Sr. Wilson

Sr.Wilson

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Um do meus personagens de filme predileto em tudo o que eu já assisti até hoje, sem dúvida é o Sr.Wilson. Ele era o amigo do personagem principal (interpretado por Ton Hanks). A história do Sr.Wilson é simples. Ele é o que todo mundo gostaria de ter como amigo: do tipo que topa qualquer parada, está contigo nos momentos que você precisa, mas nem sempre você consegue ajudar em todo tempo. Quem já viu o filme sabe que após um acidente aéreo, um homem se vê perdido no meio do pacífico em uma ilha deserta.Em meio a uma situação de dor e desespero, a mão do sujeito marca de sangue uma bola de vôlei e na marca ainda fresca o homem desenha um rosto. Nascia ali um companheiro que entra mudo e sai calado de cena. Porque às vezes a gente só quer mesmo de um amigo que ele seja nossa companhia. Não quer que ele invente coisas que dizer só pra parecer bonzinho, parecer que se importa. O verdadeiro amigo aprende ao longo do anos que uma amizade sincera não precisa se constranger com o silêncio. Tem hora que o silêncio é a única riqueza que temos pra oferecer. O Sr.Wilson conquista a minha simpatia por ser um sábio de nascença. Ele tem na sua presença a sua maior riqueza. Embora tenha saído da vida do náufrago tão repentinamente como entrou, soube marcar a vida daquele homem, mantendo-o em sanidade até o momento oportuno. Coisa que todo amigo deveria fazer.

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O Que Temos nas Mãos?

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Gosto de cinema pois em cada filme temos a oportunidade de rever alguns conceitos, ver a vida por outros olhos sempre é bom, variar a forma como se faz as coisas (Bem, isso se o filme for bom!). No filme o “Náufrago”, Tom Hanks vive Chuck Noland (Tom Hanks) um inspetor da Federal Express (FedEx), multinacional encarregada de enviar cargas e correspondências, que tem por função checar vários escritórios da empresa pelo planeta. Porém, em uma de suas costumeiras viagens ocorre um acidente, que o deixa preso em uma ilha completamente deserta por 4 anos. Com sua noiva (Helen Hunt) e seus amigos imaginando que ele morrera no acidente, Chuck precisa lutar para sobreviver, tanto fisicamente quanto emocionalmente, a fim de que um dia consiga retornar civilização.

Essa tal luta pela sobrevivência o leva a estar atento ao que tem ao seu redor. Tudo o que puder ser útil pra sua vida passa a ter valor extremo. Estranho como sejamos assim, como seres humanos… dependemos de que nos falte o que é valioso para que então venhamos a dar valor… ops, me desculpem… não DEPENDEMOS, não! Mas na maioria das vezes é o que acontece: Só damos valor, quando perdemos. 😦

O Que temos em mãos hoje? O que temos de invisível também, por dentro… quais são os nossos recursos interiores? Precisamos levar em conta tudo o que estiver ao nosso alcance. e valorizarmos o que pudermos, a vida pode ser muito mais preciosa do que tem sido.