Consciência

AutoConsciência

concentração...

Quem é você? Onde você está? Onde pretende chegar?

Não, não estamos na aula de Filosofia, nem numa sessão de psicanálise ou qualquer coisa que o valha. Estou compartilhando umas perguntas essenciais que devemos nos fazer de quando em quando e nas quais me vi hoje achando uns trechos de mim onde eu menos suspeitava. Me fizeram a proposta de um exercício de quase meditação, na verdade era mais um exercício de tomada de consciência.

Me disseram assim: “Às vezes a gente está tão envolvido por uma porção de coisas que nos acontecem que nem percebe direito quem somos.” Ai propuseram o seguinte: Feche teus olhos e experimente sentir teu corpo. Teus pés, as mãos, os braços, pernas. Onde teu corpo repousa? Cadeira, cama, chão? Sinta o teu corpo. Perceba tua respiração, o som que faz. Perceba os sons ao redor – tente identificar de que são, de onde vêm, a que distância estão de ti. É um exercício de percepção. Apenas isso.

Sou adepta da meditação, quando a mesma envolva o pensamento em movimento e não apenas o esvaziamento de idéias. Temo que se eu tentar esvaziar minha mente, talvez sobre espaço pra coisas que não servem pra nada de bom, afinal, vovó diz que “Mente vazia é oficina do coisa-ruim”. 

Prioridades na Vida

Um professor diante da sua turma de filosofia, sem dizer uma palavra, pegou num frasco grande e vazio de maionese e começou a enchê-lo com bolas de golfe. A seguir perguntou aos estudantes se o frasco estava cheio. Todos estiveram de acordo em dizer que “sim”. O professor então pegou numa caixa de fósforos e vazou dentro do frasco de maionese. Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe. O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a responder que “sim”. Logo, o professor pegou uma caixa de areia e vazou dentro do frasco. Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o professor questionou novamente se o frasco estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um “sim” retumbante. O professor em seguida adicionou duas chávenas de café ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes riram-se nesta ocasião. Quando os risos terminaram, o professor comentou: – Quero que percebam que este frasco é a vida. As bolas de golfe são as coisas importantes – a família, os filhos, a saúde, a alegria, os amigos, as coisas que vos apaixonam. São coisas que mesmo que perdêssemos tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia. Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro, etc. A areia é tudo o resto, as pequenas coisas. Se primeiro colocamos a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida. Se gastamos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Presta atenção às coisas que realmente importam. Estabelece as tuas prioridades…e o resto é só areia. Um dos estudantes levantou a mão e perguntou: – Então e o que representa o café? O professor sorriu e disse: – Ainda bem que perguntas! Isso e só para vos mostrar que, por mais ocupada que a vossa vida possa parecer, há sempre lugar para tomar um café com um amigo.”