Nada Como Um dia Após o Outro

corações de giz EuGordinha

Pois então, segundo dia do ano e a gente na vibe de por as coisas em ordem. Alguém ai ainda está de ressaquinha? Bora levantar e por a vida em curso porque temos muito o que aprender, ganhar, conquistar.

Hoje eu gostaria de falar sobre a capacidade que o ser humano tem de se superar. Dizem os cientistas que estamos vivos graças a nossa capacidade de adaptação. Seja física ou emocional… quero me ater a adaptação emocional.

Nosso coração por mais que sofra, sempre encontra um modo de superar. Seja se trancando (um modo fácil de fugir da dor, mas um pouco arriscado quando não nos deixa viver o que pode vir de novo), ou seja se liberando a viver coisas novas com outras pessoas, em outras situações – principalmente consigo mesmo, consigo mesma.

O bom da vida são as oportunidades que podem surgir e principalmente as oportunidades que nós fazemos acontecer. Pergunte sem medo da resposta, surpreenda-se com as respostas. Pouse o seu olhar sobre o ser desejado, se ele está disponível a algo mais do que um olhar… sorte a sua. Se esforce em algo que é certo mesmo que o corpo já esteja um tanto cansado. Pense nos benefícios a longo prazo que a vida lhe proporciona. Nada que se cultiva com afinco tem seu fruto amargo – desde que seja algo justo.

Vamos viver um dia de cada vez. Os grandes sonhos são realizados dos pequenos atos do dia a dia.

Como Você Abre os Presentes?

Como Abrir Seus Presentes EuGordinhaComo você abre seu presente diz muito sobre você

A autora de livros sobre comportamento humano Elayne Kahn resolveu analisar nossa linguagem corporal quando ganhamos presentes de outras pessoas. Com o resultado em mãos, ela montou uma tabela que relaciona o ato a características de nossa personalidade, depois de entrevistar os voluntários que participaram da pesquisa. Veja se você se encaixa em um dos perfis, bem no clima natalino:

Se você chacoalha o presente e tenta adivinhar o que tem dentro – é dramático e precisa ser o centro das atenções. É também um grande contador de histórias.

Se você abre o cartão primeiro – é pensativo e sensível. Não tem atitudes compulsivas – como gastar os tubos no cartão de crédito quando sai às compras. E liga para o que as pessoas pensam sobre você.

Se coloca seus presentes em volta para que todos vejam – adora entreter os outros, é animado e divertido. Divide as coisas com mais facilidade.

Se abre os presentes quando está só – também chora só, não divide opiniões ou sentimentos com os outros. Pode se sentir isolado pelos pares, mesmo não sendo.

Se espera para abrir seus presentes por último – é inseguro e preocupado. Pode se passar por egoísta, mas é pura timidez.

Via Super

Impossíveis

“Não sabendo que era impossível foi lá e fez” (anônimo).

Precisamos descobrir a diferença entre os limites reais e os limites impostos pelo medo, pelo conformismo do senso comum, pela ignorância. Tem muita gente desperdiçando vida porque está nos limites das possibilidades do que disseram e não do que ele tenha tentado. Muitas vezes há um impulso em nós de ir e fazer acontecer algo de extremamente útil e feliz pra nossas vidas e outras. Mas o medo de tentar nos sufoca. Não podemos mais correr o risco de chegar a um momento de quase morte e sermos afrontados pela DÚVIDA: E se… eu tivesse tentado? Que isso nunca roube a alegria de nossa conclusão final. Arrisquemos, mesmo que erremos, é melhor tentar e falhar do que falhar por não tentar.