Chamego Profissional

Não tem a ver com prostituição, mas com carência mesmo, e ótima oportunidade de trabalho. Já pensou em ganhar a vida vendendo carinho? Não é sexo, é carinho… Achei a notícia interessante e estou repassando. Lembrei de uma passagem na Bíblia onde um trabalho parecido foi oferecido pra uma jovem chamada Abisague.

QUANDO DAVI FICOU muito velho, quase não saía da cama; e por mais que pusessem cobertores sobre ele, ainda assim ele sentia muito frio. Então os ajudantes do rei lhe disseram: “O remédio para isso é encontrar uma moça virgem que sirva de companheira para o rei e cuide do senhor. Ela se deitará nos seus braços, e assim o senhor se aquecerá”. Por isso andaram pelo país, por todos os cantos, a fim de encontrarem a moça mais linda de toda a terra. Finalmente encontraram Abisague, uma moça de Sunã, e ela foi escolhida. Trouxeram a moça ao rei, e ela se deitava nos braços dele, para que ele se aquecesse ( porém ele não teve relações com ela ). (1Reis 1:1-4 – Bíblia Viva)

Jackie Samuel, uma americana de 29 anos, achou um modo inusitado de ganhar a vida: ela é uma uma “Cuddler Professional” (numa tradução livre, “chamegadora profissional”). Resumindo: ela cobra para dormir de “conchinha” com pessoas que não tem com quem dormir junto.

Ela resolveu abraçar, dormir e acalentar pessoas por dinheiro para pagar seus estudos. Ela recebe em torno de R$ 500 por dia (cobra US$ 60 a hora), e “dorme” com até 30 pessoas por semana, incluindo mulheres, aposentados, veteranos de guerra, ou seja lá quem estiver precisando de carinho e afeto.

“Acho que nasci sabendo aconchegar. O aconchego é saudável, faz bem para o espírito e é divertido. Acredito que os clientes vêm a mim por várias razões. Os mais velhos são sozinhos, suas mulheres já morreram e eles precisam apenas de alguém para ficar com eles, passar algum tipo de contato humano”, explica em entrevista ao jornal inglês Daily Mail.

De acordo com Jackie, quando ela é procurada  por pessoas mais jovens, são pessoas vivendo relacionamentos complicados. Ou então são pessoas curiosas sobre como funciona o trabalho de uma aconchegadora profissional. Ela costuma prestar os serviços na casa dos clientes e em cama de casal.

Existem algumas ressalvas: não é permitido tocar em partes do corpo de Jackie que estejam cobertas por roupas. Para deixar a delimitação bem clara, Jackie sempre atende aos clientes vestida com pijamas. A demanda é tanta que Jackie contratou uma assistente, uma jovem chamada Colleen.

Via Noticias.yahoo.com

A Bolsa de Grife Nossa de Cada Dia

Quantas vezes nos vemos refém de um sentimento de tristeza, uma coisinha chata que fica nos perturbando o coração como se fosse uma pedrinha no sapato. Às vezes, o que é mais triste, nem sabemos o motivo de estarmos tristes. Então um escape, um modo de fugirmos da dor incômoda bem rapidinho é pegar a bolsa, o cartão de crédito, o talão de cheques, o nosso rico dinheirinho e ir às compras. Toda mulher sabe que fazer compras dá um baita prazer queria usar a palavra tesão, mas pode parecer exagero. KKKKKK

O que não precisa acontecer é a gente ficar refém desse tipo de situação, porque acaba trazendo desperdício de dinheiro, em alguns casos, arrependimentos desnecessários. De certo modo nos ensinam desde que nascemos que ter coisas pode nos fazer felizes, de bem com a vida e tal. Mas na verdade as coisas não funcionam assim. Precisamos ter noção real de nosso valor próprio, pra não depender de coisas ou até mesmo pessoas.

Estava pensando nisso depois de ouvir uma canção onde Vanessa da Mata fala de uma tal bolsa de grife que lhe prometia a cura pra seu mal… e no final um amigo acabou comprando um carro pra se curar do mal… cada um tem seu mal pra ser curado. Mas não vai ser uma bebida especial, um objeto desejado que nos curará do mal…

Vanessa da Mata – Bolsa de Grife

Comprei uma bolsa de grife

Mas ouçam que cara de pau.

Ela disse que ia me dar amor

Acreditei, que horror

Ela disse que ia me curar a gripe

Desconfiei, mas comprei

Comprei a bolsa cara pra me curar do mal

Ela disse que me curava o fogo

Achei que era normal

Ela disse que gritava e pedia socorro

Achei natural

Ainda tenho a angústia e a sede

A solidão, a gripe e a dor

E a sensação de muita tolice

Nas prestações que eu pago

Pela tal bolsa de grife (2x)

Nem pensei Impulso

Pra sanar um momento

Silenciar barulhos.

Me esqueci de respirar

Um, dois, três Eu paro

Hoje sei que tenho tudo

Será? Escrevi em meu colar

Dentro há o que procuro

Ainda tenho a angústia e a sede

A solidão, a gripe e a dor

E a sensação de muita tolice

Nas prestações que eu pago

Pela tal bolsa de grife (2x)

Meu amigo comprou um carro pra se curar do mal