Dar a Volta por Cima

Amei esse texto da Gordivah, por isso o compartilho aqui:

GordivahEu vou contar um segredinho sobre mim: eu nem sempre me amei. Eu já me odiei, já tive fases de fugir de espelhos, de ficar chorando em cima de uma cama com depressão, já tive vergonha até mesmo de jogar o lixo fora na lixeira do corredor do prédio onde moro por medo de dar de cara com algum vizinho e escutar que eu tinha engordado mais…já ouvi do cara que eu namorava que eu estava engordando e devia fechar a boca, já ouvi do cara por quem eu era apaixonada “se você emagrecer eu fico com você”, já fui chamada, aos berros, de baleia em pleno carnaval, já fiquei entalada em roleta no ônibus, já sofri perseguição em família, gordofobia no trabalho, esporro de “amigos”, já ouvi e passei tanta coisa por ser assim como sou, tanto ódio e intolerância que eu costumo dizer que infelizmente eu recebi uma amostra grátis do Destino de tudo de ruim que a humanidade pode oferecer.
E com propriedade eu posso te contar um segredo pra ser feliz e se libertar do peso da opinião alheia: IGNORE a opinião dos outros sobre você, entenda que o que pensam sobre você não te define! Você não é uma imagem criada por mentes preconceituosas, fúteis, narcisistas e pequenas! Você é uma pessoa única, incrível, impossível de ser copiada, clonada em sua perfeição. A sua maneira de olhar, sorrir, o modo como você ajeita seu cabelo, a cara que você faz quando fica brava, seu jeito de sorrir, tudo isso é impossível de replicar e copiar com perfeição.

Ninguém pode fazer melhor que você mesma o papel de ser você, porque sua essência, sua alma é que são a cereja do bolo. Você é tão linda e perfeita, como pétalas de flores que são únicas, embora de existência tão passageira.
Você não precisa da validação de ninguém pra saber que é bela, pra elevar sua autoestima. Você será linda, estonteante quando decidir ser assim, quando decidir enterrar o preconceito e ódio que até então nutria por si mesma!

Liberte-se dos grilhões dos padrões! Olhe menos paras as capas photoshopadas nas revistas e mais para si mesma, aprecie sua imagem no espelho, mime seu corpo com óleos perfumados, cremes, loções, esfoliantes, qualquer coisa que demonstre cuidado e carinho. Cuide do seu corpo por inteiro como cuida
de seus cabelos. Você não é uma peruca pra só cuidar de fios de cabelo, mas sim uma mulher por inteiro!
Pare de de só cuidar dos cabelos e só tirar fotos de rosto! Assuma-se! Revele-se para o mundo! Seja você mesma! E só aí você será plenamente feliz e não apenas em partes” por Claudia Rocha GorDivah

se sentindo totalmente apaixonada por mim mesma.

“Pronta para Mudar?”

   

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“Pronta para Mudar?”
Por Valquíria

Esse foi o questionamento feito a mim hoje enquanto fazia uma breve retrospectiva de minhas experiências amorosas.

Quem me fizera tal questionamento? Eu mesma, depois de perceber-me descontente com os resultados obtidos, mas tão difícil de entender e ouvir aquela voz que brotava do mais íntimo do meu eu, era admitir que esta sem dúvidas tornara-se a proposta mais coerente que eu me teria feito, após muitos anos de insistência e aceitações sem quaisquer perspectiva.

Sim. Era chegada a hora e agora?

Mudar não é um ato tão simples, que precise apenas de um ok para tornar-se real e o mais complicado ainda estava por vir. Mudar o que?

Foram frações de instantes até entender o que estava acontecendo, mas uma vez o telefone não tocou.

É. Afinal o que esperar das minhas indecisões e da falta de atitude?

Aquela sem dúvidas era uma manhã nada peculiar, meu coração como um cronômetro descompassado lembrava-me que o tempo não espera e que o instante a ser aproveitado é o agora.

Nunca havia ouvido tão alto e forte a vida em mim, pulsar e ordenar-me que tomasse uma nova atitude, deixando de sufocá-la em meio a tantas desculpas e porquês.

Agora já não havia como voltar atrás, a opção estava posta: era recomeçar ou recomeçar.

Fácil? Não. Mas necessário. Era o que meu eu dizia em alto e bom tom encorajando-me a sair de minha zona de conforto e aventurar-me nesta nova aventura que é escrever uma nova página de nossas vidas, deixando pra trás os vícios e mesmices que nos aprisionam e nos levam a cometer os mesmos erros e a sofrer os mesmos males.  

Chega! Essa era eu mesma, respondendo sim, na convicção que o passado suas mazelas, desacertos e desenganos não farão mais parte de minha vida, pois acima de tudo proponho-me a ser feliz, e por mais doloroso que seja eu decido: Estou pronta para mudar; meu eu, meu destino, minha vida.

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Da Beleza Real

Não se contente em apenas se sentir linda. SEJA LINDA! SER linda é diferente de se sentir linda ou de parecer linda. Pode ser que SER dê um tanto de trabalho, afinal de contas você vai ter de ir contra toda uma cultura (que tem mudado aos poucos, é verdade) e que diz que uma mulher gorda não é assim tão bela quanto pode pensar. Mas quem são os outros pra nos dizer o que podemos ou não pensar?

Entenda que a BELEZA não é o que todos dizem e muito menos o que poucos dizem. A beleza é o que é e está em todo lugar, mas só reconhece a beleza quem quiser. Ela está dentro de quem a vê por fora. Ou seja, o que é belo ou não vem dentro de cada um, nas preferências de cada um ou dentro do que cada um escolheu crer. Os que acreditam que BELEZA é apenas o que a maioria diz, vão ficar escravos das mudanças da moda, conforme a mídia propaga novos interesses e queiram vender novos produtos. Ai de quem se deixa escravizar e acaba tendo o seu corpo como objeto de barganha. É triste ver pessoas deprimidas por não terem um corpo objeto, digno de vitrine. A dignidade da beleza de um corpo está em sua existência saudável. Se o seu corpo está saudável, sem doença que te prejudique a qualidade de vida; se o seu corpo está bem cuidado, não está sujo nem ferido, então o seu corpo é PERFEITO. Mesmo que hajam estrias e celulites e cicatrizes de operações ou acidentes… o corpo quando funciona bem, é um corpo perfeito, pois a vida está bem guardada dentro dele. Essa é a beleza que importa a da vida fazendo o corpo funcionar.

Dança do ventre como tratamento a baixa autoestima e depressão

Dança do ventre como tratamento a baixa autoestima e depressão
Enviado por Katricia Rockenbach

Dança do ventre e autoestimaSempre que ouvimos falar de “Dança do Ventre”, pensamos em mulheres lindas, magras, perfeitas, com belas roupas e uma autoestima impecável.
Isso é verdade?

Parte sim. Muitas mulheres hoje procuram a dança do ventre para recuperar algo que perderam.

A autoestima, o amor próprio, o tempo, o relacionamento, cada uma com a sua particularidade.

Em meus anos como professora já ministrei aula para mulheres de todos os tipos, raças, culturas e idades. Cada uma vinha a minha com seu “problema”, algumas vinham por achar a dança bonita, outras porque querem se apresentar para os maridos ou namorados, algumas vinham pelos benefícios a saúde, tem também aquelas que querem apenas ocupar seu tempo e esquecer um pouco do trabalho, e então temos as alunas que passaram por alguma decepção, perca, ou qualquer outra situação que as constrangeram, fizeram ter vergonha de si e do seu corpo quem vem atrás da dança para se reencontrarem.

Mulheres que muitas vezes precisam de um abraço, um ombro amigo, uma frase que as ajudem a levantar.

Pesquisando e estudando sobre esse assunto, comecei a entender que muitas pessoas não estão prontas para passar por algo traumático, e que não só a dança, mais também a musica pode acalmar e trazer o prazer de volta a vida de muitas pessoas. A dança por ser algo não somente com intuito de lazer mais também de exercício, libera no corpo humano o hormônio da endorfina (hormônio da alegria), causando prazer as pessoas que há praticam.

Nesse ano que já esta chegando ao fim, passei por três experiências de medo, depressão e baixa autoestima.

A primeira experiência foi com uma aluna que passava por um caso de depressão e baixa autoestima bem visível. Quando começou a aula era tímida, tinha vergonha do seu corpo, e não se relacionava muito bem com as outras alunas. Com o passar do tempo e ao perceber que sua professora (eu) era gordinha e isso não há impedia de fazer nada, essa aluna começou a mudar suas atitudes, começou a participar mais, conversar mais, e principalmente a não termais vergonha de mostrar seu “ventre”, seu relacionamento com as colegas de classe mudou ao ponto que a mesma se abrisse com toda a turma e contasse o que lhe afligia. No decorrer das aulas e ate hoje essa aluna tem se libertado dessas amarras chamada depressão que a prendia, hoje ela já sorri, conversa, faz aulas, apresentações, sem nem ao menos se preocupar com o que antes tanto lhe afligia.

A segunda experiência foi com uma colega de trabalho, que após uma cirurgia de apêndice começou a ter vergonha de seus corpo, principalmente de sua cicatriz, não se sentia bem ao dançar, pois sua mente sempre a dizia que a cirurgia iria abrir, era algo tão forte que lhe dava sensação de dor. Com o tempo, conversando sobre o que acontecia e já tendo passado por uma experiência cirúrgica comecei a mostrar que esses medos são normais, mais que após o período de resguardo tudo esta normal. Na sua primeira apresentação de volta aos palcos, o nervoso, e o pânico quase tomou de conta de seu corpo, ela tremia e chorava se forma angustiante. Foi então que todo o grupo resolveu lembra-la que sua dança sempre foi linda, que não importa como seu corpo esta hoje, o que importa é o quão bela é sua dança.
Hoje ela esta feliz por não permitirmos que ela parece, “se aposenta-se” da dança.

A terceira e mais dolorida experiência aconteceu quando estava estudando para escrever essa matéria. Por três anos tentei engravidar e sempre ouvia dos médicos que só conseguiria se fizesse um tratamento. Mesmo assim eu insisti e tentei, não quis me deixar derrotar. Quando completou três anos de tentativas, eu cansei, decidi desistir e deixar a vida fazer seu papel, mal sabia eu que no dia em que desisti eu já estava grávida.

Continuei minha rotina normal de aulas e ensaio quando descobri que estava grávida, mais que estava com descolamento de placenta e que se não parasse com todos os exercícios ia perder o bem com o qual sempre sonhei.

Nas semana que se seguiram parei de dar aulas, deixei tudo o que mais amava de lado pelo meu filho. Porem nada adiantou, a vontade de Deus de ter meu filho ao seu lado foi maior que o meu e eu perdi o bem mais precioso que já tive.

Na hora eu comecei a me odiar, a não querer mais dançar, a desistir de tudo. Foi quando minhas alunas começaram a me mostrar onde a dança as ajudou, e começaram a me lembrar de tudo que fiz por todas elas e automaticamente começaram a fazer por mim. Sempre que me viam chorando, elas me faziam sorrir, sempre que queria parar de dançar elas me diziam que não fizesse isso.

Hoje um mês depois do ocorrido, posso dizer que a Dança do Ventre não é um milagre, não é um medico, mais é a melhor coisa que já foi inventada no mundo. Pois assim como ela me ajudou, ajudou minha companheira de trabalho e ajudou minha aluna, ela pode ajudar você.

Você que se acha alta de mais, gorda de mais, magra, velha, nova, baixa, você que perdeu a alegria de viver, que esta cansada da rotina, ela pode lhe ajudar.
É apenas uma dança, mais é a melhor das danças.

Via PortaldoEgito.com.br

Um simples sorriso faz as mulheres se sentirem melhor com sua aparência

sorriso faz bem

Cientistas da Universidade de Maastricht, na Holanda, descobriram que mulheres infelizes com a sua aparência se sentem melhores depois de serem recebidas com um sorriso. Este aumento na auto-estima faz com que os pesquisadores acreditem que, para muitas mulheres, a confiança na aparência é ligada diretamente à aceitação social.

O estudo foi feito com 57 mulheres com peso normal e com níveis diferentes de satisfação com a aparência. No experimento, 26 mulheres viram fotos de pessoas sorrindo depois de verem a sua própria imagem, e a sua auto-estima aumentou depois disso. As 28 mulheres restantes viram fotos de pessoas com o rosto neutro ou com a expressão mais severa. Para este grupo, a auto-imagem continuou a mesma após o experimento.

“Ao mostrar a essas mulheres fotos delas mesmas seguidas por uma imagem de uma pessoa sorrindo – representando a aprovação social – aumentou muito a satisfação com o próprio corpo e a auto-estima delas”, afirma Carolien Martijn, psicóloga que participou do estudo.

“Este método clássico de condicionamento pode ser um meio útil para aumentar a satisfação de mulheres com o próprio corpo e peso, e pode ser útil também quando feito com pessoas com problemas alimentares”, diz Martijn. [Telegraph]

via hypescience.com

Cuidado com os “Efeitos Especiais”

Muito do que na vida nos acontece de ruim pode ser mero ponto de vista. Eu sei que a dor que experimentamos é REAL. Só quem sente sabe onde e como dói, seja físicamente e principalmente emocionalmente. Às vezes a sensação que nos dá é a de que estamos numa guerra onde bombas explodem para tudo quanto é lado, tiroteios imprevistos e temos de nos ver procurando refúgio ou tendo de atacar algum inimigo. Pensando nisso eu parei pra refletir no quanto nós podemos ser “enganados” pelas circunstâncias exteriores ou suposições e impressões interiores, diante de alguns problemas da vida, diante de algumas dores. É bom refletir sobre as coisas que a gente vê, ouve, lê por ai. Estive lendo a matéria abaixo e refletindo sobre o assunto de nossas guerras interiores. Espero que possa trazer alguma luz aos que ainda hoje conseguem refletir.

A tropa de artistas que enganou Hitler na Segunda Guerra Mundial

A história dos soldados norte-americanos que usavam tanques infláveis e efeitos sonoros para espantar os inimigos
Rick Beyer/Hatcher Graduate Library

O tanque inflável usado pelo exército dos EUA para enganar Hitler durante a Segunda Guera Mundial

Mais uma daquelas histórias impressionantes da Segunda Guerra Mundial que virou documentário: era junho de 1944 quando dois franceses desavisados entraram no perímetro de segurança da Vigésima Terceira Tropa de Forças Especiais dos EUA e viram, incrédulos, quatro soldados norte-americanos carregando um grande tanque de guerra. Um dos soldados, diante da cara dos franceses, apenas respondeu: “Os americanos são muito fortes.”

No entanto, não se tratava da força dos soldados, mas da leveza do tanque que era, na verdade, feito de borracha inflável. Este episódio foi documentado numa pintura (logo abaixo) por um dos soldados da tropa, que era mais conhecida como The Ghost Army (o Exército Fantasma). O grupo, que desembarcou na França no verão de 1944, foi recrutado em faculdades de arte e em agências de publicidade e tinha como principal arma a criatividade. Sua missão? Enganar as tropas de Hitler.

Arthur Shilstone

Pintura do soldado Arthur Shilstone retrata o episódio dos franceses pasmos com a força dos americanos

John Jarvie

Pinturas feitas no tempo livre documentavam a rotina dos soldados

Além dos retratos da guerra que faziam esporadicamente nos tempos livres, o exército fake tinha vários recursos para espantar os soldados alemães: artilharia de borracha, efeitos sonoros e falsas transmissões de rádio faziam a tropa de artistas parecer um grande exército pronto para o ataque. Foram mais de 20 missões — algumas bastante perigosas — na França, Bélgica, Luxemburgo e Alemanha em que a capacidade de atuação dos soldados era o que lhes garantia a vida. Dentre os cerca de 1.100 jovens do grupo estavam o designer de moda Bill Blass, o fotógrafo Art Kane e os pintores Ellsworth Kelly e Arthur Singer.

A “arte da guerra” feita pelos soldados fantasmas exigia muito mais do que apenas carregar os aparatos de borracha e incluía um verdadeiro trabalho cênico para despachar homens em caminhões e ficar dando voltas, aparentando a chegada de uma grande tropa; frequentar cafés franceses para espalhar fofoca entre os espiões que poderiam estar no lugar e visitar cidades vestidos de generais. Estima-se que o Exército Fantasma tenha salvado muitas vidas e sua atuação foi importante para a vitória dos Aliados no ano seguinte.

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Alto-falantes imitavam o barulhos de grandes unidades de infantaria

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National Archives

O diretor de cinema Rick Beyer contou que soube da história acidentalmente, em um café, ficou maravilhado e tratou de procurar e entrevistar os dezenove veteranos da tropa que ainda estavam vivos. O resultado está no documentário The Ghost Army, que foi lançado nessa semana na rede de televisão estadunidense PBS. Dá pra ver o trailer abaixo:

o artigo foi retirado de OperaMundi

ReInvente-se

ReInvente-se - EuGordinha

ReInvente-se na vida. Pra começo de conversa, ou melhor de vida… saiba quem você é. Se não tiver condições de saber quem você é por completo, saiba pelo menos o suficiente pra poder mudar uma vírgula de lugar no texto da sua Biografia, na descrição de tua persona. Isso por si só será sim uma delícia. Tente, mesmo sem saber como e por onde começar. Quebre a rotina começando pelas coisas simples. Troque de mão (Você é destro, faça como um canhoto faz e vice-versa) na hora de pegar a xícara do café, chá, leite, achocolatado… troque de xícara. Onde for (im)possível, de acordo com a vontade. Lembra que você ama e é amada, amado, por pessoas que fazem a diferença na vida. Ouse ousar. Beijo no Coração, de todos que precisam e se sentirem na necessidade de receber.

Gordas, Gordinhas & Gordonas

Gordas Gordinhas e Gordonas - EuGordinha

A gorda é o única rejeitada que é preconceituosa com as da sua “própria espécie”. Quer ver? Poste uma foto de mulheres realmente gordas, não gordinhas, nem fofinhas, mas gordas e espere para ver os comentários de outras gordas. São críticas atrás de críticas, umas focam a saúde, outras falam que aquelas não são gordinhas e sim obesas.

Ora, independente se você tem 5 ou 100 quilos acima do peso considerado normal você já é considerada anormal para a sociedade. Então, pra quê apontar e julgar!? Quando fazem com você, como você se sente!? A verdade é que tendemos a julgar os outros como a si mesmo. Se você tanto se importa com o peso alheio e julga o que não lhe é de respeito, é sinal de que sua autoestima está tão destruída que precisa descontar isso em alguém.

Enquanto não nos unirmos, nos respeitarmos e nos aceitarmos mutuamente, nunca seremos vistas! Nos apoiarmos é muito melhor do que nos julgarmos, não é?

Via Carla Souto

O Lado Bom

O Lado Bom - EuGordinha “Existem olhos que enxergam beleza em todas as formas” Essa frase se encaixa exatamente com o momento de inspiração. Costumo dizer que tudo nessa vida tem um lado bom. Por que críticas não seriam construtivas? O mundo me ensinou que o que realmente vale à pena a gente enxerga até mesmo no escuro, que a nossa aparência para aqueles que não conhecem o que está no nosso coração, não sabem quem somos nem de onde viemos ou como chegamos até aqui, vale mais que nossa essência. Mas me ensinou principalmente a não dar importância para alguns pontos de vista, por que conceitos e teorias todos têm, mas não quer dizer que sejam os únicos. Achar o outro belo varia de um olhar para o outro, “uns desejam ou repudiam o que lhe convêm”. Alguns passam a vida inteira lutando contra alguma coisa, contra a balança, contra o preconceito, contra o amor, contra a morte, contra a vida. Às vezes lutam tanto e se esquecem de observar o outro de forma diferente, esquecem de tentar conhecer, sem julgar, sem ofender ou magoar, preferem rotular e esquecem que não são exemplos de perfeição. Cada um com suas lutas! Vai entender… “Pelo direito de ser livre no ser, agir, pensar, crer. A favor da vida feliz!”
Pessoas precisam de respeito, amor, amizade, carinho, admiração, paz no coração e liberdade de ser, não de rótulos!

– Natália Rodrigues

Nota: As frases entre aspas são da postagem “O Que É A Beleza?

O Que é A Beleza?

O que é a Beleza - EuGordinha

“Beleza não põe mesa.” Diz o ditado popular sabiamente.  Beleza não põe mesa, não conversa em dias de solidão, não faz amor gostoso dizendo bom dia… Ei! Dizer BOM DIA pode sim, ser uma das variadas formas de se fazer amor. #FicaDica.

O fato é, que a beleza não pode ser definida em apenas de uma forma, ela é muitiforme, variada, múltipla e quaisquer outras palavras que signifiquem quantidade. É engraçado mas amanheci com uma resolução pronta em relação a alguns fatos da vida. A saber: Não apoio mais concursos de beleza! Simplesmente porque o que eu considero belo pode não ser para grande maioria que se deixa cegar pelo que meia dúzia de gatos pingados interesseiros dizem que é belo ai pela mídia afora e ainda tentam nos enfiar goela abaixo.

Lembro de quando eu era adolescente e me apaixonei por uma menina “linda” aos meus olhos. Ela era grande e formosa, bem gorda mesmo e tinhas os cabelos assim, o sorriso assado e etc e tal. Os meus amigos de então faziam a lista das meninas mais bonitas e ela estava nos últimos lugares… levando em consideração que não havia outra classificação além de LINDA – NORMAL e FEIA, as últimas classificadas na lista daqueles meninos de outrora eram as feias… sendo assim… Como podia aquela menina linda aos meus olhos ser considerada FEIA? Eu estava errado no meu modo de ver as coisas? Não! Eles estavam errados. E muitos meninos ainda continuam errados e algumas mulheres também e outros homens igualmente.

Na boa, cansei de ficar medindo beleza pelas proporções do quadril ou busto ou formato dos olhos, nariz e boca, cor e comprimento dos cabelos. Pouco deveria importar o tamanho da bunda, ou seios, ou barriga, coxas e etc. O corpo pode nascer de um jeito mas ao longo dos anos muda e pode mudar muito. BASTA! Não apoio mais essas concursos de beleza plus size ou qualquer outro concurso de beleza do gênero.

A beleza é algo que cabe aos olhos de quem vê. Se eu acho que uma barriga caída é sexy, essa é uma verdade minha e ninguém tem a ver com isso. Goste quem goste, desgoste idem – não preciso me importar com a opinião dos outros quando o único beneficiado ou prejudicado pode ser apenas eu!

Meninas acordem para o fato de que o corpo de vocês não precisa ser CLASSIFICADO como feio ou bonito. Se ele funciona bem, e está com saúde, trate das questões de higiene, que é fundamental, e quando à beleza que eles possam ter… Experimentem amar tal qual foram feitas. Costumo dizer que Deus não erra quando nos faz. Dizer que um corpo é feio e outro é bonito é limitar a perfeição de Deus – isso pra quem crê nEle. Cada qual enxerga a beleza que quer onde o olhar se deleita.

#TenhoDito

Leonardo Ladislau

bbw feliz - EuGordinha

Outono

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Outono

Gosto do outono, oportunidade de mudar muitas coisas na vida de maneira equilibrada. Sentir que as forças para certas situações diminuem na mesma proporção em que descobrimos que não vale a pena lutar por elas. No outono a natureza troca de forma, revigora as suas essências, se prepara para o inverno onde aparenta morte, mas na verdade é só mais um pouco do ciclo fluindo. Temos muito o que aprender com a natureza das coisas.

Amor Próprio

Amor Próprio - EuGordinha

“Se você não tem, carro próprio, casa própria, que pelo menos tenha AMOR PRÓPRIO!”

Amor próprio é quando a gente tem pela gente mesmo uma estima, um jeitinho de se dar valor que por mais que digam que valemos menos, sabemos que não. É um se olhar no espelho e se reconhecer como valioso, digno de amor, desejável… não para os outros mas para si mesmo, antes de ser para os outros. O exagero do amor próprio é um narcisismo onde podemos até mesmo ficar cegos, não reconhecendo mais a beleza e valor dos outros, dando exclusiva atenção a nós mesmos. O narcisismo me parece um amor próprio com defeito.

O bom do amor próprio, o ser saudável nele é ter consciência de modo pleno que os elogios dos outros são um reconhecimento justo e não algo que se deva buscar como um troféu. O bom do amor próprio é se amar não pelo que temos apenas de aparente mas pelo que somos e permanece. As coisas que estão dentro de nós podem durar muito mais do que as que estão por for.

Leonardo Ladislau

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“Rede social não é lugar para desnudar a alma. Publique idéias, mas guarde o coração para quem está perto o suficiente para olhar em seus olhos. Quem joga sua alma no ventilador da Internet corre o risco de nunca mais juntar seus pedaços. Preserve-se. Intimidade não é para ‘amigo de Facebook’. É para amigos de Face a Face.”

(Dra. Vanessa Bentes Moreira – Psicóloga)

Força pra Viver!

Juliana Barbieri EuGordinha Blog

Olá!
Vejo constantemente depoimentos de meninas/mulheres deprimidas por serem fora do padrão pré estabelecido pela sociedade contemporânea, ou seja nós gordinhas… achei que devia dizer algumas palavras…
Bom, meu nome é Juliana, tenho 34 anos, nasci no interior de São Paulo e aos 6 anos mudei para o Rio de Janeiro onde vivo até hoje…
Até os 16 anos eu tinha um peso considerado normal, eis que por fatores psicológicos em 3 anos engordei 100 quilos, atingindo a marca de 160 ao final…
Porém isso nunca me impediu de absolutamente nada… eu ia a praia, namorava, fui ao Rock in Rio 2001, cinema, fiz curso de teatro, meu único senão era a doença da minha mãe, que por acaso foi o distúrbio psicológico que me referi… (entre eles depressão e síndrome do pânico).
Tive que crescer e amadurecer mais cedo, deixar algumas “coisas de adolescente” de lado mas nada relacionado ao meu peso…
Em 2001, temendo que um problema de saúde viesse a surgir, eu não tinha absolutamente nada: pressão alta, colesterol, triglicérides, nada, me submeti a uma cirurgia bariátrica na época ainda em testes no Rio, perdi os 100 quilos, fiz cirurgias reparadoras… mas eu gosto de comer… meu pecado é a gula… chocolate então… nem comente…
Resultado, com o passar dos anos voltei a engordar e ainda faço terapia, mas continuo tendo uma vida normal… trabalho, estudei, fiz faculdade, namoro… Adquiri um desiquilíbrio de pressão é verdade, mas por conta da taquicardia que a síndrome do pânico causa, e um pouquinho por causa do peso também… fora isso meus exames são de um bebê…
Continuo namorando, trabalhando, me divertindo e atravessando os obstáculos que a vida impõe pra todo mundo…
Eu sei que não é fácil viver num mundo projetado para magros, via de regra roletas de ônibus, cadeiras de teatro e cinema, etc… mas acho que o grande segredo é se curtir, se aceitar, ignorar as bobagens que por ventura se venha a escutar e, principalmente se amar e cercar-se de pessoas que te amam por quem você é… e claro não descuidar da saúde jamais…
Sejam felizes meninas, amem-se para serem amadas… o mundo está cheio de oportunidades, basta garimpa-las… bjks

O poder do NÃO

o poder do não EuGordinha Blog

Aprenda a dizer NÃO para os que desejam se aproveitar de ti. Algo num relacionamento só é bom quando vai fazer bem aos dois, por dentro e por fora.

Aprender a dizer NÃO é tão importante quanto dizer sim. O poder da palavra não vai te proteger de muitas dores desnecessárias. Agora, quer saber de uma verdade simples e igualmente poderosa?

Aprender a dizer não pra si mesmo pode ser muito difícil, mas enquanto não estivermos devidamente treinados na arte de nos amar a nós mesmos com equilíbrio, vai ser tremendamente proveitoso.

O Aquário Nosso

 

“Ninguém é uma ilha”

(John Donne – 1572-1631)

Todos nós já nascemos dentro de um aquário e ansiamos o mar. Temos fome de liberdades mais amplas, sejam internas ou externas. As internas, muitas das vezes nem percebemos, mas como são importantes! :)

Nascemos inseridos dentro de um ambiente o qual tendo nos proposto ou imposto modos de pensar, acabou por nos influenciar tremendamente no que aceitamos ou nos sentimos coagidos a aceitar, nas suas ideias, jeito de fazer as coisas, enfim… na sua cultura.

Essa tal cultura muda com o passar dos tempos, muda com a variação dos interesses econômicos e etc. A nossa cultura diz que isso ou aquilo é belo e o normal é que a maioria aceite sem questionar. Se num grupo de 10 pessoas 8 dizem que algo é bonito, porque as outras 2 não aceitariam fácil? Alguém pode argumentar comigo que as outras duas TEM DE TER PERSONALIDADE, TEM DE SER QUEM SÃO REALMENTE!!! hahaha, muito fácil dizer isso quando você não é uma das 2 pessoas que está fora do grupo que aceita as coisas.

Somos peixes dentro de um aquário que só varia de tamanho, sendo ele qual aquário for: família – escola – igreja – trabalho – amigos virtuais… No final não conseguimos viver 100% sozinhos e sempre vamos buscar por algum tipo de aquário. Ainda que o nosso objetivo maior seja alcançar o mar.

Proponho que busquemos satisfazer o anseio do mar interior que pode haver dentro de nós. Eu sei que podemos ser felizes um pouco mais por dentro, independente do que digam. Mas se essa tal felicidade não for a nossa e for a imposta eu não sei até que ponto isso pode comprometer a nossa paz interior. Se a paz por acaso for embora, se ela não conviver muito bem com a alegria de estarmos vivos, então eu proponho que REAVALIEMOS o nosso pensamento.

Aos Homens Pequenos e As Mulheres Grandes

Achei maravilhoso e esclarecedor esse texto da Ana Carolina Rezende e peguei pra postar aqui. Aproveitei uma outra postagem da Bianca Gordinha pra trazer à tona algo sério sobre o que dizer. É muito comum ler reclamações das meninas sobre uns rapazes que aparecem nas redes sociais e na vida real. É só uma amostra, não representa o mundo como um todo, mas… segue…

Sobre a Auto-Estima e a Sedução – Parte I

“Estou sendo levada a acreditar que muitos homens acham que nós que estarmos acima do peso estamos com uma péssima auto-estima, sendo assim seria um favor que eles nos fazem de enviar mensagens induzindo ao sexo. Estou deletando vários “amigos” do face por causa do assédio negativo, e por fim nem estou mais aceitando alguns convites de amizades.” Bianca Gordinha.

Sobre a Auto-Estima e a Sedução – Parte II

“Gosto não se discute e deve-se respeitar. Mas, só para citar como exemplo, alguns homens preferem estar ao lado de uma mulher magra e burra do que ao lado de uma mulher inteligente, descolada, culta, educada e gorda. E isso serve também para mulheres que preferem homens sarados e acéfalos, a estarem ao lado de homens inteligentes, que as valorizam e gordos. Sinto pena de gente assim, e quem for do sexo masculino e não quiser se aproximar de mim por causa do meu peso, por favor, não se aproxime mesmo, quero avisar que está me fazendo um grande favor, poupando-me e se poupando, porque minha preferência é por homens de verdade. E para aquelas que possuem ‘namorados’ que sentem vergonha de assumirem o ‘compromisso’, de as apresentarem para os amigos, digo para se valorizarem mais, porque se não, sempre terão como ‘companheiro’ alguém que pensa ser homem, mas que não passa de moleque. Felicidade alheia incomoda, e se vier de uma gorda incomoda muito mais. Eu sei, eu sinto. Mas desenvolvi um trabalho mental de auto aceitação e amor próprio que excluiu da minha vida a vergonha de ser quem eu sempre fui: uma mulher gorda que tem todo o direito de ser e estar feliz, de buscar meu caminho, de lutar por meus sonhos e de não aceitar ser discriminada pelo tamanho do meu corpo. E de excluir da minha vida qualquer um que queira me fazer sentir menos do que sou. Sou uma mulher acima do peso e sou feliz. Gosto de mim, aliás, me amo, exalo sensualidade, carisma, alegria de viver e aprendendo a encarar a vida sem medo do que os outros vão dizer, porque falar eles falam mesmo e minha energia é poderosa e abençoada demais para ser gasta me preocupando com esse tipo de coisa, prefiro investi-la no meu crescimento e aprimoramento intelectual e emocional. Hoje, percebo que o que incomoda mais as pessoas não é o meu corpo roliço, mas a leveza da minha alma, o desprendimento que tenho em relação ao que prega o preconceito, e o amor próprio que faço questão de ressaltar. O incomodo que estas pessoas sentem é pela felicidade que tenho, e que elas, inconscientemente talvez nunca vão possuir, porque perdem tempo e energia demais em invejar o outro ao invés de ir atrás do que lhes é de direito, o direito de serem felizes. Não tenho um pingo de vergonha do que sou e de como estou, e por isso que digo: Sou gorda sim, e por que não?” Ana Carolina Rezende

 

Beleza Interior

“Sejam belas interiormente, em seus corações, com o encanto duradouro de um espírito amável e manso, que é tão precioso para Deus.” 1Pedro 3:4  (Bíblia Viva)

Prezo pela beleza interior. Não adianta muito sermos lindas por fora e horríveis por dentro. Quase nenhuma menina gosta de ser considerada objeto, seja de decoração ou sexual. Amo maquiagens bem feitas, que valorizem os traços pessoais do rosto; jóias com designer interessante e criativo também são muito boas pra realçar o belo do qual tanto gostamos. Mas nada disso teria valor algum se INTERIORMENTE a menina não cultivar a sua BELEZA.

Não dispensem a maquiagem quando achar necessário, as jóias e acessórios quando preciso; mas cuidado: JAMAIS DISPENSEM O SER BELA POR DENTRO!

Saibam…

Hoje eu ganhei de presente uma outra audição, percepção, sentido em certa canção interpretada por Gonzaguinha. Pra quem possa não perceber eu separei uns trechos…

Eu apenas queria que você soubesse
Que esta menina hoje é uma mulher
E que esta mulher é uma menina
Que colheu seu fruto flor do seu carinho

 

Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta
Que hoje eu me gosto muito mais

Porque me entendo muito mais também

 

E que a atitude de recomeçar é todo dia toda hora
É se respeitar na sua força e fé
E se olhar bem fundo até o dedão do pé

Eu Apenas Queria Que Você Soubesse

Gonzaguinha

Eu apenas queria que você soubesse
Que aquela alegria ainda está comigo
E que a minha ternura não ficou na estrada
Não ficou no tempo presa na poeira

Eu apenas queria que você soubesse
Que esta menina hoje é uma mulher
E que esta mulher é uma menina
Que colheu seu fruto flor do seu carinho

Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta
Que hoje eu me gosto muito mais
Porque me entendo muito mais também

E que a atitude de recomeçar é todo dia toda hora
É se respeitar na sua força e fé
E se olhar bem fundo até o dedão do pé

Eu apenas queira que você soubesse
Que essa criança brinca nesta roda
E não teme o corte de novas feridas
Pois tem a saúde que aprendeu com a vida

Eu apenas queria que você soubesse
Que aquela alegria ainda está comigo
E que a minha ternura não ficou na estrada
Não ficou no tempo presa na poeira

Eu apenas queria que você soubesse
Que esta menina hoje é uma mulher
E que esta mulher é uma menina
Que colheu seu fruto flor do seu carinho

Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta
Que hoje eu me gosto muito mais
Porque me entendo muito mais também