Morrer pode ser um bom NEGÓCIO

Achei engraçada a situação escabrosa nos dias atuais e fui dar uma pesquisada. Meu blog de ceticismo favorito me deu a resposta sobre os zumbis modernos que saem de seus túmulos até seu lugar definitivo na Indonésia:

Os Mortos Andam de verdade na Indonésia. Zumbis?

POSTADO POR GILMAR LOPES no E-Farsas

Na Indonésia (especialmente em Toraja), um cadáver é acordado deixando-o que ande a pé até seu túmulo.

Essa história começou a circular pela internet desde agosto de 2010 e conta que em Toraja – na Indonésia – os mortos caminham de verdade pelas ruas. O texto vem acompanhado da foto abaixo:

Das várias versões que acompanham a fotografia, o que se diz basicamente é que, por meio de magia negra, os corpos viram zumbis e saem de suas tumbas, andando – como quem não quer nada! Ah! Mais um detalhe: ninguém pode chamar o defunto pelo nome sob o risco de o morto cair no chão e não se levantar mais.

O que há de verdade nessa história?

Não há nenhuma indicação de que a imagem tenha sido alterada! O que não significa, necessariamente, que ela seja real! Pode-se mentir em uma fotografia sem o recurso da manipulação digital.

O blog Extraordinary Intelligence levanta a hipótese de que a mulher que aparece na foto pode, na verdade, estar viva e sofrendo de alguma doença – como a lepra (hanseníase). Os argumentos: Como os caixões são muito estreitos, seria impossível as mãos da morta estarem cruzadas daquela forma. A cabeça caída para frente demonstra também que o corpo teria ficado repousado em algum travesseiro muito alto, diferente do caixão mostrado à direita na foto!

A cerimônia

Tana Toraja é o nome de uma região que fica na ilha de Sulawesi, na Indonésia. Há muitos e muitos anos seus moradores acreditam que, quando alguém da família morre, esse ente é levado para o céu e lá é julgado. A crença local também prega que o morto só se dá bem em seu julgamento lá no céu se ele tiver sido bem sucedido em vida!

O “sucesso” do falecido é medido pela quantidade de espíritos de animais que o levam até o céu. Por isso, nos meses de julho e outubro, acontecem as cerimônias fúnebres, onde são sacrificados muitos animais em nome de cada um dos mortos.

Segundo o jornal Singapore News Online, as famílias só poderão participar dos funerais em Tojara quando já possuírem dinheiro suficiente para toda a cerimônia. Só para se ter uma idéia, animais que serão sacrificados, como búfalos, chegam a custar mais de 3 mil dólares!

A Chefe de cozinha, Barbara Kerr – em visita à Toraja – conta em seu blog:

Na cidade de Rantepao, a maior de toda a região, existe um grande mercado de animais para serem vendidos com esta finalidade. Lá, porcos ficam amarrados por dias, em macas de bambu, com cordas super apertadas por todo o seu corpo, e já prontos para serem levados para o abate. Grunhem sem parar, e o som emitido por eles mais parece ao de um campo de tortura. É bem triste de se ver, pois se estes mesmos porcos não têm escapatória, que ao menos pudessem passar seus últimos dias de vida com um pouco menos de dor e de sofrimento. Entretanto, para os moradores locais, tão habituados com tudo isso, eles não passam de mais um pouco de proteína.”

De acordo com o relato de Barbara Kerr, o funeral pode durar apenas algumas horas ou se estender por vários dias, regado a danças, comilança e o abate de muitos animais.

Cerimônia do funeral

O site Today 24 News, também conta que a cerimônia fúnebre em Tojara é, sem dúvida, o evento mais caro e complicado da região. A maioria das famílias (quase sempre é pega de surpresa com a morte do ente) pode a demorar até 5 anos para juntar a grana necessária para o ritual e, enquanto isso, os defuntos ficam guardados, esperando… Os corpos são envolvidos em várias camadas de pano e guardados dentro das Tongkonan, residências provisórias criadas para esse fim.

Métodos de sepultamento:

O site Toraja Cyber News explica que há 3 métodos de sepultamento: No primeiro – que é o mais simples e barato -, o caixão pode ser colocado em uma caverna. No segundo método, é esculpido um túmulo de pedra e o terceiro método consiste em pendurar o morto em um penhasco. É interessante ressaltar que o falecido leva consigo tudo o que, segundo a crença, ele irá precisar em sua outra vida. Se a pessoa que morreu é de família rica, será enterrado em um túmulo de pedra esculpida ou será pendurado um penhasco rochoso. A construção do túmulo também é demorada e, por isso também, o defunto só é transferido para a sua morada muito tempo depois (às vezes, demora-se anos!).

E o morto anda mesmo?

A resposta é: Não! Não anda!

Há muito tempo atrás, quando o acesso às aldeias de Toraja eram escassos e os povos locais tinham pouco (ou nenhum) contato com o resto do mundo, havia a lenda de que o morto levantava do seu túmulo provisório e saia andando para sua morada definitiva. No entanto, isso nunca foi documentado. No caso da fotografia que está circulando pela internet, o seu autor, diante de um episódio tão peculiar, poderia ter tirado outras fotos ou, quem sabe, até filmar o acontecido. Podemos ver que havia um celular apontando para o “fenômeno”

Também, segundo a lenda, o morto não deve ser tocado, chamado pelo nome ou encarado diretamente. Na imagem, pode-se ver que a senhora estava sendo amparada pelo braço.

Corpo sendo amparado pelo familiares

Ainda, de acordo com o Toraja Cyber News, essa prática da “caminhada com os mortos” caiu de moda há anos. Hoje em dia, os corpos são levados de carro.

Update – 08/11/2010:

Aqui no Brasil, o editor do Blog Desmorto, Lauro Adriano Alves, traduziu o texto de uma postagem do usuário @AtaqueZumbi do inglês para o português e, ao que tudo indica, foi o primeiro blog em língua portuguesa a postar a notícia!

Como Mudar o Mundo? [O Que Cabe na Realidade]

Copiei e colei de um blog, o Sustentabilidade Aiesec:

The Buddha statue at Mihintale.

The Buddha at Mihintale, Sri Lanka Imagem via Wikipedia

Sei que todo tipo de consideração prática torna este conselho difícil de ser seguido. Podem existir empréstimos a serem pagos, a necessidade de pedir a opinião de amigos e da família e também o desejo de elaborar um sério plano de trabalho. Não estou dizendo que não deva fazer essas coisas – só que não deve perder muito tempo com elas, ou perderá o momento.

O risco é maior porque muita gente vai tentar convencê-lo a desistir de seu sonho, argumentando que isto ou aquilo pode não dar certo. Poucos são capazes de torcer por você dizendo: “Pode contar comigo”. Quanto mais tempo você gasta olhando para o umbigo, mais tempo dá para que essas forças gravitacionais negativas o mantenham aprisionado.

Como exemplo, eu citaria nosso trabalho no Sri Lanka. Convoquei a junta de diretores para uma reunião de emergência ao telefone. Estávamos todos unidos no desejo de ajudar as vítimas do tsunami, mas ainda com medo de mergulhar em algo tão novo. Depois de argumentar a favor de iniciar as operações da Room to Read no Sri Lanka, houve um coro tentando me convencer de que não poderíamos fazer isso:

“Não temos nenhuma equipe lá”
“A Room to Read não está autorizada a trabalhar no Sri Lanka”
“Já estamos ocupados demais com os nosso cinco países”

E depois da argumentação de que “se quiséssemos tomar esta decisão, teríamos que fazer um estudo de três meses da situação para então decidir”, a cartada final de um dos voluntários fez com que eu aplaudisse silenciosamente: 
“Jenny, com todo o devido respeito, se em 1998 John tivesse decidido fazer um estudo de três meses da situação do Nepal, provavelmente jamais teria fundado a Room to Read. O estudo revelaria tantos e tão terríveis obstáculos que ele teria ficado pessimista e nenhuma das grandes realizações dos últimos seis anos teria acontecido. Acho que devemos ir em frente, conscientes, é claro, de que encontraremos obstáculos, mas confiando que nossa equipe saberá superá-los.”
Se você quer fazer alguma coisa pra transformar o mundo num lugar melhor, não se concentre nos obstáculos. Não peça autorização. Mergulhe de cabeça.
O texto que você leu foi escrito por John Wood, fundador do Room to Read e autor do livro Sai da Microsoft para mudar o mundo”. Aos 35 anos de idade, John decidiu abandonar sua carreira para trabalhar exclusivamente com o Room to Read, ajudando crianças ao redor do mundo. Mesmo com todas as dificuldades, ele insistiu nesse sonho e hoje John tem seu trabalho reconhecido. Pessoas como ele fazem a diferença, é só querer.
Pare de falar e tome uma atitude! O primeiro passo é sempre mais complicado, mas fica tudo mais fácil depois!
 Quer saber mais? acesse o link! http://www.roomtoread.org/

Fonte: Sai da Microsoft para Mudar o Mundo – John Wood

O Poder do Potencial

Seguindo a série, “Rir é o Melhor Remédio”, achei essa imagem que ao meu ver representa o poder do potencial humano. Estou sendo bastante irônico se ninguém percebeu ainda. KKKKKKK!

Menino bandeira EuGordinha Humor