Amar é como Semear

Amar é como um plantio, a gente semeia e sempre colhe, não necessariamente no mesmo lugar em que plantou. O amor é de uma amplidão tremenda, abrange todas as áreas de nossa vida e do Universo, por assim dizer. Me arrisco dizer que tudo o que se move pode ser afetado pela energia do amor. Tudo o que está vivo inclusive. Quanto mais nos damos conta dessa dimensão, mais crescemos por dentro, em nossa consciência e em nossa capacidade de atuação na vida. Melhor nos tornamos.

Agora, amar algumas pessoas e esperar que essas mesmas sejam gratas e reconheçam o que fizemos nos retribuindo, pode ser uma expectativa frustrada. Nem todo mundo que recebe algo de bom amadureceu ao ponto de retribuir, ou pelo menos ser grato.

A quem ama cabe amar na alegria de saber ser capaz de dar algo mesmo que não recebe de volta a mesma bondade. Semear amor sempre frutifica, mas nem sempre no mesmo campo onde se plantou.

Amar é Plantio - EuGordinha

Semeia sem cansar, pois no tempo certo, colherá.

 

Estupidez Humana

Estupidez Humana - EuGordinha
“É impressionante como podemos ser tremendamente estúpidos e ignorantes como seres humanos. 😦 ” EuGordinha
Desabafo da minha filha!”Estava sentada ao lado da minha mãe e do meu filho dentro do avião. Um funcionário me perguntou: você tem atestado? Falei: do que? Do medico sobre a criança. Apontando na cara do meu filho. Falei: ele esta bem, tem um problema genético, sou mãe dele e responsável por ele. Insatisfeito, O cara foi até a cabine. Voltou uma mulher funcionária. O constrangimento começou. Falei em tom já ríspido. Ele é o meu filho tem eb e não tem problema nenhum em viajar sua doença não eh contagiosa e ele esta bem. Já viajei inúmeras vezes com ele para dentro e fora do Brasil. Nunca passei por isso. Basta olhar para mim, para pai e para avo q vivem agarrados nele e não tem nada. Falei para Peu filmar o q ela ia dizer. Na hora ela disse que não falaria se fosse filmada e que não podemos filmar. Neste momento uma mulher a 3 filas de distancia grita pra mim; chama o ministério publico! Isso eh preconceito e discriminação! Comecei a chorar. O Theo vendo isso tudo. Surreal. A funcionária saiu. Ficou 10 minutos fora. Jurava q o avião seguiria viagem e ainda falei, deviam pedir desculpas para Theo e para mim. Volta a funcionária dizendo que o avião só vai partir com aval do medico. As pessoas começaram a se manifestar muito. Minha mãe que estava controlada até então levantou. Afinal de contas, meu filho passaria por uma analise de um medico que iria até nosso assento para avalia-lo! Surreal! Quando o medico chegou falamos: ele tem uma deficiência Genetica! Epidermolise bolhosa! E o medico fala: Ah ! Epidermolise bolhosa! Não tem problema nenhum. O cenário dentro do avião era: quase todos passageiros em pé, indignados, vindo falar comigo, com meu filho. Super chateados. Muitos tinham conexão e estavam perdendo suas conexões. Já tinham 40 min de atraso. O médico foi falar com o comandante. Mesmo assim o comandante disse q nos só viajaríamos se ele , o medico, fizesse atestado. Aí não tinha papel, não tinha carimbo… Pegou um papel branco sem nada timbrado e fez o atestado. Minha vontade era descer do avião e Quando disse quero sair daqui. A mesma mulher, a primeira a gritar sobre o MP (Ministério Público), disse q se nos saíssemos do avião tds desceriam conosco. Me sensibilizei demais. Estavam todos as pessoas do avião super solidárias, preocupadas com o constrangimento com o Theo. Resolvi ficar no avião. Nisso já passava 1 hora de atraso e o constrangimento mega. Theo me viu chorando. Tentei disfarçar que o avião inteiro não estava atrasado por causa dele. Sei que ele percebeu. Sei que ele é mais forte do que esse bando ignorante. Estou muito triste.
Chegaria no rio 13h50. São 14h50 e ainda estamos no ar. Devemos chegar as 15h30. Chegamos no rio as 16h10.
Como deve ser abordada uma pessoa com um problema de saúde aparente?”

— com Clara Colker.

Leiam a Reportagem aqui

Café Pendente – Solidariedade

Cafe_pendente- EuGordinha

Entramos num pequeno café, pedimos e nos sentamos. Logo, entram duas pessoas:
– Cinco cafés. Dois são para nós e três “pendentes”.
Pagam os cinco cafés, bebem seus dois e se vão. Curioso, pergunto:
– O que são esses “cafés pendentes”?
E me respondem:
– Espera e vai ver.
Logo vêm outras pessoas. Três advogados entram e pedem sete cafés:
– Três são para nós, e quatro “pendentes”.
Pagam por sete, tomam seus três e vão embora. Depois um rapaz pede dois cafés, bebe só um, mas paga pelos dois.
Estamos sentados, conversando e olhando, através da porta aberta, a praça iluminada pelo sol em frente à cafeteria. De repente aparece na porta um homem com roupas baratas e pergunta em voz baixa:
– Vocês têm algum “café pendente”…?

» Esse tipo de caridade apareceu pela primeira vez em Nápoles. As pessoas pagam antecipadamente o café a alguém (desconhecido) que não pode permitir-se ao luxo de uma só xícara quente. Deixavam também nos estabelecimentos não só o café, mas também comida. O costume ultrapassou as fronteiras da Itália e se difundiu em muitas cidades de todo o mundo, inclusive no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Via  NacaoJuridica

A fábula do Porco-espinho

Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados, então precisavam fazer uma escolha: Ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram.

Moral da História: O melhor do relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades.

P.S.: Gente, me desculpe, mas eu peguei a fábula com a Profª Charlene Maclean, e as fotos também, achei no albúm dela.