Qual é o Peso de Um Olhar?

FOTÓGRAFA REGISTRA OLHARES PRECONCEITUOSOS CONTRA GORDINHAS

Foto: Haley Morris-Cafiero

Bem resolvida com seus quilos a mais, a fotógrafa Haley Morris-Cafiero criou um novo projeto para mostrar que o fato de ser gordinha não é um problema para ela, mas, sim, para os outros. Como? Fotografando nas ruas as expressões daqueles que se deparam com pessoas acima do peso.

Ela batizou esse trabalho de Wait Watchers, nome como é conhecido o programa de emagrecimento “Vigilantes do Peso” em outros países. A ideia surgiu quando flagrou o olhar de repulsa de um homem enquanto trabalhava em outro projeto, em 2010.

A partir daí, resolveu registrar outras reações. Colocou a câmera em um tripé e clicou outras pessoas que olhavam para ela em situações comuns do dia a dia, como lendo um livro, falando ao telefone e comendo em público.

As imagens obtidas registram diferentes flagras, desde posturas que mostram curiosidade até aquelas que expressam nojo. Ou seja, é nítido o peso e a cobrança da sociedade sobre as pessoas obesas.

 

Como Responder a Uma Ofensa À Altura

Achei bacana esse texto da Keka Demétrio e portanto resolvi compartilhar:

Blogueira Plus Size recebe mensagens ofensivas e responde com ensaio sensual

Slide Site - Foto Divulga+º+úo

O que a maioria das pessoas faz quando se vê diante da possibilidade de ditar regras na vida das outras sem serem vistas ou importunadas por isso? Elas ditam. E mais, tomam gosto por se acharem donas da verdade e começam a se sentir deuses, a comandar a vida alheia. Isso acontece muito no mundo virtual, ambiente em que muitos indivíduos se deleitam ao se esconder atrás de uma tela para brincar de “sabe tudo” e provocar discórdia, manipular e determinar até que tipo de pessoa as outras devem amar.

Pois é, imagina se pudéssemos escolher de verdade a quem amamos. A ciência explica a nossa preferência por determinados tipos de homens ou mulheres, mas ninguém pode prever a que horas a paixão vai tomar conta e, principalmente, por quem. Eu gostava de morenos e casei com um homem claro. Prefiro homens mais velhos e já namorei mais novos.

Mas como disse Renato Russo na canção Eduardo e Mônica: “Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?”. Sim, os hipócritas de plantão irão dizer… e julgar! Prova disso é o que aconteceu recentemente com a blogueira Renata Poskus, após fazer um texto no Blog Mulherão (www.blogmulherao.com.br) dizendo que, apesar de gorda, se sentia atraída por homens magros e defendendo que todos são livres para amar pessoas diferentes, recebeu milhares de ofensas e ameaças por expor sua preferência.

No texto, a blogueira deixa claro que as pessoas gordas não precisam apenas amar gordos, assim como brancos não são obrigados a amar apenas outras pessoas brancas. “Quis ressaltar que existe, sim, o amor na diversidade de idade, cores e corpos. Foi quando recebi dezenas de ofensas de homens inconformados. No meu texto, embora tenha dito que nunca namorei um homem gordo, não proferi ofensas. Outra colega do Blog Mulherão, por exemplo, fez um texto falando do seu amor incondicional pelos gordinhos e não recebeu os mesmos ataques. Percebi que muita gente se revolta em ver que uma gorda com um magro, como se gordas fossem indignas de namorar alguém diferente delas. Recebi ofensas que poderiam ser muito cruéis e devastadoras se eu não tivesse autoestima“, afirma a blogueira.

Renata, então, se uniu a Adriana Libini, famosa fotógrafa do mercado plus size brasileiro e fez um ensaio pra lá de sensual mostrando que o problema não está no seu corpo, mas na cabeça das pessoas. “Eu não precisava responder a nenhuma ofensa, mas decidi que iria fazer isso, até mesmo para servir de inspiração para outras mulheres. Não respondi com palavras, mas com um lindo ensaio sensual. Mostro nessas fotos que tenho orgulho do meu corpo, das minhas curvas e que não devo satisfação da minha sexualidade e dos meus sentimentos para ninguém“, afirma Renata.

Adriana L+¡bini Fotografia Night Fever (9)

Adriana L+¡bini Fotografia Night Fever (7)

Adriana L+¡bini Fotografia Night Fever (8)

Adriana L+¡bini Fotografia Night Fever (6)

Adriana L+¡bini Fotografia Night Fever (12)

 

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SERVIÇO – Ensaio fotogrático 

Créditos:
Fotografia – Adriana Líbini
Estilo – Carol Santos
Make & Hair – Tati Souza
Retouch – Vânia Castro e Adriana Líbini
Modelo – Renata Poskus

Agradecimento especial: Korukru | Vislumbre Moda Íntima | Diplomata by André Queiroz | Passarela Calçados

Esta matéria foi publicada em minha coluna no Tempo de Mulher / MSN

Vítima de Nós Mesmos

Vítima de Nós Mesmos - EuGordinha

Todos nós em algum momento da vida pode ter sido (ou ainda estar sendo) vítima de um modo errado e estranho de pensar. Um preconceito, por exemplo, é um modo estranho de pensar. Não apenas porque promova exclusão e tristeza ao coração das pessoas, mas porque é um pré-conceito. Conceitos são ideias formadas sobre algum assunto, qualquer que seja. Pré-conceitos, são ideias pré-formadas tomadas como se estivessem completas, influenciando o modo como a pessoa vai pensar… e consequentemente agir. Há muito de nossas atitudes que são tomadas no automático – a gente nem percebe o que nos motiva a agir de um jeito ou de outro. Mas muito do que a gente faz é resultado direto do modo como estamos pensando.
Pois então, algumas pessoas são vítimas dos seus pensamentos. Por exemplo, achar que a vida NÃO VAI MUDAR, que tudo sempre se repete na sua vida, então vai ser desse JEITO PRA SEMPRE. Entre outras coisas. A vida sempre muda. Não é porque não deu certo de um jeito que não vai dar de outro. Aliás, muitas vezes acontece de termos o mesmo resultado por estarmos sempre seguindo a mesma receita repetida de sempre no modo de fazer as coisas – esse princípio serve pra quase tudo na vida… É preciso saber, ou pelo menos entender que a nossa visão sobre as coisas pode ser limitada, não nos deixando perceber outras POSSIBILIDADES. por exemplo, não é porque uma coisa está na moda que ela se torna a única possibilidade de Beleza. O que é belo ou não depende do nosso gosto pessoal, das nossas preferências, das nossas vontades… o senso comum é uma outra coisa, o se deixar ser Maria-vai-com-as-outras é uma outra história. Podemos ser Senhores e Senhoras dos nossos destinos, quando e como quisermos. A começar pelo mundo interior. Há quem possa Podem prender o corpo, tapar a boca, calar a voz. Mas ao pensamento não conseguem prender NUNCA – só quando há PERMISSÃO pra isso.E por incrível que pareça, algumas pessoas ainda permitem um aprisionamento assim.

Estupidez Humana

Estupidez Humana - EuGordinha
“É impressionante como podemos ser tremendamente estúpidos e ignorantes como seres humanos. 😦 ” EuGordinha
Desabafo da minha filha!”Estava sentada ao lado da minha mãe e do meu filho dentro do avião. Um funcionário me perguntou: você tem atestado? Falei: do que? Do medico sobre a criança. Apontando na cara do meu filho. Falei: ele esta bem, tem um problema genético, sou mãe dele e responsável por ele. Insatisfeito, O cara foi até a cabine. Voltou uma mulher funcionária. O constrangimento começou. Falei em tom já ríspido. Ele é o meu filho tem eb e não tem problema nenhum em viajar sua doença não eh contagiosa e ele esta bem. Já viajei inúmeras vezes com ele para dentro e fora do Brasil. Nunca passei por isso. Basta olhar para mim, para pai e para avo q vivem agarrados nele e não tem nada. Falei para Peu filmar o q ela ia dizer. Na hora ela disse que não falaria se fosse filmada e que não podemos filmar. Neste momento uma mulher a 3 filas de distancia grita pra mim; chama o ministério publico! Isso eh preconceito e discriminação! Comecei a chorar. O Theo vendo isso tudo. Surreal. A funcionária saiu. Ficou 10 minutos fora. Jurava q o avião seguiria viagem e ainda falei, deviam pedir desculpas para Theo e para mim. Volta a funcionária dizendo que o avião só vai partir com aval do medico. As pessoas começaram a se manifestar muito. Minha mãe que estava controlada até então levantou. Afinal de contas, meu filho passaria por uma analise de um medico que iria até nosso assento para avalia-lo! Surreal! Quando o medico chegou falamos: ele tem uma deficiência Genetica! Epidermolise bolhosa! E o medico fala: Ah ! Epidermolise bolhosa! Não tem problema nenhum. O cenário dentro do avião era: quase todos passageiros em pé, indignados, vindo falar comigo, com meu filho. Super chateados. Muitos tinham conexão e estavam perdendo suas conexões. Já tinham 40 min de atraso. O médico foi falar com o comandante. Mesmo assim o comandante disse q nos só viajaríamos se ele , o medico, fizesse atestado. Aí não tinha papel, não tinha carimbo… Pegou um papel branco sem nada timbrado e fez o atestado. Minha vontade era descer do avião e Quando disse quero sair daqui. A mesma mulher, a primeira a gritar sobre o MP (Ministério Público), disse q se nos saíssemos do avião tds desceriam conosco. Me sensibilizei demais. Estavam todos as pessoas do avião super solidárias, preocupadas com o constrangimento com o Theo. Resolvi ficar no avião. Nisso já passava 1 hora de atraso e o constrangimento mega. Theo me viu chorando. Tentei disfarçar que o avião inteiro não estava atrasado por causa dele. Sei que ele percebeu. Sei que ele é mais forte do que esse bando ignorante. Estou muito triste.
Chegaria no rio 13h50. São 14h50 e ainda estamos no ar. Devemos chegar as 15h30. Chegamos no rio as 16h10.
Como deve ser abordada uma pessoa com um problema de saúde aparente?”

— com Clara Colker.

Leiam a Reportagem aqui

Gordas, Gordinhas & Gordonas

Gordas Gordinhas e Gordonas - EuGordinha

A gorda é o única rejeitada que é preconceituosa com as da sua “própria espécie”. Quer ver? Poste uma foto de mulheres realmente gordas, não gordinhas, nem fofinhas, mas gordas e espere para ver os comentários de outras gordas. São críticas atrás de críticas, umas focam a saúde, outras falam que aquelas não são gordinhas e sim obesas.

Ora, independente se você tem 5 ou 100 quilos acima do peso considerado normal você já é considerada anormal para a sociedade. Então, pra quê apontar e julgar!? Quando fazem com você, como você se sente!? A verdade é que tendemos a julgar os outros como a si mesmo. Se você tanto se importa com o peso alheio e julga o que não lhe é de respeito, é sinal de que sua autoestima está tão destruída que precisa descontar isso em alguém.

Enquanto não nos unirmos, nos respeitarmos e nos aceitarmos mutuamente, nunca seremos vistas! Nos apoiarmos é muito melhor do que nos julgarmos, não é?

Via Carla Souto

Coração Ninja

Quem dera todas as mães tivessem coração ninja e não se deixassem vencer pelo que o peso do preconceito força na vida das pessoas. Seja por motivo de peso, opção sexual, cor de pele, SITUAÇÃO financeira. Recentemente assisti um filme (pela metade, falta terminar) do qual em breve falarei por aqui, no qual a lição mais importante é AME, porque o amor é o que realmente vale a pena na vida.

sapatos de ninja EuGordinha blogVale a leitura e a reflexão:

“Ontem minha mãe postou uma foto no Facebook do meu irmão Sam, de 5 anos, usando um par de sapatos que ele escolheu para usar no seu primeiro dia de aula na escola.

Ela tentou explicar para ele na loja que os sapatos foram feitos para garotas. Sam respondeu que não se importava e que “ninjas podem usar sapatos rosa também”.

Sam foi para a escola e recebeu diversos elogios sobre os seus sapatos novos. Nenhuma criança disse algo de negativo sobre eles.

No entanto, minha mãe recebeu cerca de 20 comentários sobre a foto de vários membros da família dizendo o quão “errado” é isso e como “coisas como essa irão afetá-lo socialmente”. Minha tia-avó foi ainda mais eloquente dizendo que “essa merda vai transformá-lo em um gay.”

Minha mãe apagou a foto da internet e disse ao Sam que ele pode vestir o que ele quiser para ir à escola, que essa é uma decisão só dele. Se ele quiser usar sapatos cor de rosa, ele pode usar sapatos cor de rosa.

Sam, então, explicou-lhe que ele não gostava dos sapatos por eles serem cor de rosa, mas porque eles foram “feitos de zebras” e zebra é o seu animal favorito.

O que dizer de uma sociedade quando um grupo de adultos deveria ter aulas sobre humanidade com uma turma de crianças?”

Via InteligenteVida

Maria Beatriz do Nascimento

Mais uma das grandes mulheres que passaram pelo mundo. Com orgulho, brasileira.
MARIA BEATRIZ DO NASCIMENTO
(1942 – 1995)
Intelectual, pesquisadora e ativista, Beatriz Nascimento nasceu em Aracaju, em 12 de julho de 1942, filha da dona de casa Rubina Pereira do Nascimento e do pedreiro Francisco Xavier do Nascimento. Ela e seus dez irmãos migraram com a família para o Rio de Janeiro na década de 1950. Com 28 anos iniciou o curso de graduação em História, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), formando-se em 1971. Durante a graduação fez estágio no Arquivo Nacional com o historiador José Honório Rodrigues.

Formada, passaria a trabalhar como professora de História da rede estadual de ensino do Rio de Janeiro, articulando ensino e pesquisa. Nessa mesma época, passaria a exercer sua militância intelectual através de temáticas e objetos ligados à história e à cultura negras. Esteve à frente da criação do Grupo de Trabalho André Rebouças, em 1974, na Universidade Federal Fluminense (UFF), compartilhando com estudantes negros universitários do Rio e de São Paulo a discussão da temática racial na academia e na educação em geral. Exemplo dessa militância intelectual foi a sua participação como conferencista na Quinzena do Negro, realizada na USP, em 1977, evento que se configurou como importante encontro de pesquisadores negros.

Concluiu a Pós-graduação lato sensu em História, na Universidade Federal Fluminense (UFF), em 1981, com a pesquisa “Sistemas alternativos organizados pelos negros: dos quilombos às favelas”, mas seu trabalho mais conhecido e de maior circulação foi o filme Ori (1989, 131 mim), de sua autoria, dirigido pela socióloga e cineasta Raquel Gerber. O filme, narrado pela própria Beatriz, apresenta sua trajetória pessoal como forma de abordar a comunidade negra em sua relação com o tempo, o espaço e a ancestralidade, emblematicamente representados na ideia de quilombo.

Beatriz Nascimento, ao longo de vinte anos, tornou-se estudiosa das temáticas relacionadas ao racismo e aos quilombos, abordando a correlação entre corporeidade negra e espaço com as experiências diaspóricas dos africanos e descendentes em terras brasileiras, por meio das noções de “transmigração” e “transatlanticidade”. Seus artigos foram publicados em periódicos como Revista de Cultura Vozes, Estudos Afro-Asiáticos e Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, além de inúmeros artigos e entrevistas a jornais e revistas de grande circulação nacional, a exemplo do suplemento Folhetim da Folha de S. Paulo, Isto é, jornal Maioria Falante, Última Hora e a revista Manchete.

Segundo Rattz, Beatriz, junto com outros pesquisadores como Eduardo Oliveira, Lélia González e Hamilton Cardoso, trabalharam para que a temática étnico-racial ganhasse visibilidade social na universidade e fortalecesse o discurso político do movimento negro. Além da militância intelectual, Beatriz era poetisa. Sua poesia traz à cena a experiência de ser mulher negra. Essa sensibilidade se traduziu em toda sua escrita.

Estava fazendo mestrado em comunicação social, na UFRJ, sob orientação de Muniz Sodré, quando sua trajetória foi interrompida. Beatriz foi assassinada ao defender uma amiga de seu companheiro violento, deixando uma filha.
Faleceu em 28 de janeiro de 1995 no Rio de Janeiro.

Quem quiser ler o livro que fala sobre ela Clique Aqui
Um Vídeo do projeto Heróis de Todo Mundo do Canal Futura

Alma Não Tem Cor

Pensando sobre a questão do preconceito, me dei conta de que o Zeca tem razão na canção dele… “Alma não tem cor”

[youtube:http://www.youtube.com/watch?v=R5foYznbMXo%5D

Alma não tem cor

Zeca Baleiro

Alma não tem cor
Porque eu sou branco?
Alma não tem cor
Porque eu sou preto?

Branquinho, neguinho
Branco, negão

Percebam que a alma não tem cor
Ela é colorida, sim
Ela é multicolor
Percebam que a alma não tem uma só cor
Ela é colorida, sim
Ela é multicolor

Azul, amarelo
Verde, verdinho, marrom

Você conhece tudo
Você conhece o reggae
Você conhece tudo
Você só não se conhece [2]

Branquinho,neguinho
Branco, negão

Azul, amarelo
Verde, verdinho, marrom

Por Um Viver MELHOR

A postagem de hoje é uma contribuição de Rosana Ferreira, lá de Fortaleza, Ceará [oxe, terra boaa]. Fiquei muito tocado com o texto dela, pelo fato de focar não nas reclamações que normalmente nos vêm ao coração quando ouvimos palavras de preconceito pelo fato de termos um corpo assim e não assado afffff. Rosana trata de nos levar ao ponto do que realmente importa. Fazer a vida MELHOR.

P.S.: Sobre o dia de hoje, Rosana, Feliz Aniversário!!!!

Fico tão triste com as pessoas que perdem seu tempo em demostrar seu preconceito, com gordo,magro,negro,branco,bonito, feio, católico,protestante… Eles deveriam usar esse “poder” e reverter em solidariedade, sabe…tantas crianças nas favelas passando fome, sem ter o que comer… Outro dia em visita social em uma favela, me deparei com uma cena que pela qual eu nunca vou esquecer, uma mãe desesperada com 3 filhos para dar de comer em um humilde casebre, e o que ela tinha conseguido comprar era um pacote de Biscoito “cream crack” do mais barato, e sabe como ela serviu para os filhos? Com água gente, a mesma misturou os biscoitos com água, formando uma espécie de sopa, e saciou a fome de seus filhos, e eu perguntei: – E a senhora não come? Ela respondeu: Primeiro eles, se sobrar eu como… Eu fiquei em choque…Me passou um filme na minha cabeça, por tantas vezes que reclamei da minha vida, que reclamei do que eu tinha pra comer em casa….
Gente, vamos acordar, vamos olhar com amor a quem precisa, vamos visitar os mais necessitados, os doentes em hospitais, os esquecidos em asilos, ou até mesmo olhar para os mais necessitados ao nosso redor, na nossa família que fazemos vista grossa….Quem é o que é, não precisa da opinião de ninguém pra saber se fulano ou cicrano gosta ou não da forma como a pessoa é, eu não preciso da opinião de ninguém pra saber se gosta de mim como eu sou ou não… o mundo por si, já ta muito cruel, e nós deveríamos reverter essas palavras que agridem em ações, em fazer o bem!!!!!
Sabe escrever e falar bem??? Vai alfabetizar quem precisa. Sabe tocar algum instrumento??? Vai tirar os jovens das drogas e tentar ensinar pra eles algo de futuro com os teus dons. Tem condições de patrocinar um grupo de jovens? patrocina….
Eu estou pouco me importando com o que você pensa de ruim sobre alguém, eu quero saber é das pessoas simples, que do pouco que tem estão transformando o mundo, falar meu camarada é muito fácil, decorar livros, todos somos capazes…. Agora fazer o BEM a quem precisa é para os MELHORES!!!!
CHEGA DE PRECONCEITO, eu quero saber é o que vc tem feito para se tornar uma pessoa melhor, se vc é capaz de alegrar uma família carente, ou roubar um sorriso de uma criança carente…ah meu caro isso eu quero ver!!!!!

SER Gordinha – por Lauane Regina

Ser gordinha não é nenhum defeito, apesar de existir tanto preconceito de certas pessoas que eu chamo de incapazes, pois a pessoa que não vê preconceito em ninguém aprende a aceitar cada um do jeito que somos. Podemos ser gordinhas feias ou bonitas, mas pra mim não existe ninguém feio acho que cada um tem o seu jeito de ser bonito. Uma coisa admiro em nós, Photoshop muda muito um corpo a maneira na qual o queremos, mas mesmo assim tiramos fotos e não nos preocupamos em muda-las de forma alguma. Já essas pessoas famosas do que adianta sairem lindas em revistas se a beleza que elas mostram pra todos nós são belezas modificadas por computador? É isso que penso, e quem se sentir ofendido desculpem, mas cada um faz a sua opinião da maneira que achar correto. Agora as magrinhas de plantão que tem preconceito sobre as gordinhas não fiquem tristes, pois a mesma felicidade que vocês têm quando amam também temos, apenas não temos um mundo de homem ao nossos pés, pra querer desfilar conosco pela rua achando que somos objeto de beleza mas sim encontramos um homem pra nos ama de verdade!!

por Lauane Regina Da Silva

Solteiros de Plantão

Por favor, solteiros e solteiras não se sintam EXCLUÍDOS quando por algum motivo chega a sexta-feira e ninguém te convidou ainda pra curtir alguma balada de noite, ou uma festa ou simplesmente estar acompanhado em algum lugar fazendo alguma coisa ou coisa alguma – como é tão bom estar em silêncio na companhia de alguém que te entenda isso… (maravilha esse nível de cumplicidade – quando não te exigem a fala, as palavras que nem sempre conseguem dizer tudo o que se quer, ou o que se precise…).

Estava lendo uma notícia sobre os solteiros conseguirem cumprir com a tarefa de cuidar de outras pessoas melhor do que o fazem os casados – e no entanto essa nossa mentalidade ocidental insiste em dizer que ser/estar solteiro é algo RUIM. “Quando você vai arrumar um namorado SÉRIO?” Ou seja, pra casar. Quando começa a namorar: “Quando vão casar?” E quando se casam: “Quando vão ter o filhinho?”. Agem por tradição burra – chamo de tradição burra toda repetição que se cumpre sem a consciência dos motivos daquela ação – porque eu tenho de cumprir um percurso que tudo mundo diz que tem de ser em se tratando de comportamento?

Uma ilustração como exemplo: Era uma vez uma família na qual a mãe sempre cortava o frango ao meio, o peru ao meio, o pato ao meio, arranjava as metades na bandeja e levava ao forno pra assar. Perguntada pelo marido o motivo de fazer daquele modo, respondeu: Minha mãe fazia assim, aprendi com ela. Num evento de família, o marido foi pergunta pra mãe da esposa o motivo de ter ensinado pra filha a cortar na metade o peru, frango, pato ou o que fosse, quando levados ao forno. EXPLICAÇÃO da matriarca: Eu não ensinei nada isso, ela faz isso talvez porque tenha me visto fazendo assim no passado, quando o fogão lá em casa era pequeno e não cabia sequer um frango inteiro, então eu cortava em metades pra assar uma de cada vez. Mas hoje em dia os fornos são maiores, e cabem até um peru inteiro. Não tem mais motivo de cortar no meio… 

Gente, não sejamos tolos como estava sendo aquela senhora cortando pela metade o que podiam comer por inteiro. Se você está solteiro, não se penalize por isso se há uma pressão tremenda para que você arranje alguém e não fique só. Aproveite seu tempo investindo em sua carreira profissional, acadêmica, pessoal… Quando chegar o tempo, se você quiser que chegue, ai você vive uma outra parte da vida. Mas não precisa se penalizar com o que dizem. Ser solteiro tem lá suas vantagens, sim. Descubra…

P.S.: Aos solteiros de Plantão – deixem nos comentários, quais as vantagens de ser solteiro, numa pesquisa básica, só pra gente ver… 

O Amor é o Caminho

Abraço Amor Blog EuGordinha

“O amor é o que da sentido a vida.. Sem ele somos incapazes de resistir as diversidades impostas.. incapazes de suportar as falhas alheias.. Acredito que semeando e disseminando o amor é que teremos mais momentos de felicidades.. Amor é renuncia.. é entender.. enfim amor é amar sem preconceitos e sem limites.. rarara”

(Suely Regina)

Mayara Russi – Modelo Plus Size, Batalhadora & Vencedora

Mayara Russi - EuGordinha

“Uma pessoa batalhadora que corre atrás dos seus sonhos independente da opinião de qualquer pessoa.”

Domingo, 31 de julho de 2011. Estava eu com minhas palavrinhas num texto, e de vez em quando dando uma olhada no twitter. Quando começaram a surgir pessoas comentando a entrevista de Mayara na Gabi. Uhhh, legal. Mas a princípio não liguei a TV pra assistir, sabendo que depois poderia fazê-lo nessa ferramenta boa que é a Internet. No diz seguinte eu comecei a me surpreender com um pouco do que a menina expôs de sua vida. O que posso dizer dela pelo que vi até agora? Que ela é mulher, mãe, modelo plus size, batalhadora, vencedora (inclusive, venceu um câncer,

Algumas lições que aprendi:

  • Fama não é sucesso. Sucesso é conseqüência de esforço e trabalho bem feito.
  • Amar a si mesmo traz um bem estar que contagia os outros ao seu alcance.
  • O preconceito é uma praga, doença infeliz que ataca invisivelmente.

Seguem abaixo, os vídeos com a entrevista dela no programa da Gabi.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4(final)