Amar é Aprendizagem

Como é que nós aprendemos a amar? Amar se aprende amando… já me disseram. Mas tem o lado da aprendizagem, de vermos e ouvirmos, lermos e pensarmos sobre. Quando é que a gente sabe que está amando alguém? Quando quer ter a pessoa por perto? Mas e quando o estar perto (seja fisicamente, ou mais ainda, emocionalmente) nos causa algum tio de atrito, desentendimento, conflito interior? Tenho crido que amar implica em cuidar, antes de si mesmo e depois do outro o tanto que estamos cuidando de nós. Amar é uma estrada de mão dupla. Um declarar e ser ouvido, um ouvir declarar.

Tem uma porção de coisas que eu preciso aprender sobre o amor… Enquanto isso admiro os amores que estão crescendo como árvores ao meu redor. A Vanessa Vieira me permitiu por uma foto dela com seu amado Walter. Agradeço ao casal pela oportunidade de me deixar expor o que considero tão caro. *-*

“Ei, meu anjo. Estive pensando muito em nós nesta última semana. Lembrei do teu sorriso e da tua risada, do teu cheiro, do teu jeito, da tua falta de jeito. Lembrei dos teus carinhos. Você já me disse que “quando é pra ser, é, independente de tudo”. Eu espero que essas tuas palavras tenham força. E torço, torço a cada dia pelo futuro. Torço para ver cada vez mais sorrisos, mais alegrias, mais abraços. Cada vez mais nós.
Ei, bebê. Eu sei que ali em cima tá escrito paixão, mas você sabe que não é minha paixão. Paixão é passageira. Você é meu amor. O amor da minha vida. Sabe qual é meu sonho, hoje? Quero casar contigo pra ver teu riso todo dia, multiplicado por três, correndo pela casa. Quero acordar daqui há 10 anos, e já estar casada com você. Quero acordar todos os dias tendo a certeza de que existe algum ser humano que realmente me ama e se importa comigo.
Ei, mô. Não esquece o quanto eu te amo, tá? Já te disse isso por esses dias, eu sei… Mas é sempre bom lembrar! Te quero sempre aqui comigo.
Com todo amor para vc…”  

(Vanessa Vieira ao seu amado)

O Que é O Amor – Reflexões Sobre o Amor

Depois do convite para participar do blog fiquei a pensar qual seria minha contribuição..

Então remexendo em uns e-mails senti vontade de compartilhar alguns pensamentos meus de quando me foi proposta certa definição sobre o que o amor representava para tal pessoa..

Amar é uma Decisão?

Fiquei a pensar nessa tal definição sobre o amor (a de que escolhemos a quem amar.. e amamos. simples assim) e escrevi meus pensamentos..

Como limitar o amor a nossa vontade? Acho meio sem nexo.

E você já refletiu o que vem a ser amor? (estou eu aqui a pensar) amor/amar não é fácil não.. É renuncia.. É perdão.. É não passar muito tempo chateado.. É enxergar mais qualidade.. É quando os defeitos não sobrepõe as virtudes.

Olhando nesse ângulo se torna bem difícil amar não é?

Muitas vezes não toleramos nem a nós mesmo..

Será que nos amamos de verdade?

Como posso amar a outros se nem sei o que é me amar? Como vou dizer a outra pessoa a forma que gosto de ser amado? Será que usamos nosso tempo como de fato desejamos?

Será que nossas escolhas são sempre Bem fundadas?

Será que entendemos a nossa vida pra depois entender elementos dela?

Como por exemplo, o amor? Agora penso na paixão aquela coisa que os poetas chamam de avassaladora… Que nos deixa sem chão… Que nos leva a loucura… Que em muitas das vezes nos dá sensação de leveza.. Que coisa tão boa é sentir essa tal de paixão!!

Mas o melhor mesmo é nos deixarmos envolver por ela não é?

Experimentar dessa loucura, dessa falta do pensar quando se esta apaixonada.. E quando ela vai embora?

Deixando-nos no meio do caminho?

Avassaladora como é, deixa tudo revolto. “E agora José?” o que fazer para reconstruir?

O jeito é sentar e esperar o tempo passar.. Para ir levando consigo algumas coisas.. Para que o trabalho não seja tão pesado.. Como somos egoístas..

Depois de um tempo vivendo com uma pessoa dizer que na verdade nunca gostou dela de fato.. Como machuca isso..

Quando falo gostar não me refiro a esse gostar limitado que estás a pensar ai agora..

É aquele das juras de viver o resto da vida juntos.. Dos planos..

Como conseguir sustentar essas “juras” se com o passar do tempo vamos descobrindo a pessoa que escolhemos?

Como reconhecer que o único errado da história foi eu? Pois a escolha foi minha!

Su Regina
Su Regina