa intimidade o que é que a gente quer… não necessariamente como propõe o trend, que seja o que tem que ter pra ser namorado ou namorada, mas o que tem pra hoje. Viver o hoje já está bom demais. Dentro das nossas disponibilidades.

#PraNamorarComigoTemQue #PraNamorarComigoTemQue - 2 #PraNamorarComigoTemQue - 3

Amizade por Interesse

amizade por interesse

Via Armandinho

(Des)Valorizar Palavras

(Des)Valorizar Palavras

“Aprendi a estar desatenta de um modo muito valioso. Não dar atenção ao que certas pessoas dizem e ao que dizem outras pessoas. Há diferença nisso. É necessário usar um filtro. Certas pessoas vão sempre dizer o mesmo tipo de coisas e essas coisas que dizem podem ser descartadas sem o mínimo cuidado. Agora, o que dizem certas pessoas, deve ser no mínimo avaliado primeiro antes de se jogar fora.

Foi bom pra mim ter aprendido a fazer “ouvido de mercador” pra algumas coisas. Para quem não conhece essa expressão quer dizer que a gente ouve das coisas, mas elas entram por um ouvido e saem pelo outro, não ficando a fazer morada dentro de nossas cabeças. O que é bom a gente ouve e guarda, o que for ruim a gente joga fora. Isso é fazer uso do filtro. O que nos serve para o bem, para o nosso crescimento pessoal, para a elevação da nossa auto estima, isso a gente guarda. Guarda inclusive algumas verdades que podem ser ditas e de modo duro acabam machucando a gente por dentro, porque essas tais coisas podem ser a revelação de algo em nós que não é tão agradável de se ter. Se esse algo nos causa algum tipo de prejuízo e se quem diz o faz na intenção de nos ajudar a mudar de vida, melhor ainda… embora nem por isso menos dolorido.

Então, foi bom pra mim ter aprendido a valorizar e desvalorizar as palavras que ouvia a meu respeito. Foi muito bom deixar de ouvir algumas coisas que me diziam, pois simplesmente não eram verdade. Hoje em dia sinto que vivo bem melhor.” (Gaia, no romance EuGordinha)

Interesses

Sou muito interessado em saber como algumas coisas da vida, na vida, funcionam. Inclusive os relacionamentos. O que faz com que duas pessoas se tornem amigas uma da outra e o que as distancia? O que faz com que a amizade se torne algo mais profundo a ponto de as pessoas realmente desejarem a presença um do outro pra vida inteira? Esses laços que são feitos e rompidos me chamam muito a atenção.

Achei uma boa frase a respeito:

“O interesse forma as amizades, o interesse dissolve-as” (Marquês de Maricá)

interesses

Esforço Inútil

Você não precisa se esforçar tanto tentando fazer uma coisa parecer interessante para alguém que não está disposto a aprender a respeito e inclusive despreza o seu interesse em ajudar – cuidado com o tempo perdido com aqueles que não valorizam sua presença. Há na vida pessoas que simplesmente não querem mudar e acompanhar o fluxo das mudanças pra melhor. Estão muito bem onde estão, acomodadas e deveras acostumadas, por mais que isso seja sofrido pras mesmas com as coisas tal qual acontecem. Nem todo mundo enxerga o espinho fincado no mesmo pé que caminha, mas ainda assim segue adiante à duras penas.

Esforço Inútil - EuGordinha

Dor da Mudança

Nem toda dor é mero sintoma de que algo vai mal. Depois do resultado aparecer na vida a gente amadurece um pouco mais.

analgésico

A Roda

A Roda

A roda é um objeto que muito pode nos ensinar sobre a vida. Ela como sendo um todo é objeto que serve para ajudar na locomoção de outras coisas, quando ela mesma está se movendo. Mas quero me ater na roda em si. Ela tem um todo em si mesma, no seu corpo, onde existe. Com parte de si toca o chão num momento e no outro não. No outro momento é um outro lado de si que toca no chão e depois não. Muitas coisas acontecem em nossa vida. Várias ao mesmo tempo, mas cada um desses eventos só nos toca um de cada vez. Às vezes, a sensação de um toque que acontece num momento e no momento seguinte já não é mais, persiste. O que diremos dos ressentimentos? São sentimentos que foram sentidos num momento e ficaram como que agarrados na lembrança que insiste em os trazer à memória, vindo à tona repetidamente. Sentimentos repetidos em si mesmos, enquanto a roda gira. A roda girando mostra como pode ser a vida da gente. Ela pratica a lei do desapego, ela se apega no chão no que o toca… nesse momento o chão é sua base, o que a sustenta, é o seu instante, o que deve ser vivido porque é o que acontece, a oportunidade em si, vida viva. No outro momento, aquele pedaço da roda gira mais um pouco e já não toca no chão, mas outro lado dela toca o chão que também já não é mais o mesmo. A vida muda constantemente e nós temos medo disso porque os momentos bons podem não se repetir, diante dessa alternância entre coisas boas e ruins acontecendo o tempo todo. Temos desejos por coisas boas em nossa vida e temos medo de coisas ruins. Mas tudo é chão e todo chão, quando estamos dispostos a nos mover, passa, sob nossos pés que seguem, sob a pele do corpo da roda que vive. A roda vive o movimento de sempre estar girando e quanto toca no chão sabe que aquilo ali é apenas o seu instante. E todos os instantes vão seguindo. A gente tem a vantagem de que pode aprender com a vida, enquanto que a roda só gira. A gente olhando a roda girando pode aprender com isso. Na verdade podemos olhar pra qualquer coisa que esteja ao nosso alcance e tirar lições, tirar dores e alegrias de dentro das nossas conclusões. Alguns pensamentos podem ser muito úteis, no sentido de motivar certas vontades e aliviar algumas dores.

Por mais óbvio que seja, a roda gira e a vida é vida. Tem muitas coisas que são óbvias e precisam ser lembradas.

Entendendo Sobre Valores

Nesse trecho de palestra do Daniel Godri, ele nos traz à memória uma verdade necessária. A de que nosso valor está além das circunstâncias dentro das quais possamos estar passando. Em menos de 5 minutos a gente aprende uma lição que pode servir pra mudar de vida.

Como se Olhar

Muito do que vemos em nós na maior parte das vezes é tremendamente influenciado pelo que disseram a nosso respeito. A gente não nasce com uma visão muito acertada de quem somos. Faça a experiência de por um bebê diante de um espelho. Em alguns momentos eles se comportam como se o próprio reflexo fosse uma outra pessoa. Não é muito diferente com a gente. Muitos de nós está acostumado a receber dos outros uma opinião de quem somos e alguns (a maioria, infelizmente) acaba aceitando pra si mesmo a opinião do outro como se fosse uma verdade absoluta. Muitas pessoas passam a vida inteira sofrendo com uma auto imagem pobre, porque disseram pra eles que eram feios ou isso ou aquilo, palavras de desprezo e desvalor.

Dá trabalho nos olharmos no espelho e reconhecermos quem de fato somos. Mas é um trabalho que é bem recompensado. Até mesmo no quesito FEIO ou BONITO, é complicado tirar a venda dos olhos e ver por nós mesmos. Porque em toda época alguém se levanta pra dizer que bonito é isso e feio é aquilo e vice-versa. O ruim é que de tempos em tempos o que é feio ou bonito muda e ai mudam-se as roupas, os cortes e cores de cabelo, os modo de falar e agir e etc e tal. Melhor do que isso tudo é ser quem realmente somos. Independente da opinião alheia. Mas isso dá trabalho e pode ser muito desgastante a princípio e somos por natureza preguiçosos. Só mesmo quem já está cansado de sofrer por dentro é que decide tomar a atitude de pensar e agir por conta própria, em defesa de si mesmo e a favor da própria felicidade. As recompensas são pra lá de gratificantes.

"Como os outros o vêem não é importante, como você se vê significa tudo"

“Como os outros o vêem não é importante, como você se vê significa tudo”

Sobre a verdade

“Todo ponto de vista é a vista de um ponto” (Leonardo Boff)

Muitos de nós se precipita ao arvorar uma verdade incompleta e fazer pouco caso da verdade incompleta dos outros.

 

Das Mudanças Por Dentro

“O mundo muda quando a gente muda por dentro.” (Leonardo L.)

Praticamente tudo o que vemos no mundo e que não é natural, foi existente em algum momento dentro da cabeça de alguém na forma de uma ideia. Todos os objetos que tocamos, veio a idealização de uma pessoa que diante de uma necessidade, inventou o que precisava.

Não só os objetos que cabem nas nossas mãos e diante dos nossos olhos são realizações possíveis, como também canções, histórias, sentimentos. Muito do que há no mundo de bom pode vir de dentro de nós. Na mesma medida que também entra em nós, quando buscamos por isso.

Ao invés de só receber o que há de bom (e o de mal, pois que o mal também acontece no mundo e pode acabar caindo pra dentro de nós mesmo sem querermos), podemos ser do tipo de pessoa que faz da vida um algo acontecente. Podemos inventar modos de sermos felizes e aproveitar cada uma das pequenas alegrias que nos surjam pelo caminho. Noutro dia ouvi que a felicidade não é um destino final no qual chegamos, mas um modo de estar caminhando. Que seja então assim, passo a passo, um jeito de andar que se inventa e se reinventa se necessário. E que no dia de hoje as mudanças interiores se façam realizações palpáveis.

Como Responder a Uma Ofensa À Altura

Achei bacana esse texto da Keka Demétrio e portanto resolvi compartilhar:

Blogueira Plus Size recebe mensagens ofensivas e responde com ensaio sensual

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O que a maioria das pessoas faz quando se vê diante da possibilidade de ditar regras na vida das outras sem serem vistas ou importunadas por isso? Elas ditam. E mais, tomam gosto por se acharem donas da verdade e começam a se sentir deuses, a comandar a vida alheia. Isso acontece muito no mundo virtual, ambiente em que muitos indivíduos se deleitam ao se esconder atrás de uma tela para brincar de “sabe tudo” e provocar discórdia, manipular e determinar até que tipo de pessoa as outras devem amar.

Pois é, imagina se pudéssemos escolher de verdade a quem amamos. A ciência explica a nossa preferência por determinados tipos de homens ou mulheres, mas ninguém pode prever a que horas a paixão vai tomar conta e, principalmente, por quem. Eu gostava de morenos e casei com um homem claro. Prefiro homens mais velhos e já namorei mais novos.

Mas como disse Renato Russo na canção Eduardo e Mônica: “Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?”. Sim, os hipócritas de plantão irão dizer… e julgar! Prova disso é o que aconteceu recentemente com a blogueira Renata Poskus, após fazer um texto no Blog Mulherão (www.blogmulherao.com.br) dizendo que, apesar de gorda, se sentia atraída por homens magros e defendendo que todos são livres para amar pessoas diferentes, recebeu milhares de ofensas e ameaças por expor sua preferência.

No texto, a blogueira deixa claro que as pessoas gordas não precisam apenas amar gordos, assim como brancos não são obrigados a amar apenas outras pessoas brancas. “Quis ressaltar que existe, sim, o amor na diversidade de idade, cores e corpos. Foi quando recebi dezenas de ofensas de homens inconformados. No meu texto, embora tenha dito que nunca namorei um homem gordo, não proferi ofensas. Outra colega do Blog Mulherão, por exemplo, fez um texto falando do seu amor incondicional pelos gordinhos e não recebeu os mesmos ataques. Percebi que muita gente se revolta em ver que uma gorda com um magro, como se gordas fossem indignas de namorar alguém diferente delas. Recebi ofensas que poderiam ser muito cruéis e devastadoras se eu não tivesse autoestima“, afirma a blogueira.

Renata, então, se uniu a Adriana Libini, famosa fotógrafa do mercado plus size brasileiro e fez um ensaio pra lá de sensual mostrando que o problema não está no seu corpo, mas na cabeça das pessoas. “Eu não precisava responder a nenhuma ofensa, mas decidi que iria fazer isso, até mesmo para servir de inspiração para outras mulheres. Não respondi com palavras, mas com um lindo ensaio sensual. Mostro nessas fotos que tenho orgulho do meu corpo, das minhas curvas e que não devo satisfação da minha sexualidade e dos meus sentimentos para ninguém“, afirma Renata.

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SERVIÇO – Ensaio fotogrático 

Créditos:
Fotografia – Adriana Líbini
Estilo – Carol Santos
Make & Hair – Tati Souza
Retouch – Vânia Castro e Adriana Líbini
Modelo – Renata Poskus

Agradecimento especial: Korukru | Vislumbre Moda Íntima | Diplomata by André Queiroz | Passarela Calçados

Esta matéria foi publicada em minha coluna no Tempo de Mulher / MSN

Obesidade pode ter efeito protetor contra o Alzheimer, diz estudo

Estudo foi baseado nos registros médicos de 2 milhões de britânicos.
Autor de estudo alerta que obesidade traz muitos outros riscos.

Da France Presse
Sobrepeso (Foto: Roos Koole/ANP MAG/ANP/Arquivo AFP)Pesquisa concluiu que sobrepeso e obesidade podem ser fator de proteção contra Alzheimer (Foto: Roos Koole/ANP MAG/ANP/Arquivo AFP)

A obesidade faz aumentar ou protege contra o risco de Alzheimer? Um estudo publicado nesta sexta-feira (10), na contramão de trabalhos precedentes, indica que pessoas magras têm mais risco de desenvolver demência em comparação às de peso normal ou obesas.

A magreza é definida por um índice de massa corporal (IMC) inferior a 20 kg/m², enquanto o excesso de peso começa em 25 e a obesidade em 30. O peso normal se situa num intervalo entre 20 a 25.

Vários estudos anteriores estabeleciam uma ligação entre excesso de peso e as demências (incluindo Alzheimer) que afetam cerca de 50 milhões de pessoas em todo o mundo, a maioria delas com idade avançada.

Mas neste estudo publicado na revista médica “The Lancet Diabetes e Endocrinologia”, pesquisadores britânicos mostraram, ao contrário, que as pessoas com idade entre 40 a 55 anos magras têm um risco aumentado em 34% de apresentar demência mais tarde na vida, em comparação àquelas de peso normal.

Ainda mais surpreendente, as pessoas com obesidade mórbida (IMC acima de 40) têm uma diminuição do risco de demência em 29% em comparação às pessoas de peso normal.

O estudo foi baseado nos registros médicos de quase 2 milhões de britânicos de meia-idade (idade média de 55 anos no início do estudo) e IMC médio de 26.

Eles foram acompanhados por um período máximo de 20 anos, durante os quais 45.507 foram diagnosticados com demência.

Comparando os dados e ajustando os resultados para explicar outros fatores de risco para demência (como álcool ou tabaco), os pesquisadores foram capazes de estabelecer uma relação entre o aumento do IMC e uma redução progressiva do risco de demência, inclusive em pacientes obesos ou com sobrepeso.

Sem explicação
O epidemiologista Nawab Qizilbash, que coordenou o estudo, reconhece que não é possível, nesta fase, explicar estes resultados.

“Muitos fatores como dieta, atividade física, fragilidade, fatores genéticos ou alterações de peso associadas a outras doenças, poderiam desempenhar um papel”, observa o médico.

Por todas estas razões, o médico alerta que não é questão de aconselhar às pessoas magras que ganhem peso.

Quanto aos obesos, mesmo que haja efeitos protetores para a demência, eles podem “não viver tempo suficiente para se beneficiar”, porque, lembra o pesquisador, eles são mais propensos a desenvolver doenças cardiovasculares ou certos tipos de câncer.

Em um comentário anexo ao estudo, a neurologista americana Deborah Gustafson reconhece que os estudos existentes são “ambíguos” e que o estudo britânico não é certamente “a palavra final sobre um assunto tão polêmico”.