A Moeda – Joyce Meyer Dica de Leitura

Hoje de tarde, entre uma prova e outra fui dar um passeio pelo centro do RJ. Gosto daqui, a cidade tem suas mazelas como qualquer pessoa tem, e tem suas partes muito boas. Estava procurando pelo bom preço de um certo produto quando, meu olhar foi parar dentro de uma pequena livraria em plena praça pública, perto do Real Gabinete Português de Leitura. Meu rosto sorriu quando vi uma fileira de livros da Joyce Meyer. Peguei um dos lançamentos e li atrás… Uhhhh, uma frase me fiscou a curiosidade e a reflexão:

“ …grandes decisões não costumam resultar em muita coisa, mas pequenas decisões às vezes transformam tudo.” (Joyce Meyer)

Me dei conta de que realmente são as pequenas coisas que fazem toda diferença na vida. Quantas vezes nos chateamos por coisas quais depois vamos ver que são coisas tão pequenas? E são coisas tão pequenas como uma mensagem de SMS, ou um bilhetinho na geladeira, ou um sorriso que fazem toda diferença? *-* [estou amando emoticons engraçadinhos].

Em dados momentos precisamos abrir os olhos para o que está dentro de nós. Procurar ver o que REALMENTE importa. Ver o tamanho das coisas que nos entristecem e nos alegram, as coisas grandes e pequenas.

Verdades e Mentiras

No livro “Campo de Batalha da Mente” de Joyce Meyer, em vários momentos ela comenta que uma verdade pode ser distorcida pelos pensamentos que tivermos. Pois bem, e se de repente colocaram muitas mentiras dentro de nossa cabeça?

“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade

frase de Goebbels, ministro das Comunicações do Hitler.

Alguém se lembra do nazismo e dos estragos que o mesmo fez no mundo, na vida de várias pessoas? Pois então, há uma verdade sendo dita ainda hoje pelo pensamento expresso pelo homem que foi o ministro das comunicações de Hitler. Se ouvirmos uma mentira sendo repetida constantemente podemos acabar acreditando nela como se fosse verdade.

Quais são as VERDADES e MENTIRAS que dão sentido à sua vida? O que te norteia? O que te guia?

Falo sobre isso porque o ano já começa e vejo algumas meninas pressas à velhas mentiras que desde não sei quando lhe enfiaram pelos ouvidos pra sujar suas mentes. O que pensamos vai determinar como nos VEMOS, quem SOMOS, como nos COMPORTAMOS.

Gato se vendo leão no espelho

Tu te tornas naquilo em que muito pensas

Meninas [e meninos também], cuidado com o que andam tentando enfiar na cabeça de vocês. Cuidados com as palavras que ferem – [é verdade que algumas verdades doem, mas a função da verdade é sempre benéfica] nem todas as palavras que ferem tem o poder de lhes transformar em pessoas melhores. Muitos elogios também podem ser falsos, baseados naquilo que é superficial e que passa. Filtrem o que lhe põe pra cima e lhes joga pra baixo… Não sejam passivas/passivos com a mentalidade de vocês.

*Se quiser, leia um trecho do livro de Joyce Meyer citado acima, basta clicar nessa frase.

Amor Engaiolado

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” …Nós devemos amar as pessoas e controlar a nós mesmos. Mas o que fazemos é justamente o contrário. Amamos a nós mesmos e controlamos as pessoas…” (Joyce Meyer)

Porque é que ao amarmos as pessoas nos sentimos no direito de controlar suas vidas, fazendo delas nossos escravos emocionais, dependentes de nós, nossos servos amáveis, obrigados a nos satisfazer os desejos do coração?

Durante muito tempo vivi relações de amor assim. Eu era cega e nem percebia. Hoje em dia não vejo que isso seja saudável. Frase de amigo meu que eu amo: “Quem ama deixa a gaiola aberta” (Leonardo Ladislau). Contrariando um pouco a letra de Caetano Veloso em Sozinho: “…Por que você me deixa tão solto? / Por que você não cola em mim? / Tô me sentindo muito sozinho / Não sou nem quero ser o seu dono / É que um carinho às vezes cai bem“, não quero questionar a desatenção de alguns amantes, mas sim a exigência daqueles que ao serem amados querem se fazer nossos donos. Realmente há necessidade de se armar uma gaiola onde se possa prender o outro para que não o percamos de nossas vidas? Amar pode ser: viver e deixar viver, contribuindo pra que a vida em ambos, o que ama e o que á amado, seja multiplicadamente vivida.