Cada Semente Tem Seu Fruto

Cada semente tem o seu devido fruto. Ainda que pro fruto possamos entender “resultado”, ainda que seja apenas uma planta em si, com sua folhagem, com ou sem flores tão visíveis e vistosas… enfim. Cada semente guarda dentro de si o projeto de algo por vir, se for devidamente plantada e cultivada. Algumas ideias podem ser plantadas no pensamento, cultivadas na mente ao longo de um tempo e podem dar frutos nas emoções e vontades, de modo que as nossas atitudes venham acabar espelhando por fora o que está sendo produzido dentro de quem somos. Já parou pra pensar em quais tipos de sementes andam sendo plantadas dentro de ti? Foram sementes que você mesma escolheu ou lhe deram sem perguntar por sua vontade? Quais tipos de frutos você quer estar colhendo e desfrutando? Quais frutos não quer nem mais provar o sabor e até mesmo não vê-los mais em seu interior?

 

Autopiedade

Autopiedade - EuGordinhaAuto-piedade é o sentimento, emoção ou comportamento de pena de si mesmo diante de um evento estressante. É um sentimento associado ao auto-conforto com importante papel nas relações humanas. Pode envolver desde um comportamento breve, ocasional e transtório como comer doces após um dia estressante até um traço de personalidade central expressado mesmo sem provocação ou diante de percepções distorcidas e que causa sofrimento a si e aos outros mas é mantido por um ganho secundário. (Fonte: Wikipédia)

Esse tema já vinha me perambulando os pensamentos faz uns dias. Ai ontem de noite li num trecho do livro que estou amando, ai hoje cedo comentaram comigo a respeito. Diante de tanta gente reclamando do tanto que os outros os fazem sofrer. Já fui assim, não nego, mas… tem uma hora que a gente tem de entender que não dá pra viver o tempo todo se sentindo vítima dos outros. Uma vez ouvi de uma amiga que: “Só fazem com a gente o que de alguma forma permitimos” – e estávamos falando sobre as questões interiores, o modo como lidamos com as emoções e sentimentos despertados. E notei que é assim mesmo. E tem vez que a gente gosta de ficar curtindo uma dorzinha, ficar se sentindo inho, inha, coitadinho, coitadinha, pequenininho, pequenininha, sofridinho, sofridinha… Eu sei que situações traumáticas podem acontecer em nossas vidas, causando dores cujas feridas abertas doem muito toda vez que de algum modo forem tocadas. Mas tem uma hora que a gente tem de dicidir que vai ficar curtindo isso, ou se vai tratar. Andar meio mundo com um espinho no pé não é muito inteligente… aliás, quem tem espinho no pé, quando anda, não anda muito… deixa a vida atravancada, sem muitos acontecimentos dos mais gostosos de se viver. Eu sei que é uma aprendizagem virar o jogo nesse sentido, mas o bom é que, é POSSÍVEL. É bom ter isso em mente. Um coração partido, por mais dolorido que tenha sido, tem cura. Ainda estou em proceso de cura em muitas pequenas áreas de minha vida, mas já fui curado em muitas coisas, por isso acredito em um coração 100% saudável. Prezo por isso, e espero que meus leitores por aqui também compreendam e queiram isso para as suas vidas.

Forte abraço pra quem dele carece pra vencer mais um dia!

Normal é não ser Normal

fazer coração com a mão

fazer coração com a mão

Amanheceu um dia desses gostosos onde a gente ouve uma risada e instintivamente quer saber o motivo dela. Perguntei a minha mamis qual tinha sido a piada e ela veio me dizendo que está rindo por achar engraçado o como as crianças são livres. Quando pequenas, podem brincar sozinhas, falando consigo mesmas, enquanto movem seus brinquedos pra cá e pra lá, enquanto correm pelo quintal, na pracinha, em todo canto. Ser criança nos dá a liberdade de inventar sons com a boca, fazendo bico, tentar imitar o som dos bichos e outras coisas. Ou seja, há uma tremenda liberdade criativa e expressiva no ser criança. Com o passar dos anos a gente começa a se fechar em regrinhas do que seja socialmente aceitável, “correto”, digno de confiança… Nisso, muitas vezes ficamos tolhidos a um comportamento calculado, limitado, sem a alegria da espontaneidade, do tentar ser feliz com a simplicidade da vida.
Parei pra pensar no que ela dizia. Na verdade eu mais ri com ela do que fiquei pensando, o pensamento foi rápido e certeiro. Ficamos rindo de besteiras depois. Fiquei lembrando que os meus momentos mais felizes não foram os normais, aqueles criados por normas, mas sim os que foram feitos daquela mesma essência da infância. Uma felicidade que não é normal, nem normalizada, mas livre.

Libertad

Libertad - EuGordinha Pipa Dantas

O nome dessa foto no meu computador chama-se “Libertad”

Eu estava conversando com um grande amigo ontem, o Helio. Aquelas conversas de bar depois de umas doses de tequila, sabe? Chegamos a um assunto: corpos. Mas nada abstrato, especificamente o formato dos corpos, essas massas e suas importâncias, tanto primeira-pessoais quanto terceiras. E a gente percebeu o sofrimento disso tudo. Meu sofrimento por ser gorda, ele por ser magro, a amiga dele por ser alta demais… (bem, pelo menos percebi que não estava sozinha). Passei quase a madrugada toda pensando nisso. Por que MEU corpo é tão julgável para as outras pessoas e, assim, torno esse julgamento minha única verdade? Por que EU devo me padronizar, me alinhar?

Daí vem alguém, no meu caso, e diz “mas é questão de saúde e não de estética” e eu digo que por muito tempo fui mais saudável que todos na minha casa – tudo bem que agora eu dei uma extrapolada, coisa e tal, mas enfim – e eu SEMPRE fui big girl, mas minha mãe, meu pai e meu irmão sempre foram “normais”, nem gordxs, nem magrxs.

Sim, eu sei as consequências que comer gordura em excesso traz, assim como sei as consequências do consumo de bebida, de cigarro, de se ter uma alimentação baseada em carne animal, de viver uma vida estressante, enfim, mas nem por isso saio dizendo “é questão de saúde, não de estética” pra quem fuma haha. É questão de estética, sim. É questão de preconceito, sim. É questão de padronização da beleza, sim. Ninguém está preocupado ou preocupada de verdade com minha saúde, mas da forma como eu me apresento, sem nem falar, às outras pessoas. Essa é a preocupação. O que eu APARENTO ser. Na boa? Cansei. Cansei muito. Cansei de sofrer calada quando percebo que alguém me olha feio na rua. Cansei de ouvir “que pena, tem um rosto tão bonitinho”. Cansei de relembrar minha época de escola e me dar conta de que ser chamada de “baleia quatro olhos” me marcava bastante, porque eu me sentia uma aberração. Já tomei remédio, já fiz milhões de dietas, já pensei em me matar (SIM!) por não ser o que queriam, como se o problema fosse eu e não a outra pessoa. Agora, isso nada mais importa. Isso quer dizer que você, essa pessoa ~MARAVILHOSA~ que julga por aparências, é extremamente desimportante pra mim. Você, seus julgamentos e seu coração sujo. Se você acha que isso não é bonito, o problema é seu, não meu. Se você acha que eu não sou atraente, ffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffffoda-se (mantra pra vida). Não nasci pra ser de alguém.

Sou gorda, muito gorda, extremamente gorda, tenho um monte de estria, um monte de celulite, tenho peito pequeno, mas não me caibo em tanta felicidade. Extrapolo. Meu corpo, minhas regras.

Pra quê tanta aparência se o que vale é o coração?

por Pipa Dantas

Trecho de Manual da Boneca

Vanessa+Da+Mata EuGordinha

Conheci as canções da Vanessa da Mata num período um tanto difícil da minha vida e o que mas me chamou a atenção nela depois da musicalidade variando em cada canção, foram as letras… algumas com profundas lições de vida, mas sem ser pedantes. Algo simples, como na maioria das vezes tudo tem de ser.

Do cd “Essa Boneca Tem Manual” eu escolho “Não Chore, Homem“, de onde podemos tirar algumas lições conforme a necessidade. Aproveitem

Não Chore, Homem

Vanessa da Mata

Você me dá muito pouco
E eu vou embora
O que você me deu
Vou jogar fora
O que presta pra mim
É afeição
Eu vou tentar ser bem mais competente
Na escolha da próxima paixão
Meu bem
Próxima paixão, meu bem
Próxima paixão, meu bem
Próxima
Próxima
Próxima

Eu quero alguém bem melhor
E mais bonito
Alguem que nem você eu não preciso
O resultado disso é solidão
Eu vou tentar ser bem mais competente
Na escolha da próxima paixão
Meu bem
Próxima paixão, meu bem
Próxima paixão, meu bem
Próxima
Próxima
Próxima

Não chore homem…

Mas as coisas não são assim
Não é vovó?
São coisas que a gente não escolhe nunca
As coisas do coração
Não é vovó?
Elas são como são ou a gente muda?

Amanhã eu não quero confundir
Atração sexual com ilusões de amor puro

Não chore homem…

vanessa

Razões para Sorrir

Razões Para Sorrir EuGordinha

“Espero que todos os dias você encontre uma razão para sorrir.”

O Aquário Nosso

 

“Ninguém é uma ilha”

(John Donne – 1572-1631)

Todos nós já nascemos dentro de um aquário e ansiamos o mar. Temos fome de liberdades mais amplas, sejam internas ou externas. As internas, muitas das vezes nem percebemos, mas como são importantes! 🙂

Nascemos inseridos dentro de um ambiente o qual tendo nos proposto ou imposto modos de pensar, acabou por nos influenciar tremendamente no que aceitamos ou nos sentimos coagidos a aceitar, nas suas ideias, jeito de fazer as coisas, enfim… na sua cultura.

Essa tal cultura muda com o passar dos tempos, muda com a variação dos interesses econômicos e etc. A nossa cultura diz que isso ou aquilo é belo e o normal é que a maioria aceite sem questionar. Se num grupo de 10 pessoas 8 dizem que algo é bonito, porque as outras 2 não aceitariam fácil? Alguém pode argumentar comigo que as outras duas TEM DE TER PERSONALIDADE, TEM DE SER QUEM SÃO REALMENTE!!! hahaha, muito fácil dizer isso quando você não é uma das 2 pessoas que está fora do grupo que aceita as coisas.

Somos peixes dentro de um aquário que só varia de tamanho, sendo ele qual aquário for: família – escola – igreja – trabalho – amigos virtuais… No final não conseguimos viver 100% sozinhos e sempre vamos buscar por algum tipo de aquário. Ainda que o nosso objetivo maior seja alcançar o mar.

Proponho que busquemos satisfazer o anseio do mar interior que pode haver dentro de nós. Eu sei que podemos ser felizes um pouco mais por dentro, independente do que digam. Mas se essa tal felicidade não for a nossa e for a imposta eu não sei até que ponto isso pode comprometer a nossa paz interior. Se a paz por acaso for embora, se ela não conviver muito bem com a alegria de estarmos vivos, então eu proponho que REAVALIEMOS o nosso pensamento.

Como Tirar Vantagem das Adversidades

Ser Carvão ou Diamante – por Leonardo Ladislau

Qual a diferença entre um diamante e um carvão? Ambos são feitos do mesmo elemento químico mas cada qual passou por um processo diferente na vida. Da mesma forma o que faz de nós vitoriosos ou fracassados, valiosos ou não é a atitude que tomamos diante das adversidades. Sei que a palavra fracassado pode ser pesada demais, acontece que ela não pode ser evitada. Quando eu digo fracasso, não estou me referindo aos planos que criaram pra nós, e nos obrigaram a cumprir sob pena de não sermos felizes se não os realizarmos. Ser bem sucedido não precisa necessariamente ser o que querem que sejamos. Estou entendendo que o fracasso seja quando falhamos em estar bem com a gente mesmo, alcançando o que nos faça feliz sem o prejuízo pessoal e alheio. E se for pra olhar desse modo, todos somos um pouquinho fracassados ainda pois nem todos nós alcançamos a felicidade por completo. Sendo assim, a vida seria uma luta constante contra as adversidades que nos impedem de ser feliz. Cada dia uma oportunidade de lutar pra mudar as coisas. Essa tal felicidade seria muito mais a interior do que a que todos enxergam por fora. Sabe quando a gente fica satisfeito com a gente mesmo por estar dando o nosso melhor e já não ser mais o que era antes? Não precisa ser 100% perfeito, mas é necessário estar caminhando rumo ao alvo. É dessa felicidade que estou falando. Todos temos a capacidade de mudar em meio as circunstâncias. Todos temos a capacidade de ter novos pensamentos ao invés dos de sempre que não têm nos levado a uma satisfação com a gente mesmo. Todos podemos mudar, bastando pra isso QUERER. O QUERER fará de nós um pedaço de carvão ou uma peça de diamante.

Citando outra fonte:

Carvão e diamante são substâncias que têm a mesma composição, mas valores extremamente diferentes. Imagine só fazer joias usando carvão ou acender uma lareira colocando diamantes para queimar, não seria absurdo?

Na verdade, a semelhança entre diamante e carvão limita-se apenas ao fato de que o carvão é um mineral rico em carbono e os diamantes também são feitos de carbono.
E por que o diamante possui valor tão alto, ao contrário do carvão, que é simplesmente queimado?

Vejamos as diferenças no processo de formação:

Os diamantes são obtidos sob altíssimas pressões a partir do magma presente no interior da Terra (bem abaixo da crosta). Foram necessários vários séculos para que camadas de magma fossem sendo depositadas umas sobre as outras, acarretando em forte pressão. O magma foi sendo comprimido até se petrificar. O resultado você já sabe, diamantes belos, duráveis e muito valiosos.

Já o carvão surge de um processo bem mais simplificado e acessível, ele é obtido a partir da decomposição de folhas, vegetação e árvores. O local escolhido é embaixo da terra, onde as temperaturas se elevam em relativa pressão. O carvão é formado a partir das mudanças físicas e químicas propícias a essas condições, num tempo bem inferior ao que origina o diamante.

Portanto, não seria possível ambas substâncias possuírem o mesmo valor comercial, uma vez que o tempo de formação se difere nos dois processos.

Por Líria Alves
Graduada em Química

Via BrasilEscola.com

Nosso Exato Ser

Cada qual que nasce, tem uma missão a cumprir. Eu creio assim pois tenho visto isso na vida de várias pessoas. E quer saber um quase segredo? Só é feliz quem vive o plano original para o qual nasceu. Esse plano pode ter vários nomes: propósito, vontade de Deus, destino, lenda pessoal, objetivo de vida… Mas a gente tem de descobrir qual é – como realizá-lo, e vivê-lo.

Direito de ser Feliz

Sorisso Blog EuGordinha

Ninguém Mais vai me roubar o direito de ser feliz! Foi-se o tempo no qual a depressão quis me roubar a vida. Desde que a encarei de frente e entendi seus reais motivos, me decidir a não ser mais sua vítima, nem me escravizar aos seus pensamentos penosos, como correntes pesadas. Hoje estou livre, leve e solta.